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Instagram: bug impede acesso à conta e pede para confirmar identidade

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Instagram: bug impede acesso à conta ao pedir para confirmar identidade
Bruno Gall De Blasi

Instagram: bug impede acesso à conta ao pedir para confirmar identidade

Uma falha no  Instagram  está dificultando o acesso a contas da rede social. Ao fazer o login, algumas pessoas são impedidas de navegar pela plataforma ao se deparar com a tela “Ajude-nos a confirmar que esta conta é sua”. O problema afeta usuários brasileiros e de outros países, e já havia aparecido em um bug de dois anos atrás.

O incidente nos leva de volta a 2019, quando a mesma falha aconteceu. Há dois anos, usuários da rede social tiveram o acesso à conta impedido ao receber o aviso “ajude-nos a confirmar que esta conta é sua”. Na época, o Instagram reconheceu o problema e disse que estava trabalhando para resolvê-lo. Mas, aparentemente, o bug voltou.

Dois casos foram relatados ao  Tecnoblog . No domingo (9), um leitor disse que o problema estava acontecendo novamente e que não havia nenhum canal de contato com a rede social . Recebemos outro e-mail na segunda-feira (10) informando a dificuldade: “é exatamente o mesmo bug que aconteceu na época”. 

A mensagem de erro aparece ao fazer o login. Após inserir as credenciais, o usuário é levado à tela “Ajude-nos a confirmar que esta conta é sua” com a informação de que “para proteger a conta, você precisa pedir ajuda para entrar”. Mas, mesmo depois de apertar no botão “Obter ajuda para entrar” , o usuário não consegue reaver o acesso.

“Já troquei a senha mais de dez vezes, já tentei acessar utilizando a conta do Facebook, recebendo código via SMS e nada, sempre acabo nesta tela anexada”, disse um dos leitores na segunda-feira (10). “Já tentei no meu app do celular Android, no navegador Chrome e no Windows.”

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“Ajude-nos a confirmar que esta conta é sua”: mensagem de erro impede acesso à conta (Imagem: Reprodução)
“Ajude-nos a confirmar que esta conta é sua”: mensagem de erro impede acesso à conta de algumas pessoas (Imagem: Reprodução)

Instagram: usuários se queixam de falha no Twitter

As reclamações também deram as caras no Twiter. Algumas delas trazem até a hashtag de 2019 para reportar a falha: #FixYourAppInstagram . “Estou tentando entrar no meu Instagram mas fica em um loop eterno de ‘Ajude-nos a confirmar que esta conta é sua'”, disse uma pessoa no dia 8. “Já fiz de tudo e nada resolve”.

“Também tô nessa desde o dia 7, e o problema parece estar aumentando porque mais gente está reclamando”, afirmou uma pessoa no domingo (9). “Vi que em 2019 aconteceu isso em massa”. O Twitter traz diversos relatos de brasileiros, mas são poucos que falam sobre o reestabelecimento do acesso até esta quinta-feira (13).

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Também há queixas no Reclame Aqui. Nesta terça-feira (11), um usuário de Fortaleza (CE) afirmou que recebeu a solicitação para confirmar que esta conta lhe pertence. Porém, ao escolher a opção para enviar o código de autenticação, a rede social apresenta um e-mail e um telefone que não são seus. 

Outro relato aparece na mesma plataforma de reclamações. No dia 6, uma pessoa de Manaus (AM) informou que deu de cara com o mesmo pedido ao acessar a sua conta. “O botão abaixo da mensagem ‘Obter ajuda para entrar’ não ajuda”, relatou. “Não há qualquer opção para confirmar minha identidade, e-mail, telefone ou o que seja.”

Falha também atinge usuários de outros países (Imagem: Reprodução/ElissaWels/Twitter)
Falha também atinge usuários de outros países (Imagem: Reprodução/ElissaWels/Twitter)

Falha não é restrita aos usuários brasileiros

Os casos não são limitados somente aos brasileiros. Na terça-feira (11), uma pessoa relatou no Twitter que está há quatro dias sem acesso ao perfil devido ao mesmo problema e usou a hashtag #InstagramConfirmIdentityLoop . Também houve outra usuária que relatou a mesma situação em resposta ao tweet. “É tão frustrante”, disse.

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A hashtag engloba mais queixas de pessoas que encaram o pedido em inglês (“Help Us Confirm You Own This Account”) . No domingo (9), uma usuária compartilhou no Twitter uma captura de tela mostrando o mesmo problema. Felizmente, três dias depois, ela conseguiu reestabelecer o acesso à conta do Instagram.

“Como você fez isso? Estou tentando há 4 dias”, questionou uma pessoa. “Eu continuei tentando voltar de vez em quando e de repente a plataforma me deu a opção de verificar que era eu”, respondeu a usuária que retomou o acesso ao perfil.

