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Prefeitura do Rio conclui calendário de vacinação de idosos

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A Prefeitura do Rio de Janeiro concluiu neste sábado (24) a vacinação de idosos. O calendário terminou com a repescagem de pessoas com 60 anos ou mais. Os dados mais atualizados da Secretaria Municipal de Saúde indicam que 92,6% dos idosos já foram vacinados. Pessoas nessa faixa são as que mais se internam, além de apresentar maior risco de morte quando expostas à covid-19.

O fim do calendário não significa, no entanto, que quem não tomou a vacina no período destinado não possa mais ser imunizado. O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, informou nesta sexta-feira (23), durante apresentação do 16º Boletim Epidemiológico da prefeitura, que, a partir de agora, idosos que ainda não receberam a primeira dose podem procurar qualquer posto de saúde em qualquer dia da semana para se vacinar.

Busca ativa

Para identificar quem ainda não foi imunizado, a prefeitura vai começar uma busca ativa, incluindo idosos que estão acamados. O trabalho será feito em todas as unidades de saúde da prefeitura e, além do cruzamento de dados, contará com a participação agentes comunitários de saúde, médicos e profissionais das equipes de saúde da família.

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Além de idosos, o calendário deste sábado incluiu profissionais de saúde a partir de 45 anos. A vacinação ocorreu nas 236 unidades de atenção primária do Rio, como as clínicas da família e os centros municipais de saúde, e em postos extras espalhados pela cidade.

Balanço

Dados da Secretaria Municipal de Saúde indicam que a cidade vacinou 1.352.098 pessoas com a primeira dose, o que corresponde a 20% da população. Nos idosos, o percentual alcançou 92,6%. Imunizados com a segunda dose somam 419.286, gerando um total de 1.771.384 pessoas com o esquema vacinal completo.

Profissionais da educação

Os secretários municipais de Educação, Renan Ferreirinha, e da Saúde, Daniel Soranz, acompanharam neste sábado a imunização de profissionais que trabalham em unidades de educação básica, entre eles, merendeiros, professores, secretários escolares e diretores.

Segundo Ferreirinha, a partir da próxima segunda-feira (26), começam a ser vacinados todos os profissionais de educação, incluindo a rede privada e o ensino superior. Para receber a vacina, é preciso levar o último contracheque e o documento de identificação com foto.

“Escolas particulares, faculdades, universidades tanto públicas como privadas. Começa com 59 anos e depois vai descendo e a previsão é ir até 45 anos no mês de maio. Chegando mais vacina, a gente vai expandindo para mais idades”, contou à Agência Brasil.

Edição: Paula Laboissière

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Fonte: EBC Saúde

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Covid-19: Número de mortes diminui, mas casos aumentam no Brasil, diz Fiocruz

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Covid-19: Número de mortes diminui, mas casos aumentam no Brasil, diz Fiocruz
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Covid-19: Número de mortes diminui, mas casos aumentam no Brasil, diz Fiocruz

O número de mortes por Covid-19 está caindo no país, mas os índices de novos casos continuam em ascensão. Os dados fazem parte do Boletim Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta terça-feira (27).

O levantamento mostra ainda que foi registrada redução na ocupação de leitos de UTI covid-19 no SUS. Os índices são referentes à última semana epidemiológica, de 18 a 24 de julho. A taxa de mortalidade diminuiu 0,3% em relação à semana anterior. No entanto, houve um aumento da taxa de incidência de casos de covid-19 em 2,9%.

A diferença entre a curva de novos casos e a curva de óbitos é mais um indício, segundo os cientistas da Fiocruz, da nova fase da pandemia no Brasil, em que há intensa circulação do vírus, mas com menor impacto sobre as demandas de internação e sobre o número de mortes.

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“É importante salientar que os números de casos (média de 46,8 mil casos novos por dia) e de óbitos (1.160 óbitos por dia) estão ainda em patamar muito elevado”, afirmaram os pesquisadores do Observatório Covid-19.

De acordo com o boletim da Fiocruz, a análise da disponibilidade de leitos sustenta que apenas Goiás e Distrito Federal permanecem na zona de alerta. Porém, no segundo caso, os dados refletem a recente retirada de leitos para os casos de covid-19 frente à redução da demanda.

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Dezesseis estados estão fora da zona de alerta e nove se encontram na zona de alerta intermediária, com a maioria das taxas entre 60% e 65%. Foi registrada ainda uma pequena redução da taxa de letalidade — ou seja, a proporção dos casos que resultaram em óbitos. Agora, o indicador está em torno de 2,5%.

Vacina contra a Covid-19

Segundo dados do Ministério da Saúde, o país vacinou mais de 59,6% da população adulta com pelo menos uma dose da vacina e cerca de 23% com o esquema completo de imunização.

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As pesquisas realizadas até o momento indicam que as pessoas completamente vacinadas (com duas doses, no caso da maioria das vacinas aplicadas no Brasil) estão protegidas contra a variante Delta.

Os cientistas do Observatório, no entanto, destacam que a proteção oferecida por uma única dose, com exceção da vacina da Janssen, é muito reduzida em comparação ao regime de imunização completo.

“Os não vacinados (40,4% da população) encontram-se ainda vulneráveis e com risco alto de infecção e de desenvolver a doença em formas graves, o que pode demandar atendimento hospitalar e resultar em óbitos”, alertaram os pesquisadores.

Fonte: IG SAÚDE

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