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Xiaomi Mi Band 7 ganha edição global com bateria de longa duração

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Xiaomi Mi Band 7 é lançada globalmente
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi Mi Band 7 é lançada globalmente

Xiaomi Mi Band 7 já está disponível em outros países além da China. Anunciada globalmente pela Xiaomi nesta terça-feira (21), a pulseira fitness chama a atenção pelo seu clássico corpo em formato de pílula com tela maior. O wearable ainda possui uma bateria que promete passar 14 dias longe das tomadas e oxímetro de pulso.

Apresentada globalmente como Xiaomi Smart Band 7, a pulseira oferece o mesmo visual de sempre. A diferença fica pela tela AMOLED de 1,62 polegada que, segundo a fabricante, é 25% maior do que a geração anterior. “Isso fornece mais espaço de visualização para informações e oferece maior clareza e eficiência para os usuários”, anunciaram em comunicado à imprensa.

O dispositivo ainda oferece resistência à água (5 ATM). Os usuários também contam com várias opções de pulseiras coloridas e mais de cem mostradores para personalizar o wearable com mais liberdade. O corpo do produto, no entanto, está disponível em somente uma cor: preto.

Mi Band 7 possui bateria de longa duração e oxímetro

A bateria é um dos destaques do lançamento. A fabricante informa que o gadget pode passar até 14 dias em stand-by. Além disso, a smartband possui oxímetro de pulso (SpO2), monitora batimentos cardíacos, sono e afins. Em termos de exercícios, a Xiaomi informa que a Smart Band 7 é capaz de acompanhar mais de 110 tipos de atividades físicas.

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O dispositivo ainda possui conectividade Bluetooth para se conectar a celulares Android ou ao iPhone (iOS). A Xiaomi, por outro lado, não chegou falar sobre o modelo com NFC para pagamentos por aproximação.

Preço e disponibilidade

Na Europa, a edição global da Mi Band 7 custará 49,99 euros (cerca de R$ 270 em conversão direta). Para comparação, na China, os preços começam em 249 iuanes (por volta de R$ 190). Não há previsão de lançamento do wearable no Brasil.

A Xiaomi ainda revelou outros produtos nesta terça-feira (21). É o caso do Xiaomi Book S de 12,4 polegadas, um notebook com Qualcomm Snapdragon 8cx Gen 2 (ARM) e Windows 11. A marca chinesa também revelou as edições globais Xiaomi Electric Scooter 4 Pro e a Xiaomi TV A2 Series.

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Meta negligencia Brasil no combate à desinformação, diz ex-funcionária

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Frances Haugen em audiência na Câmara dos Deputados
Reprodução/YouTube/Câmara dos Deputados

Frances Haugen em audiência na Câmara dos Deputados

Frances Haugen, ex-funcionária e delatora do Facebook, responsável por vazar os  Facebook Papers no ano passado, afirma que a Meta não dá a devida atenção às eleições brasileiras, permitindo a circulação de desinformação e discurso de ódio em suas plataformas Facebook, Instagram e WhatsApp.

“O Facebook não tem transparência em relação a quais sistemas de moderação de conteúdo existem e em quais idiomas. Eu sou muito cética de que há cobertura igual em inglês e em português brasileiro”, disse ela, durante audiência pública das comissões de Legislação Participativa e de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados na tarde desta terça-feira (5).

Haugen argumentou que, durante as eleições estadunidenses de 2020, o Facebook adicionou diversas camadas de proteção contra desinformação na rede social, e que algo semelhante deveria ser feito no Brasil. Segundo ela, as medidas podem ser implementadas com facilidade, mas a empresa opta por não fazê-lo porque isso poderia diminuir seus lucros.

“O Brasil merece o mesmo nível de investimento que houve nos Estados Unidos, ou ainda maior, já que o processo eleitoral brasileiro depende muito mais dos aplicativos da empresa do que o norte-americano”, argumentou, lembrando da importância do WhatsApp no contexto eleitoral do Brasil.

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Haugen afirma que a Meta poderia implementar soluções tanto no Facebook quanto no WhatsApp e no Instagram a tempo de ajudar a garantir a democracia nas eleições presidenciáveis deste ano. Para ela, não fazê-lo é uma “falta de respeito” com o povo brasileiro.

Falta de transparência

Durante a audiência pública, a ex-funcionária do Facebook afirmou que a empresa age sem transparência, e que esse é um dos maiores motivos pelos quais ela não modera conteúdo adequadamente.

“O Facebook intencionalmente tem negado acesso às suas informações. Eles não querem que o ecosssistema de regulação opere, não querem que reguladores entendam como a plataforma funciona. Eles escondem todas as coisas importantes”, disse.

Haugen lembra que não é possível saber, por exemplo, como funciona a moderação de conteúdo feita por pessoas. Pesquisas já mostram que as redes sociais, no geral, não têm o mesmo rigor ao moderar conteúdo em inglês e em outras línguas, negligenciando países como o Brasil, onde desinformação e discurso de ódio circulam mais livremente.

“Se eu soubesse que há uma ou duas pessoas trabalhando nas eleições brasileiras, eu ficaria surpresa”, afirmou Haugen. “É inaceitável que eles operem às escuras quando há esse histórico de negligenciar o Brasil”.

Nesse sentido, a ex-funcionária elogiou o PL das Fake News, que deve ser votado pela Câmara dos Deputados em breve. Para ela, há alguns dispositivos falhos no texto, mas a exigência de transparência das plataformas é essencial. Por isso, ela aconselhou a aprovação do PL, que considera “uma exclente oportunidade para o Brasil” avançar na legislação sobre redes sociais.

“O Brasil merece saber quanto esforço está sendo investido por parte do Facebook em moderação de conteúdo e segurança, e merece saber até que nível há equidade linguística entre inglês e português”, opinou.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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