SAÚDE

Índia ultrapassa México e se torna 3º país com mais mortes por Covid-19 no mundo

Publicados

em


source
Índia ultrapassa México e se torna 3º país com mais mortes por Covid-19 no mundo
Pixabay

Índia ultrapassa México e se torna 3º país com mais mortes por Covid-19 no mundo

Índia ultrapassou o México,  nesta segunda-feira (3), e se tornou o terceiro país com mais mortes por Covid-19 no mundo. Os dados são da Universidade Johns Hopkins e do “Our World in Data”, projeto ligado à Universidade de Oxford.

O total de vítimas até o momento no país é de quase 219 mil e o de infectados é de 19,9 milhões. Nesta segunda, o país mais afetado pela pandemia atualmente registrou mais 3,4 mil mortes e 368 mil casos da doença.

Com isso, a Índia assumiu o lugar do México, que tem 217,2 mil óbitos, e agora só está atrás de Estados Unidos (577 mil) e Brasil (407 mil). Com mais de 1,3 bilhão de habitantes, a Índia é também o segundo em número de casos confirmados, atrás apenas dos EUA (32,4 milhões) e à frente do Brasil (14,7 milhões).

Situação crítica

O país é responsável por 46% de todos os novos casos e 26% de todas as novas mortes do mundo nos últimos sete dias. Mesmo com os números elevados, ainda há a possibilidade de subnotificação, alertam autoridades sanitárias.

situação na Índia é crítica. Faltam leitos, remédios e oxigênios nos hospitais por todo o país. Crematórios e cemitérios não conseguem atender à quantidade de corpos, e cremações em massa têm sido realizadas para dar conta da quantidade de corpos.

Fonte: IG SAÚDE

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

SAÚDE

Queiroga diz que ministério estuda campanha de testagem contra covid

Publicados

em


O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou neste domingo (16) que está em estudo na pasta uma ampla campanha de testagem da população brasileira para o novo coronavírus, causador da covid-19. A declaração foi dada em Botucatu, no interior paulista. O município começou a vacinar hoje toda a população entre 18 e 60 anos contra a covid-19, em uma iniciativa que faz parte de estudo inédito sobre a eficácia do imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford, em parceria com a AstraZeneca e a Funadação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

Sobre a interrupção na produção de vacinas contra o coronavírus pelo Instituto Butantan pela falta do ingrediente farmacêutico ativo (IFA), Queiroga ressaltou que a carência da matéria-prima é mundial. “É importante passar uma mensagem positiva para a sociedade brasileira, e não essa cantilena de que está faltando [IFA]. O Brasil precisa de tranquilidade para superarmos juntos essa dificuldade sanitária”, disse.

Ainda sobre a dificuldade na aquisição de vacinas, o ministro lembrou que o Brasil faz parte do acordo Covax Facility, que alocou US$ 150 milhões para garantir a cobertura vacinal de 10% da sua população. “A prova dessa dificuldade de doses é que mesmo a OMS [Organização Mundial da Saúde] tem dificuldade de entregar as doses que se comprometeu conosco e nem por isso nós ficamos criticando a OMS.”

Leia Também:  Osasco se torna centro de tecnologia e vai abrigar iFood e Mercado Livre

Queiroga acrescentou que o Brasil tem um trabalho diuturno para ter mais vacinas. Ele disse que, nesse sentido, o país é o quinto que mais distribui doses. “O Brasil está indo bem na campanha de vacinação. Poderia ir melhor? Claro que sim, se tivéssemos mais doses”, ressaltou.

Marcelo Queiroga destacou ainda que a curva epidemiológica brasileira em relação não só a óbitos como internações hospitalares vem tendo queda e, por isso, incentivou outras medidas. “Nós precisamos, além da vacinação, de incentivar as medidas não farmacológicas, como uso de máscaras e distanciamento social.”

O ministro destacou que o momento é de união e citou ações do governo como o pagamento do auxílio emergencial. “Vamos construir juntos um cenário que permita resgatar a saúde pública e devolver as condições econômicas no nosso país”, afirmou.

Pesquisa

O município de Botucatu tem cerca de 150 mil habitantes, dos quais 106 mil são maiores de 18 anos. Pelo projeto de vacinação em massa, todos esses receberão imunização contra a covid-19, e os casos positivos na regiã, serão sequenciados. A expectativa é saber a efetividade da vacina produzida pela Fiocruz contra todas as cepas que circulam na cidade.

Leia Também:  CoronaVac: Butantan entrega mais 1 milhão de doses ao Ministério da Saúde

Além da efetividade contra as variantes, o estudo servirá para comparar o quão eficiente foi a vacinação em massa em relação aos demais municípios da região. Botucatu abriga uma unidade do Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e, por isso, tornou-se um polo de referência na região.

O estudo terá duração estimada de oito meses. O período incluiu a aplicação das duas doses – com intervalo de 90 dias – e o acompanhamento da população imunizada.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RONDONÓPOLIS

mato grosso

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA