SAÚDE

Hospital de Bonsucesso será reaberto parcialmente após incêndio

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O Hospital Federal de Bonsucesso (HFB) será reaberto parcialmente a partir da próxima semana. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (30) pelo Ministério da Saúde. O hospital foi atingido por um incêndio na última terça-feira (27), e o prédio 1 foi interditado pela Defesa Civil do Município.

“Na próxima quarta-feira (4), os prédios 3, 4, 5 e 6 do hospital retomam suas atividades. Terão continuidade as consultas ambulatoriais, sessões de quimioterapia, entrega de medicamentos oncológicos, realização de exames laboratoriais e retirada de resultados e doação de sangue. Emergências, cirurgias, internações, hemodiálise e exames de imagens, que funcionavam no prédio afetado, permanecem suspensos temporariamente até a conclusão dos reparos necessários”, disse o ministério em nota.

A apuração dos fatos que levaram ao incêndio segue em andamento, com perícia a cargo da Polícia Federal (PF). O Ministério da Saúde informou que vai verificar a necessidade orçamentária extra para apoiar as soluções e obras para o restabelecimento pleno do prédio e das estruturas afetadas.

Segundo o ministério, o Centro de Atenção à Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente, localizado no prédio 2 do complexo hospitalar, passará por avaliação técnica para o retorno dos atendimentos. Quatro pessoas morreram, após serem transferidas às pressas durante o incêndio.

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Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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SAÚDE

Covid-19: Saúde anuncia recursos para leitos e programa de imunização

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O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou hoje (26) que recursos remanescentes para o enfrentamento da pandemia de covid-19 serão aplicados em leitos e no programa de imunização. 

O titular do Ministério da Saúde informou que se reuniu com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) para discutir a aplicação dos recursos remanescentes na pasta para ações relacionadas à pandemia, montante na casa dos R$ 6 bilhões.

O valor deverá ser investido em leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), por meio de repasse a estados e municípios com vistas a manter leitos abertos, adiantando recursos de custeio de parte da estrutura que seriam repassados em 2021.

“Pactuamos hoje que vamos trabalhar com a incorporação do maior número possível de UTIs, vamos continuar com as UTIs que foram feitas para a covid-19, dentro das regras do SUS [Sistema Único de Saúde]. Isso vai permitir que Brasil dê salto em atendimento. Vamos cumprir um ano adiantado, para 2021”, sublinhou.

Pazuello acrescentou que parte dos recursos também será direcionada para despesas relativas a cirurgias tratamentos impactados pela pandemia. Outra destinação será o planejamento e execução do plano de imunização contra a covid-19.

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O ministro afirmou que a definição da logística deste plano ocorrerá quando houver mais informações sobre quais vacinas estarão disponíveis. “Cada vacina tem característica diferente, número de dose, logística. Precisamos aproximar da chegada para fechar o plano logístico”, disse.

Prematuridade

Pazuello participou de uma entrevista coletiva acerca de ações para apoio a crianças prematuras e suas mães, da gestão ao puerpério. Uma portaria foi assinada liberando R$ 324 milhões em iniciativas voltados a estes públicos.

Os valores serão disponibilizados a mais de 600 maternidades ligadas à rede do SUS. Estas poderão solicitar recursos para a aquisição de equipamentos e estruturas, como camas, cardiotopografia (para avaliação do bem-estar do feto), banquetas de parto e sonar doppler (para ouvir o coração do bebê).

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, durante apresentação de ações voltadas ao cuidado às gestantes e recém-nascidos no Sistema Único de Saúde (SUS).O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, durante apresentação de ações voltadas ao cuidado às gestantes e recém-nascidos no Sistema Único de Saúde (SUS).

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, durante apresentação de ações voltadas ao cuidado às gestantes e recém-nascidos no Sistema Único de Saúde (SUS). – Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

“Repiques”

Pazuello disse também que não há, no país, uma segunda onda de covid-19, termo utilizado por especialistas, e apresentou outra classificação. Segundo ele, a primeira onda seriam os casos e mortes, com “repiques”. A segunda onda consistiria em cirurgias e tratamentos não realizados pelo cancelamento de cirurgias eletivas ou pelo medo de pacientes de se dirigirem ao hospital.

“Estamos falando também de repique de contaminação e mortos em algumas regiões. É só acompanhar o site [Painel Covid-19 do Ministério da Saúde] e podemos ver os dados. No Sul e Sudeste o repique é mais claro. No Norte e Nordeste o repique é menos impactante, com algumas cidades fora da curva. No Centro-Oeste é mais no meio do caminho”, analisou.

Conforme o ministro, a terceira onda envolveria os casos de violência doméstica contra a mulher em função do isolamento, com violência psicológica e física, incluindo feminicídios, estupros e outras práticas condenáveis. “A quarta onda é aumento de casos de automutilação e suicídios. Não confundam ondas como novo surto. É surto que podem virar endemia e depois pandemia, o troço é grave. Temos que estar atentos”, completou Pazuello.

Edição: Bruna Saniele

Fonte: EBC Saúde

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