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Yahoo e AOL são vendidos por US$ 5 bi para dona de cassino em Las Vegas

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Yahoo é vendido junto com AOL
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Yahoo é vendido junto com AOL

O Yahoo e a AOL são relíquias da web dos anos 90 que perduram até hoje e ainda valem uma boa grana: as duas empresas foram vendidas por US$ 5 bilhões para a Apollo Global Management, empresa de private equity que é dona de um cassino em Las Vegas e de uma varejista de itens de artesanato.

A história da AOL e do Yahoo é bem tortuosa: em seu ápice, as duas empresas chegaram a valer US$ 200 bilhões e US$ 125 bilhões, respectivamente. A operadora americana Verizon comprou a AOL em 2015 por US$ 4,4 bilhões, e levou o Yahoo dois anos depois por mais US$ 4,5 bilhões.

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A estratégia era diversificar a fonte de receita: a Verizon não queria depender apenas de planos de internet e banda larga, então apostou na venda de anúncios online – e acabou tendo dificuldade em concorrer com Google e Facebook . A Verizon Media, união do Yahoo com AOL, já vinha se desfazendo de alguns ativos: ela migrou o Flickr para a plataforma de fotógrafos SmugMug em 2018; repassou o Tumblr para a dona do WordPress em 2019; e vendeu o Huffpost (antes chamado Huffington Post) para o Buzzfeed no ano seguinte. O  Yahoo Respostas deixará de existir na próxima terça-feira (4).

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Vale notar, no entanto, que a Verizon Media ainda gerencia diversos sites especializados com boa audiência, como o Engadget , o TechCrunch e o Yahoo Sports . Ela teve faturamento de US$ 1,9 bilhão no primeiro trimestre de 2021, alta de 10% em relação ao mesmo período do ano passado. Ou seja, a nova dona ainda terá a oportunidade de ganhar bastante dinheiro com essa aquisição.

Yahoo e AOL têm nova dona

A Apollo Global Management investe em diferentes setores, com o objetivo de aumentar o valor da empresa para revendê-la ou abrir o capital na bolsa de valores. Nos últimos meses, ela comprou o famoso resort Venetian em Las Vegas num acordo de US$ 6,25 bilhões; e adquiriu a Michaels, que vende produtos de artesanato, por mais US$ 5 bilhões.

Leon Black, cofundador da Apollo, deixou o cargo de CEO em março após o New York Times revelar que ele pagou US$ 158 milhões a Jeffrey Epstein para encontrar formas de pagar menos impostos. Epstein foi preso em 2019 sob acusação de tráfico sexual de menores e morreu na cadeia; há quem questione a versão oficial de que ele tirou a própria vida.

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Compensa comprar celular na China? Veja os prós e contras

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Veja se compensa comprar um smartphone na China
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Veja se compensa comprar um smartphone na China


Com o dólar nas alturas e a alta carga tributária brasileira, além da crise global de chips , os celulares têm ficado cada vez mais caros no Brasil . Diante disso, muita gente tem optado por importar smartphones da China .

Mas será que a transação compensa? Para responder a essa pergunta, é preciso entender sobre o funcionamento dos celulares estrangeiros no Brasil, a carga tributária, o tempo de entrega e a assistência técnica depois da compra. Abaixo, confira todos os prós e contras de comprar um celular na China.

É legal comprar celular na China?

Compras internacionais são consideradas importações , e podem ser feitas por qualquer pessoa em sites estrangeiros de confiança. No caso de smartphones , porém, modelos que ainda não foram homologados no país podem ser barrados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Para homologar um smartphone , a Anatel realiza diversos testes de qualidade antes de liberar sua venda no Brasil. A agência recomenda que só sejam comprados celulares verificados por ela e, por isso, na hora de escolher um modelo em um site chinês, é interessante avaliar se o mesmo já é vendido no Brasil.

Celular comprado na China funciona no Brasil?

Outro ponto de atenção são as frequências que o smartphone escolhido possui. Cada país trabalha tecnologias de comunicação em frequências diferentes e, por isso, alguns celulares estrangeiros podem não funcionar aqui ou perder alguns recursos.

“Um celular estrangeiro que possui capacidade para comunicação 4G poderá, por exemplo, ter suas funcionalidades limitadas à tecnologia 3G devido à incompatibilidade com as frequências adotadas no Brasil”, explica a Anatel .

A agência mantém uma tabela que mostra as frequências utilizadas no Brasil. Antes de escolher um celular em um site chinês, confira se essas frequências constam nas especificações do dispositivos. A tabela pode ser encontrada neste link .

Celular chinês fala português?

