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Galaxy S22 Ultra é homologado com S Pen e sem carregador na caixa

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Galaxy S22 Ultra recebe o certificado de homologação da Anatel e já pode ser vendido no Brasil (Imagem: Reprodução/Evan Blass)
Galaxy S22 Ultra recebe o certificado de homologação da Anatel e já pode ser vendido no Brasil (Imagem: Reprodução/Evan Blass)

Depois do Galaxy S22, é a vez de o Galaxy S22 Ultra receber a aprovação da Anatel. O celular foi homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações nesta segunda-feira (10) com a caneta S Pen, mas sem o carregador na caixa. O smartphone da marca sul-coreana deve ser anunciado em breve com o visual do Galaxy Note.

A documentação cita um celular de modelo SM-S908E/DS. Segundo uma lista revelada pelo  GalaxyClub , trata-se de uma variante do Galaxy S22 Ultra que será levada para os mercados africano e asiático com chip Snapdragon. Os arquivos ainda falam de unidades fabris em Campinas (SP), Manaus (AM), Coreia do Sul e Vietnã.

O certificado de conformidade técnica confirma algumas pistas sobre o celular. Na lista de acessórios, o documento cita uma caneta identificada pelo modelo EJ-PS908 que também foi homologada pela agência. A aposta de longa data é que o smartphone da Samsung será lançado com a S Pen e um compartimento para guardá-la.

Samsung Galaxy S22 Ultra será vendido sem o carregador na caixa, aponta documento da Anatel (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)
Samsung Galaxy S22 Ultra será vendido sem o carregador na caixa, aponta documento da Anatel (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

Galaxy S22 Ultra será vendido sem o carregador na caixa

A tabela ainda aponta outros itens. É o caso da bateria EB-BS908ABY que foi certificada em dezembro com 4.855 mAh de capacidade nominal e que, possivelmente, terá 5.000 mAh de capacidade típica. O carregador e o fone de ouvido, no entanto, não aparecem na relação, sugerindo que o produto será comercializado sem os acessórios, como aconteceu com o Galaxy S21.

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Apesar da certificação, não há informações sobre a data e o preço de lançamento da linha Galaxy S22 no Brasil. Na semana passada, a Anatel também certificou a variante convencional dos futuros celulares da marca sul-coreana. Com a aprovação da edição Ultra, falta apenas o Galaxy S22+ para que todos os modelos sejam certificados no país.

Certificado de homologação do Samsung Galaxy S22 Ultra (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)
Certificado de homologação do Samsung Galaxy S22 Ultra (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

O que esperar do próximo celular da Samsung?

O Galaxy S22 Ultra está cotado para ser um dos integrantes da linha Galaxy S22. A expectativa é de que o celular absorva diversas características do Galaxy Note, tal como a gaveta para guardar a caneta S Pen. O smartphone também tende a trazer as partes superior e inferior retas e deixar a base do conjunto fotográfico de lado.

O celular ainda pode ter câmera quádrupla. Outra aposta fica pela ficha técnica avançada com o processador novo Qualcomm Snapdragon 8 Gen 1 e o esperado Exynos 2200, a depender da região onde o telefone será vendido. As quantidades de memória RAM e de armazenamento, por outro lado, ainda não foram reveladas.

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A Samsung ainda tende a apresentar mais dois modelos à linha. É o caso do Galaxy S22 e S22+, que possivelmente vão adotar o mesmo visual da geração anterior, mas contarão com melhorias nas especificações. A expectativa é de que a companhia revele os três celulares em fevereiro.

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Google enfrenta processos nos EUA por rastreamento de localização

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Google enfrenta processos em estados americanos por práticas de rastreamento de localização
Murilo Tunholi

Google enfrenta processos em estados americanos por práticas de rastreamento de localização

Um grupo de promotores de vários estados americanos, incluindo Texas, Indiana e Washington DC, disse nesta segunda-feira (24) que está processando o Google, da Alphabet.

Segundo eles, mesmo quando os consumidores desativam o rastreamento de localização em seus telefones, o Google continua a rastrear seus movimentos usando uma função separada chamada “atividade na Web e em aplicativos”, disseram os procuradores, citando um relatório da Associated Press de 2018 como base para a afirmação.

Além disso, disseram que a empresa removeu um aviso ao consumidor alegando que “os lugares que você frequenta não são mais armazenados”. Partes dos processos foram redigidas, e a cópia da queixa de Washington D.C. dizia ter sido arquivada sob sigilo.

“Na realidade, independentemente das configurações selecionadas, os consumidores que usam produtos do Google não têm outra opção a não ser permitir que a empresa colete, armazene e use sua localização”, de acordo com uma reclamação postada nas redes sociais por Washington D.C.

As reivindicações representam mais um desafio legal à coleta de informações do Google, que está sob intenso escrutínio de reguladores e defensores do consumidor, alegando que é mais invasivo do que os consumidores desejam ou imaginam.

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A empresa já está enfrentando dúvidas sobre se continua a rastrear navegadores que acreditam que seu “modo de navegação anônima” encobre sua identidade e se os usuários podem bloquear efetivamente seus cookies de rastreamento de atividades.

Jose Castañeda, um porta-voz do Google, disse em comunicado que os processos são “baseados em alegações imprecisas e afirmações desatualizadas sobre nossas configurações. Sempre incluímos recursos de privacidade em nossos produtos e fornecemos controles robustos para dados de localização. Vamos nos defender vigorosamente e esclarecer as coisas”.

De acordo com os procuradores-gerais, a empresa também possui configurações de usuário conflitantes e confusas, tornando quase impossível para os consumidores impedirem o Google de coletar seus dados de localização.

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“Definitivamente confusas”

O processo do Distrito de Columbia citou discussões internas do Google em que funcionários disseram que suas divulgações de histórico de localização eram “definitivamente confusas” e que as configurações da conta pareciam projetadas para criar a ilusão de controle do usuário, mas eram “difíceis o suficiente para que as pessoas não percebessem. ” A denúncia não citava a fonte das informações.

Os processos dizem que as táticas duraram de 2014 a pelo menos 2019 e ocorreram por meio de dispositivos que usavam o sistema operacional Android do Google, bem como aplicativos do Google e serviços baseados na web, como pesquisa e mapas.

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Um caso semelhante foi aberto contra o Google pelo estado do Arizona em 2020, segundo o qual,  “o Google torna impraticável, se não impossível, que os usuários optem por não participar da coleta de informações de localização”.

Como os casos anunciados nesta segunda-feira, o processo do Arizona diz que o Google continuou a rastrear os movimentos dos usuários por meio de “atividades na Web e de aplicativos” e outros meios, mesmo que optassem por desativar o histórico de localização.

O Google disse que introduziu uma série de novos recursos que dão aos usuários mais controle sobre seus dados, incluindo exclusão automática de dados de localização, modo de navegação anônima nos mapas do Google e divulgações mais detalhadas sobre sua política.

O Google tem sido objeto de vários processos nos últimos anos. Em julho, 36 estados e o promotor público da capital, Washington, processaram a subsidiária Alphabet por supostas práticas anticompetitivas relacionadas à sua loja de aplicativos Google Play.

Dois outros processos estão em andamento nos Estados Unidos relacionados à posição dominante do buscador Google, e um terceiro à tecnologia utilizada na publicidade.

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