SAÚDE

Rio de Janeiro tem 150 mortes em 24 horas por covid-19

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O Rio de Janeiro registrou 150 novos óbitos nas últimas 24 horas, subindo para 13.348 o total mortes por covid-19 no estado. De acordo com o boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, há até esta quinta-feira (30), 163.642 casos confirmados da doença no estado. Há ainda 976 óbitos em investigação, e 321 foram descartados. Entre os casos confirmados, 139.967 pacientes se recuperaram da doença.

Infectados

O município do Rio de Janeiro lidera disparado o número de infectados pelo novo coronavírus com 70.989 doentes. Em seguida vem Niterói, na região metropolitana, com  8.980 infectados. Depois, São Gonçalo (8.257); Duque de Caxias (6.158); Macaé (5.601); Nova Iguaçu (4.120); Angra dos Reis (3.791); Volta Redonda ( 3.361); Itaboraí ( 3.293); Campos dos Goytacazes (2.951); Magé (2.500); Teresópolis (2.398); São João de Meriti (2.261); Belford Roxo ( 2.101); Maricá (2.096); Queimados (2.012); Itaguaí (1.858); Itaperuna (1.668); Cabo Frio (1.419); Nova Friburgo ( 1.236); Rio das Ostras  (1.222); Petrópolis (1.220); Guapimirim (1.124); Três Rios (1.121) e Resende com 1.054 casos estão entre as cidades fluminenses com maior número de infectados.

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Óbitos

Do total de 13.348 mortes de covid-19 no estado, a capital fluminense tem um número expressivo de vítimas, com  8.270 óbitos. Em seguida pela ordem: São Gonçalo (579); Duque de Caxias  (566); Nova Iguaçu ( 427); São João de Meriti (315); Niterói  (300); Belford Roxo (209); Campos dos Goytacazes (204); Itaboraí (160); Magé (158); Petrópolis (137); Mesquita (135); Nilópolis (124); Volta Redonda (117);  Angra dos Reis  (115); Macaé (113); Itaguaí (87); Maricá (82); Teresópolis (79); Cabo Frio (77); Barra Mansa ( 68); Nova Friburgo ( 63) e Rio das Ostras com  (55), estão entre as cidades com maior número de mortes no estado.

Para mais informações, clique aqui e acesse o painel de monitoramento de casos no estado do Rio de Janeiro.

Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

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SAÚDE

Fiocruz: aumento de casos e óbitos de Covid-19 deve servir de alerta

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Agência Brasil

Entre 8 e 21 de novembro, foi observada tendência de alta na incidência da doença nos estados do Amapá, Rio de Janeiro, de São Paulo, do Paraná e de Santa Catarina
Foto: Pixabay/Fernando Zhiminaicela

Entre 8 e 21 de novembro, foi observada tendência de alta na incidência da doença nos estados do Amapá, Rio de Janeiro, de São Paulo, do Paraná e de Santa Catarina

O aumento de casos e óbitos de covid-19 no Brasil entre 8 e 21 de novembro ainda não pode ser chamado de segunda onda, mas deve servir de alerta para reforçar o sistema de saúde, avalia o Boletim Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que foi atualizado ontem (26) com os dados das semanas epidemiológicas 46 e 47.

O texto pede atenção na análise dos dados, já que as semanas estudadas sucedem um período em que houve defasagem nos registros, no contexto dos ataques cibernéticos sofridos por órgãos federais.

“Ainda não se pode afirmar que o Brasil vive uma segunda onda da pandemia, mas a inversão da tendência de redução desses indicadores [de casos e óbitos] deve servir como alerta para todo o sistema de saúde, no sentido de reforçar a infraestrutura hospitalar e intensificar ações de atenção primária integrada à vigilância”, afirma o boletim, que reitera a importância de combinar o distanciamento social à realização de testes para a identificação ativa de casos e contatos, com isolamento dos casos e quarentena dos contatos.

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A Fiocruz avalia ainda que “a combinação dos problemas no fluxo de dados e o aumento súbito do número de casos deve ser tratada com bastante atenção, pois significa que no momento atual podemos ter um quadro de indicadores que efetivamente não reflete a realidade, agravado pela ausência de testes e de busca ativa de casos e contatos”.

Entre 8 e 21 de novembro, foi observada tendência de alta na incidência da doença nos estados do Amapá, Rio de Janeiro, de São Paulo, do Paraná e de Santa Catarina. Já o número de óbitos sofreu “aumento expressivo” em Roraima (+7,9%), Minas Gerais (+6,6%), no Rio de Janeiro (+10,1%), em São Paulo (+7,7%),  no Rio Grande do Sul (+5,2%) e em Goiás (+7,5%).

A Fiocruz aponta que a incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país voltou a crescer e “revela um quadro preocupante”. As taxas mais altas no período ocorreram em Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, no Distrito Federal, Paraná, em São Paulo e no Rio Grande do Sul.

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A ocupação dos leitos de unidade de terapia intensiva para covid-19, segundo o boletim, continuou em uma tendência de piora, com Amazonas (86%) e Espírito Santo (85,1%) na zona de alerta crítica. A situação piorou na Bahia (61,1%), em Minas Gerais (64,5%), no Rio de Janeiro (70%) e em Santa Catarina (78,1%), e esses estados voltaram para a zona crítica intermediária.

Fonte: IG SAÚDE

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