Antes de escolher um modelo, também vale a pena conferir com o comprador se ele conta com a opção de mudar o idioma para português. Em caso negativo, será necessário instalar uma ROM alternativa que tenha a opção PT-BR depois de receber o smartphone.

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É mais barato comprar um celular na China?

Este é um dos fatores que precisam de maior análise antes de fazer uma compra. Produtos internacionais podem ser taxados na chegada ao Brasil, só sendo liberados mediante pagamento do imposto.

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“Toda compra internacional feita em sites internacionais é uma importação, assim como o recebimento de um presente vindo do exterior. Nesses casos, são exigidos alguns procedimentos para a entrega, um deles é o ‘desembaraço aduaneiro'”, afirmam os Correios.

As importações feitas por pessoas físicas não podem exceder o limite de US$ 3 mil, e taxas podem ser cobradas sobre esse valor. É possível que um celular passe direto pela Receita Federal e não sofra nenhuma taxa? Sim. Mas também é possível que ele sofra todas as taxas possíveis e, por isso, é muito importante contar com essa possibilidade antes da compra. 

Se seu produto por taxado, os Correios  enviarão um aviso por meio do código de rastreio. Em seguida, você deverá realizar o pagamento das taxas e impostos no próprio site dos Correios em até 30 dias para liberar o produto para entrega – caso contrário, ele é devolvido ao remetente. Confira quais cobranças seu celular chinês pode enfrentar:

  • Despacho postal: não é frete nem tributo, é um valor fixo de R$ 15 pago aos Correios por seus serviços aduaneiros.
  • Imposto de importação: 60% sobre o valor aduaneiro.
  • ICMS: valor varia de acordo com o estado, e gira em torno de 20% sobre o valor aduaneiro.

Os impostos são cobrados, como mencionado, sobre o valor aduaneiro . Este valor é a soma da mercadoria, frete e seguro de transporte (quando houver). Ou seja, se você comprou um celular de US$ 300 e pagou US$ 20 pelo frente e US$ 10 pelo seguro, por exemplo, os impostos serão cobrados sobre o total, US$ 330.

Aqui, vale a pena conversar com o comprador antes de realizar os cálculos para saber se compensa importar um smartphone . Isso porque, por padrão, a maioria dos sites chineses declara o valor dos celulares bem abaixo do cobrado. Um celular de US$ 300, por exemplo, pode ter nota fiscal de US$ 100, fazendo o imposto também se tornar mais baixo.

Quanto tempo um celular demora para chegar da China?

Isso depende da forma de envio escolhida no momento da compra. Geralmente, o conhecido frete grátis  é o mais demorado, podendo chegar a 40 dias úteis. Neste link do site dos Correios , é possível encontrar todas as opções de frete internacional com prazo e preço.

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Celular chinês tem direito a assistência técnica no Brasil?

Se você decidir comprar um smartphone na China e ele vier com algum problema ou quebrar ao longo do tempo, as marcas são obrigadas a darem suporte e garantia a ele no Brasil? Entramos em contato com as principais fabricantes no país, e todas elas disseram que só prestam assistência a produtos adquiridos aqui. A Apple não retornou nosso pedido até o momento desta publicação. Confira as respostas:

  • Xiaomi : A Xiaomi oferece assistência somente para os consumidores brasileiros que fazem as compras via canais oficiais da marca, lojas físicas, e-commerce e nos varejos e marketplaces parceiros, como Casas Bahia, Americanas, Operadora Vivo e Magazine Luiza.
  • Samsung : A garantia e o serviço de assistência técnica oferecidos pela Samsung Brasil contemplam apenas os smartphones fabricados e adquiridos no País, em lojas próprias da marca, revendedores autorizados ou parceiros varejistas oficiais.
  • Motorola : A Motorola oferece garantia e assistência técnica apenas a produtos fabricados e vendidos no Brasil.

Apesar das fabricantes dizerem que não realizam assistência técnica de produtos importados, o Procon-SP garante que isto está previsto no Código de Defesa do Consumidor (CDC).

De acordo com o órgão, os produtos comprados fora do Brasil que apresentarem problemas devem ser consertados pela fabricante local. “O fabricante do produto deverá consertá-lo, desde que a marca seja mundialmente conhecida, já que o fornecedor nacional beneficia-se da marca, valendo-se da maciça publicidade e credibilidade. O fornecedor brasileiro, que representa a marca internacional, deverá reparar o produto adquirido no exterior, mesmo sem a garantia mundial, no prazo máximo de trinta dias corridos, contados a partir da data da reclamação”, diz o Procon-SP.

O órgão ainda afirma que, de acordo com o CDC, se o conserto não for feito em 30 dias, o consumidor pode escolher e exigir:

  • A substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso;
  • A restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos;
  • O abatimento proporcional no preço.

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