O Twitter engloba outros relatos de reestabelecimento de acesso na insistência. “Continue tentando redefinir sua senha”, disse uma pessoa na segunda-feira (10). “Parece que funcionou para todos até agora”. Porém, infelizmente, não são todos que tiveram essa mesma sorte.

“Muitas pessoas ficam presas no loop ‘Ajude-nos a confirmar que esta conta é sua’ depois de confirmar nossa identidade e alterar nossas senhas várias vezes”, disse uma pessoa no domingo (9). “Por favor, corrija isso.”

“Você pode corrigir a falha ‘Ajude-nos a confirmar que esta conta é sua’?”, disse outra pessoa no Twitter, às 9h desta quinta-feira (13), citando dois perfis do Instagram.

Tecnoblog  entrou em contato com o Instagram, mas não obteve retorno até o momento. A matéria será atualizada em caso de resposta.

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Google enfrenta processos nos EUA por rastreamento de localização

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Google enfrenta processos em estados americanos por práticas de rastreamento de localização
Murilo Tunholi

Google enfrenta processos em estados americanos por práticas de rastreamento de localização

Um grupo de promotores de vários estados americanos, incluindo Texas, Indiana e Washington DC, disse nesta segunda-feira (24) que está processando o Google, da Alphabet.

Segundo eles, mesmo quando os consumidores desativam o rastreamento de localização em seus telefones, o Google continua a rastrear seus movimentos usando uma função separada chamada “atividade na Web e em aplicativos”, disseram os procuradores, citando um relatório da Associated Press de 2018 como base para a afirmação.

Além disso, disseram que a empresa removeu um aviso ao consumidor alegando que “os lugares que você frequenta não são mais armazenados”. Partes dos processos foram redigidas, e a cópia da queixa de Washington D.C. dizia ter sido arquivada sob sigilo.

“Na realidade, independentemente das configurações selecionadas, os consumidores que usam produtos do Google não têm outra opção a não ser permitir que a empresa colete, armazene e use sua localização”, de acordo com uma reclamação postada nas redes sociais por Washington D.C.

As reivindicações representam mais um desafio legal à coleta de informações do Google, que está sob intenso escrutínio de reguladores e defensores do consumidor, alegando que é mais invasivo do que os consumidores desejam ou imaginam.

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A empresa já está enfrentando dúvidas sobre se continua a rastrear navegadores que acreditam que seu “modo de navegação anônima” encobre sua identidade e se os usuários podem bloquear efetivamente seus cookies de rastreamento de atividades.

Jose Castañeda, um porta-voz do Google, disse em comunicado que os processos são “baseados em alegações imprecisas e afirmações desatualizadas sobre nossas configurações. Sempre incluímos recursos de privacidade em nossos produtos e fornecemos controles robustos para dados de localização. Vamos nos defender vigorosamente e esclarecer as coisas”.

De acordo com os procuradores-gerais, a empresa também possui configurações de usuário conflitantes e confusas, tornando quase impossível para os consumidores impedirem o Google de coletar seus dados de localização.

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“Definitivamente confusas”

O processo do Distrito de Columbia citou discussões internas do Google em que funcionários disseram que suas divulgações de histórico de localização eram “definitivamente confusas” e que as configurações da conta pareciam projetadas para criar a ilusão de controle do usuário, mas eram “difíceis o suficiente para que as pessoas não percebessem. ” A denúncia não citava a fonte das informações.

Os processos dizem que as táticas duraram de 2014 a pelo menos 2019 e ocorreram por meio de dispositivos que usavam o sistema operacional Android do Google, bem como aplicativos do Google e serviços baseados na web, como pesquisa e mapas.

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Um caso semelhante foi aberto contra o Google pelo estado do Arizona em 2020, segundo o qual,  “o Google torna impraticável, se não impossível, que os usuários optem por não participar da coleta de informações de localização”.

Como os casos anunciados nesta segunda-feira, o processo do Arizona diz que o Google continuou a rastrear os movimentos dos usuários por meio de “atividades na Web e de aplicativos” e outros meios, mesmo que optassem por desativar o histórico de localização.

O Google disse que introduziu uma série de novos recursos que dão aos usuários mais controle sobre seus dados, incluindo exclusão automática de dados de localização, modo de navegação anônima nos mapas do Google e divulgações mais detalhadas sobre sua política.

O Google tem sido objeto de vários processos nos últimos anos. Em julho, 36 estados e o promotor público da capital, Washington, processaram a subsidiária Alphabet por supostas práticas anticompetitivas relacionadas à sua loja de aplicativos Google Play.

Dois outros processos estão em andamento nos Estados Unidos relacionados à posição dominante do buscador Google, e um terceiro à tecnologia utilizada na publicidade.

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