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TJMT lança cartilha para tirar dúvidas sobre nova versão do PJe

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso, por meio da Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI), lança a cartilha com dicas e informações para autoatendimento sobre a nova versão do Processo Judicial Eletrônico (PJe). O material é um guia onde usuários e usuárias poderão tirar dúvidas e melhorar acessibilidade ao utilizar o sistema, sem precisar abrir chamados.
 
 
http://www.tjmt.jus.br/intranet.arq/cms/grupopaginas/100/820/Orienta%C3%A7%C3%B5es_de_acesso_PJE.pdf
 
De acordo com o diretor do Departamento de Suporte e Informação (DSI), do TJMT, Marcos Gomes, sempre que ocorre atualização de uma nova versão do PJe ou a cada novo serviço implementado, a CTI cria esse tipo de conteúdo como forma de facilitar a solução de dificuldades iniciais que usuários e usuárias possam ter.
 
Desde o primeiro dia da disponibilização da nova versão do PJe, no plantão de segunda-feira (11/10), o DSI tem monitorado as ocorrências que chegam à Central de Serviços. “Mapeamos as principais situações que os nossos usuários e usuárias possam aplicar a solução em algumas dificuldades que possam surgir quanto ao acesso ou uso de algum novo recurso que o PJe tenha disponibilizado”, explica Marcos Gomes.
 
Caso a pessoa ainda fique com dúvida ou não tenha conseguido resolver sua dificuldade com o uso da cartilha, basta entrar em contato, pela Central de Atendimento da CTI: (65) 3617-3900 ou por SDM.
 
A cartilha será abastecida com dicas e informações conforme as demandas.
 
Evolução – A versão 2.1.8.1 do PJe foi disponibilizada no dia 11 de outubro, dois dias antes do previsto.
 
Clique AQUI para ver as melhorias da nova versão do PJe.
 
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Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

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Poder Judiciário de Mato Grosso

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A juíza Ângela Regina Gama da Silveira Gutierres Gimenez da 1ª vara de Família e Sucessões da Comarca de Cuiabá representou o Estado no Plenário Federal, durante sessão extraordinária da Comissão de Segurança Pública. Única juíza do Brasil convidada, ela abordou a temática e ressaltou a guarda compartilhada como o modelo que melhor atende o real interesse da criança e adolescente, pois tanto o pai quanto a mãe são importantes na formação da personalidade dos filhos. Enfatizou que a guarda compartilhada, veio expressa em uma lei que trouxe igualdade entre mães e pais.
 
A audiência pública da Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados foi solicitada pelo deputado Delegado Antônio Furtado (PSL-RJ). De acordo com o deputado “A Alienação Parental é uma das infrações mais graves que pais e mães podem cometer contra seus filhos”. O objetivo foi debater irregularidades e crimes relacionados aos maus tratos de crianças e adolescentes no Brasil. A alienação parental acaba por ignorar o bem-estar da criança e adolescentes e, muitas vezes, é usada como forma de vingança, criando traumas, inseguranças e a sensação de desconforto.
 
A magistrada mato-grossense afirmou que o Poder Judiciário vem sendo atacado por grupos, com interesses pessoais, através de afirmações que não são verdadeiras e como pertencente ao Poder Judiciário, repudiou, veementemente, as alegações de que a lei não estivesse sendo seguida. “Não há inversão liminar e em massa de guarda”, afirmou a juíza Ângela.
 
Ela ainda destacou que o Poder Judiciário promove intensa averiguação do caso concreto, antes de decidir e estando ambos os genitores aptos para o exercício do poder familiar a guarda compartilhada é concedida, por ser o modelo legal vigente, expresso no parágrafo 2° do art. 1584 do Código Civil. “É fundamental que caia por terra o estigma que a mãe é a única responsável pelos cuidados dos filhos e o pai como único provedor. Ninguém nasce pai ou mãe. Nós nos tornamos pais e mães a partir da cultura”, ressaltou.
 
Além da magistrada de Mato Grosso participaram da audiência pública as psicólogas clínicas e jurídicas, Andréia Calçada e Sandra Baccara, o presidente da Associação Brasileira Criança Feliz (ABCF), Murillo Andrade, o presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol do Brasil), Rodolfo Laterza, a perita forense Tamara Brockhausen; e o presidente da Associação Nacional em Defesa dos Filhos pela Igualdade Parental (Anfipa), Vinícius Ferreira.
 
O evento ocorreu no plenário 14 no anexo II e foi transmitido pela TV Câmara e pelo canal do YouTube.
 
 
Ranniery Queiroz
Assessor de imprensa CGJ/TJMT
 
 

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