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Contas de Campo Verde e outros três municípios recebem parecer favorável do TCE-MT

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Tony Ribeiro/TCE-MT

Por unanimidade, o Pleno do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) emitiu parecer prévio favorável à aprovação das contas anuais de governo de Campo Verde, Querência, Peixoto de Azevedo e Carlinda.

Os processos, sob relatoria do conselheiro Antonio Joaquim, dizem respeito ao exercício de 2020 e foram apreciados durante a sessão ordinária remota desta terça-feira (30).

Na ocasião, explicou que Campo Verde cumpriu com todos os limites constitucionais e legais. “O Município cumpriu com suas obrigações constitucionais em relação à educação e saúde, remuneração do magistério, repasses ao Legislativo e gastos com pessoal.”

“Não houve irregularidades no registro dos recursos públicos destinados ao enfrentamento da pandemia de Covid-19 e nem no que concerne às regras fiscais de final de mandato”, destacou o conselheiro no caso de Peixoto de Azevedo.

Sobre Querência, chamou a atenção para as despesas com pessoal do Poder Executivo “Embora não tenha superado o limite máximo, ficou ultrapassado o limite prudencial, razão pela qual emite alerta à gestão”, pontuou.

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Com relação à ausência de disponibilização das contas apresentadas pela então prefeita de Carlinda, a falha foi mantida parcialmente. “Embora a gestora tenha disponibilizado as contas no Portal Transparência, não encaminhou ao Poder Legislativo”, avaliou.

Diante disso, constatei que nenhuma das falhas remanescentes nos autos é apta a ensejar a reprovação das contas das quatro gestões, motivo pelo qual teceu recomendações aos atuais prefeitos.

Clique aqui e confira o vídeo completo do julgamento referente a Campo Verde.

Clique aqui e confira o vídeo completo do julgamento referente a Querência.

Clique aqui e confira o vídeo completo do julgamento referente a Peixoto de Azevedo. 

Clique aqui e confira o vídeo completo do julgamento referente a Carlinda. 

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Fonte: TCE MT

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Palestra sobre Prescrição no Âmbito dos Tribunais de Contas totaliza mais de 500 visualizações

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A palestra sobre a Prescrição no Âmbito dos Tribunais de Contas – Decisões Recentes do Supremo Tribunal Federal (STF), realizada nesta segunda-feira (6) pela Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), contabilizou mais de 500 visualizações no canal do TCE-MT no YouTube. 

Supervisor da Escola, o conselheiro José Carlos Novelli fez questão de evidenciar o palestrante, Elísio de Azevedo, e a relevância do tema.

“Estamos muito honrados por nos atender e compartilhar o seu profundo saber sobre o tema caro e relevante, que está sendo objeto de debate e atualização de entendimentos, que é a prescrição no âmbito dos tribunais de contas. Agradeço imensamente sua colaboração para aprimorar o conhecimento do nosso quadro de membros, servidores do TCE, do Ministério Público de Contas (MPC) e das escolas publicas de formação que atuam em cooperação com o TCE”, destacou o conselheiro

Na oportunidade, o supervisor também ressaltou seu período à frente da Escola de Contas. “Creio que essa será a minha derradeira manifestação enquanto supervisor da Escola Superior de Contas, função que me foi designada pelo presidente, conselheiro Guilherme Antonio Maluf, e que desempenhei com muita dedicação, trabalho e zelo. Com a missão de presidir o TCE no biênio 2022/2023, serei substituído nessa supervisão pelo conselheiro Waldir Julio Teis, que tenho certeza terá uma gestão plenamente realizadora”.

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De acordo com o palestrante, a relevância do tema se deve ao fato de que o Supremo Tribunal Federal (STF) vem firmando entendimento contrário ao defendido em julgados do Tribunal de Contas da União (TCU).

Para o STF, o prazo para a prescrição das pretensões punitiva e indenizatória é o mesmo, de cinco anos. Em julgamento unânime, a Suprema Corte negou provimento ao Recurso Extraordinário 636.886/AL, paradigma do Tema 899 de Repercussão Geral. 

No julgamento, foi fixada tese acerca do reconhecimento da prescritibilidade da pretensão de ressarcimento (indenizatória) ao erário, em se tratando de tribunal de contas, que ocorre em cinco anos.

Sendo assim, ao longo do evento, o palestrante, que é advogado atuante há quase duas décadas em processos de controle externo, abordou os impactos da fixação da presente tese e sua aplicação nas decisões do TCU.

Com especialização e experiência em tribunais de contas, Elísio também foi auditor federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União (TCU), é procurador lotado na Procuradoria-Geral do DF e consultor de renomados escritórios de advocacia do País.

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O encontro virtual reuniu participantes de 12 municípios do estado, além de representantes de 11 instituições.

Clique aqui e confira a palestra na íntegra. 

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Fonte: TCE MT

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