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Maior vazamento da história expõe 8,4 bilhões de senhas; saiba se proteger

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Vazamento expõe senhas de todo o mundo
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Vazamento expõe senhas de todo o mundo

Um arquivo de texto com 100 GB compartilhado em um fórum de hackers expôs mais de 8,4 bilhões de senhas na internet. Esse vazamento é considerado o maior da história, de acordo com especialistas da área de segurança cibernética.

Quando vazou os dados, o responsável afirmou ter 82 bilhões de senhas disponíveis. Mas, acabou corrigindo o número para os 8,4 bilhões. O caso é chamado de ‘RockYou2021’, segundo o site especializado em cibersegurança Cyber News . O nome é uma referência ao ‘RockYou’ de 2009, que expôs ‘apenas’ 32 milhões de senhas.

Nem todos os dados, porém, são novos. Esses códigos foram reunidos nos últimos anos, reunindo dados de vazamentos anteriores. As senhas expostas têm entre seis e 20 caracteres. Ainda de acordo com Cyber News , não há espaços em branco, nem ASCII, linguagem unificada de computadores.

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Antes desse novo vazamento, o maior foi o Compilation of Many Breaches (COMB), em fevereiro deste ano, com 3,2 bilhões de senhas expostas. Suspeita-se que a lista atual sirva como um “dicionário” para facilitar ataques.

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O arquivo de senhas vazadas pode conter dados de todos os usuários do mundo, já que, do total da população do globo, 4,7 bilhões de pessoas usam a internet. Assim, a lista contém quase o dobro, sendo recomendado que os usuários se certifiquem de analisar suas senhas.

O ideal é que todas as senhas sejam atualizadas. Vale lembrar ainda as principais dicas na hora de escolher, como usar no mínimo oito caracteres, com combinações entre números, letras maiúsculas e minúsculas e caracteres especiais. Evite sempre usar datas de aniversários, sua ou de parentes e amigos, além de nome das pessoas. Também é importante usar uma senha única para cada serviço e ativar a verificação em duas etapas nas contas que disponibilizam a configuração.

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Com celular de R$ 8 mil, Xiaomi quer deixar fama de popular para trás

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Xiaomi tem “virada de página” no Brasil


A Xiaomi lançou, nesta terça-feira (8), um smartphone de R$ 8 mil no Brasil, o Mi 11 . Junto dele, vieram uma pulseira inteligente de R$ 700, a Mi Smart Band 6 , e um aspirador de pó de R$ 3,9 mil. Os preços podem surpreender, já que se trata de uma marca com fama de popular e com bom custo-benefício.

Mas a verdade é que a Xiaomi quer abandonar a fama de “produtos chineses baratinhos” aqui no Brasil, mergulhando de cabeça no setor premium . “A importância do Mi 11, nesse momento, é posicionar a Xiaomi como uma empresa que sabe produzir produtos premium. A gente sabe que a Xiaomi tem um conhecimento de marca no Brasil, mas ela é muito conhecida pelo famoso custo-benefício, pela linha Redmi Note. Mas, agora, o passo que a gente quer dar é mostrar para as pessoas que nós também somos uma marca espetacular em produtos flagship, premium”, explica Thiago Agaripe, gerente de marketing da Xiaomi, em entrevista ao iG.

No exterior, a marca costuma praticar preços bem mais competitivos: o  Redmi Note 10 Pro , por exemplo,  foi lançado na Índia por R$ 1,3 mil e, no Brasil, por R$ 3,3 mil. A diferença é explicada pela alta do dólar e pelos impostos, já que a Xiaomi não produz dispositivos no Brasil, mas sim importa todos, afirma Luciano Barbosa, head da Xiaomi no Brasil.

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Diante do alto custo dos smartphones por aqui, a Xiaomi resolveu abraçar o preço alto e mudar seu posicionamento de marca. “Já que a gente tem uma carga tributária e tem um posicionamento mais premium, a gente está posicionando para clientes mais premium. E a gente vê que isso tem funcionado muito bem”, diz Luciano, em entrevista ao iG.

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O executivo compara a marca com a rede de roupas e acessórios Zara , que tem um posicionamento de bom custo-benefício no exterior mas, no Brasil, acaba sendo uma “marca de rico”. “A Xiaomi trabalha em um modo similar: é conhecida por custo-benefício e acaba chegando em um posicionamento mais premium”, afirma.

Sem os “baratinhos”

Luciano afirma que esse posicionamento tem mudado também na prática. Além de inserir mais dispositivos caros no mercado brasileiro, a Xiaomi também tem deixado de trazer os queridos celulares mais baratos. “A nossa linha de produtos que mais tem volume de vendas é a linha intermediário-premium, que é a linha Redmi Note . Como a Redmi Note deu uma subida de patamar e está mais premium, consequentemente aumentou a quantidade de vendas de produtos premium. E os produtos de entrada, você pode ver que nós estamos partindo, principalmente, acima de R$ 1,3 mil. A gente tinha produtos mais baratos, mas essa linha de entrada a gente praticamente tirou”, explica.

De acordo com o chefão da marca no Brasil, os consumidores brasileiros estão cada vez mais interessados em dispositivos mais caros e que desempenhem melhor. E isso vale não só para smartphones , já que a Xiaomi também tem apostado em eletrônicos dos mais diversos tipos, desde pulseiras e fones de ouvido até aspiradores e projetores.

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Sem medo da concorrência

No Brasil, quando o assunto é smartphone topo de linha, dois nomes vêm à cabeça: Samsung e Apple . A tradição das marcas por aqui realmente causa uma resistência do público, afirmam os executivos, mas eles dizem não ter medo. “Eu acho que é uma resistência natural a tudo o que é novo”, diz Thiago.

“A Xiaomi está no Brasil só há dois anos, e começamos a trazer os nossos produtos mais premium recentemente. As pessoas estão ainda conhecendo os nossos produtos premium. A gente vê nas redes sociais, quando apresenta o produto premium, tem a galera que fica completamente louca, que diz ‘meu Deus, eu preciso disso agora’, mas ainda tem os resistentes. E é em cima dessas pessoas [os resistentes] que a gente quer trabalhar”, continua.

Para o gerente de marketing da empresa, esse é um “momento muito estratégico” para a marca no Brasil , sobretudo para a equipe que comunica para o público esse tipo de mudança. Thiago afirma que, apesar da resistência e das dificuldades, o objetivo é que a “cara premium” da Xiaomi se torne senso comum no país.

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