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TikTok: Trump diz que não vai prorrogar prazo de venda do aplicativo

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Unsplash/Kon Karampelas

TikTok terá que apressar sua venda para não ser banido

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump , afirmou nesta quinta-feira (10) que não irá prorrogar o  prazo estabelecido por seu governo para que a empresa chinesa ByteDance venda a operação do TikTok nos EUA antes que o app seja banido no país.

“Vamos ver o que vai acontecer. Ou ele será fechado, ou irão vender”, disse Trump antes de embarcar no avião presidencial, o Air Force One, na base aérea de Andrews, em Maryland.

No início de agosto o presidente assinou uma Ordem Executiva que impedirá a operação do app nos EUA a partir de 20 de setembro, a não ser que tenha sido adquirido por uma empresa norte-americana até lá. O texto cita “evidência factível” de que a ByteDance poderia “tomar ação que ameaça a segurança nacional dos Estados Unidos”.

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O cerne da questão é uma lei de cibersegurança chinesa, que exige que as empresas estabelecidas no país atendam a pedidos do governo local por dados dos usuários. Os EUA temem que esta lei seja usada para obter dados de usuários norte-americanos, transformando o app em um veículo de espionagem para o governo chinês.

A ByteDance, por sua vez, já afirmou que irá resistir a tentativas do governo chinês de obter acesso aos dados. A empresa  recorreu à justiça nos EUA contra a decisão e afirma que toma “medidas extraordinárias” para proteger a privacidade e segurança dos dados dos usuários do TikTok , armazenando-os em servidores nos EUA e em Singapura e criando barreiras entre eles e os dados de outros produtos da empresa como o Douyin, a versão chinesa do app.

A controvérsia aumentou quando, em meados de agosto, foi descoberto que o app usa práticas vetadas para coletar informações dos aparelhos de usuários no Android, como o endereço MAC dos dispositivos, um identificador único associado às interfaces de rede (como a interface Wi-Fi) de cada aparelho.

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Segundo a ByteDance, o TikTok tem, nos EUA, mais de 100 milhões de usuários e emprega 1.500 pessoas. Entre as empresas norte-americanas cotadas para adquirir a operação do app nos EUA estão a Microsoft , Twitter , Google e Oracle . Até mesmo o Walmart demonstrou interesse, em uma potencial parceria com a Microsoft.

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Galerias virtuais democratizam o acesso à arte durante a pandemia

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Galerias virtuais democratizam acesso à arte
Reprodução/Up Time Art Gallery

Galerias virtuais democratizam acesso à arte

As paredes brancas, o carpete de madeira e os quadros estrategicamente posicionados permitem um passeio pela galeria de arte. A ausência do vai e vem de outras pessoas faz com que subir escadas, andar por corredores e apreciar lentamente as pinturas seja tranquilo. Os passos, porém, não são dados pelas pernas do público, mas pelas setas do teclado: tratam-se de galerias virtuais .

A novidade tem ganhado bastante força durante a pandemia de Covid-19 , e acabou democratizando o acesso à arte ao torná-la disponível a um clique. A tecnologia das exposições em 3D , que já estava disponível em aplicativos consagrados, como é o caso do Google Arts & Culture , chegou também às pequenas galerias.

Uma delas é a UP Time Art Gallery, idealizada pela crítica de arte Marisa Melo. Ela conta que esse movimento de levar a arte para a internet já vinha acontecendo, mas foi acelerado pelo contexto externo. 

Marisa Melo, idealizadora da Up Time Art Gallery
Divulgação

Marisa Melo, idealizadora da Up Time Art Gallery

“Antes da pandemia, nós tínhamos um número muito pequeno de acesso a galerias virtuais. Mas a tendência era que, com toda essa tecnologia, com toda essa globalização, a coisa acontecesse. A pandemia acelerou esse processo”, conta Marisa.

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Democratizando a arte

A idealizadora da galeria diz que investidores e artistas receberam muito bem a novidade, mas não apenas eles. O público também tem gostado de visitar as exposições , que são disponibilizadas gratuitamente em 3D no site da galeria. A média de visitantes em uma exposição virtual de 30 dias chega a 42 mil pessoas.

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Além da questão da gratuidade, Marisa acredita que a experiência virtual é capaz de alcançar um público maior também devido ao contexto elitista que envolve as galerias físicas.

“[A tecnologia] ajuda muito porque torna a arte acessível. Existe um público que não consegue entrar em uma galeria física, porque subentende-se que a arte é para um público mais caro. Então, se a pessoa não tem poder aquisitivo para comprar, ela também não vai conhecer a arte. Virtualmente, isso não acontece. A arte entra na casa de todo mundo”, opina.

Além da questão do público, Marisa diz que os próprios artistas emergentes têm mais oportunidades nas galerias virtuais . Nesse caso, ela compara as redes sociais às vitrines da cada um.

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“A galeria física tem um conceito elitista. Ela tem uma abrangência muito pequena em relação à visitação, não é democrática. Eu falo que ela é elitista no sentido de ter ali artistas que já são consagrados, então não abrem para um artista emergente. A galeria virtual é democrática, todos têm acesso”, diz.

Como conhecer

Para os amantes de arte e para quem quer se aventurar nesse mundo, opções não faltam por toda a internet . No site da própria UP Time Art Gallery , é possível encontrar exposições em 3D , mas esse não é o único caminho.

site Brasil 3D  também tem a experiência virtual de galerias famosas . Por lá, é possível visitar digital e gratuitamente galerias físicas, como se o visitante estivesse no local.

Outra opção é o próprio aplicativo Google Arts & Culture , que também tem uma versão para computador . Nele, o público consegue visitar exposições em mudeus de todo o mundo, do MASP ao MoMA.

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