RONDONÓPOLIS

SAÚDE

Governo não respondeu Anvisa sobre recomendação de vacina para entrar no Brasil

Publicados

em


source
Anvisa recomendou testes de covid-19 e vacinação para viajantes que chegam ao Brasil
Divulgação/GRU Airport

Anvisa recomendou testes de covid-19 e vacinação para viajantes que chegam ao Brasil

O Governo Federal não respondeu a Anvisa sobre as recomendações para a entrada de viajantes no Brasil em meio à pandemia. A agência divulgou hoje duas notas técnicas com orientações que, segundo comunicado divulgado à imprensa, foram encaminhadas à Casa Civil em 12 de novembro, há quase duas semanas.

A Anvisa afirma que o conteúdo visa subsidiar as decisões sobre eventuais restrições para ingresso no Brasil considerando o cenário atual de preocupação em outros continentes. Na Europa, uma nova onda de contágios aumentou o número de mortes nas últimas semanas, resultando também na volta das medidas de restrição e lockdown.

Na África, foi detectada uma nova variante que se mostrou mais contagiosa e com um número maior de mutações.

A nota técnica 112 trata sobre a entrada por vias terrestres, recomendando que todos os viajantes estejam com esquema vacinal completo.

Leia Também

“Eventual dispensa de comprovação de status de vacinação deve ser avaliada pelo Ministério da Saúde, considerando, em especial, os países em que a cobertura vacinal tenha atingido a imunidade coletiva ou que esteja em níveis de cobertura vacinal e contexto epidemiológico considerados seguros”, diz o texto.

O segundo documento, 114, trata da chegada por vias aéreas, também alertando para a necessidade de mudar a atual política de fronteiras brasileira e passar a exigir o comprovante com as duas doses da vacina contra covid-19 ou dose única.

Em ambos os casos, a segunda dose ou dose única da vacina teria que ter sido recebida 14 dias antes da viagem. Se adotado, o protocolo exigiria também testagem para vacinados e não vacinados e o preenchimento da Declaração de Saúde do Viajante (DSV). Pessoas não imunizadas teriam que permanecer em auto quarentena até o resultado do teste.

O iG entrou em contato com a Casa Civil, e aguarda resposta. A reportagem será atualizada assim que possível. 

Leia Também:  Procon-SP acompanhará transferência de contratos entre Amil e A.P.S.
Fonte: IG SAÚDE

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

SAÚDE

Plataforma informa disponibilidade de vacina para criança em São Paulo

Publicados

em


A partir de hoje (16) estão disponíveis para os pais as consultas sobre a disponibilidade de doses pediátricas da vacina contra a covid-19 e também a movimentação das unidades de saúde de São Paulo. Basta acessar a plataforma De Olho na fila. Com isso, é possível verificar as informações antes da ida aos postos de saúde, podendo escolher o horário mais conveniente.  

A vacinação das crianças de 5 a 11 anos de idade com comorbidades ou deficiência permanente (física, sensorial ou intelectual) começou às 8h na cidade de São Paulo. A imunização também estará disponível para crianças indígenas aldeadas da mesma faixa etária. O esquema vacinal para as crianças é de duas doses, com intervalo de oito semanas entre uma e outra.

Para receber a dose as crianças devem estar acompanhadas por um responsável maior de 18 anos e apresentar documento de identificação (preferencialmente CPF – Cadastro de Pessoa Física), carteirinha de vacinação, comprovante de condição de risco para os comórbidos (exames, receitas, relatório ou prescrição médica físicos ou digitais, contendo o número do CRM (Conselho Regional de Medicina) do médico e com até dois anos de emissão e comprovante da deficiência para os deficientes permanentes (laudo médico, cartão de gratuidade no transporte público, documentos comprobatórios de atendimento em centros de reabilitação ou unidades especializadas ou documento oficial de identidade com a indicação da deficiência).

Leia Também:  Ômicron é o fim da pandemia ou levará hospitais ao colapso?

Imunização

A capital paulista recebeu na sexta-feira (14), 64.090 doses de vacinas destinadas à imunização de crianças. Elas foram distribuídas para as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs/UBSs Integradas), encarregadas da aplicação dos imunizantes.

Para consultar a lista de endereços das UBSs basta acessar o site.

Entram na lista de comorbidades insuficiência cardíaca; cor-pulmonante e hipertensão pulmonar; cardiopatia hipertensiva; síndrome coronariana; valvopatias; miocardiopatias e pericardiopatias; doença da aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosa; arritmias cardíacas; cardiopatias congênitas; próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados; talassemia; síndrome de Down; autismo; diabetes mellitus; pneumopatias crônicas graves; hipertensão arterial; doença cerebrovascular; doença renal crônica; imunossuprimidos (incluindo pacientes oncológicos); anemia falciforme; obesidade mórbida; cirrose hepática e HIV.

Já as deficiências permanentes físicas são a limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas; as sensoriais que incluem indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de ouvir mesmo com uso de aparelho auditivo; as visuais que abrangem indivíduos com baixa visão ou cegueira; e a intelectual considera indivíduos com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais.

Leia Também:  Ministro da Saúde defende aplicação de dose de reforço contra covid

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RONDONÓPOLIS

mato grosso

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA