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“Febre” na pandemia, oxímetro funciona menos em pessoas negras

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O Reino Unido alertou neste sábado que os aparelhos usados em casa para medir os níveis de oxigênio no sangue de pacientes de covid-19 podem favorecer diagnósticos “equivocados” em negros.

Por meio de um comunicado oficial, o serviço de saúde do Reino Unido apontou que fez uma alteração em suas diretrizes para o uso dos oxímetros, após um estudo que advertia que os oxímetros aumentavam “às vezes” os níveis de oxigênio no sangue “de pessoas com a cor da pele mais escura”.

Os oxímetros de pulso, muito usados pelos próprios pacientes para monitorar um possível agravamento do quadro de coronavírus, funcionam por meio de uma luz que permite medir a quantidade de oxigênio no sangue.

Entretanto, ficou comprovado que alguns dados imprecisos podem atrasar uma hospitalização de um paciente. “Devemos tentar saber os possíveis limites de alguns equipamentos médicos, especialmente nos setores da população que apresentam um maior risco para esta doença”, disse o médico Habib Naqvi, diretor do Observatório da Raça e da Saúde.

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“Isso inclui diversas comunidades de negros e asiáticos que usam os oxímetros de pulso para controlar seus níveis de oxigênio em casa”, enfatizou.

Apesar do estudo, o Reino Unido segue recomendando o uso dos oxímetros. Além disso, aconselha aos pacientes que, em vez de observar a quantidade total de oxigênio, o paciente priorize as alterações significativas, já que isso permite “ver se os níveis de oxigênio diminuem, embora o oxímetro não seja totalmente preciso”.

Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19: Ministério da Saúde testa meia dose de vacina como reforço

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Covid-19: Ministério da Saúde testa meia dose de vacina como reforço
Reprodução: iG Minas Gerais

Covid-19: Ministério da Saúde testa meia dose de vacina como reforço

Ministério da Saúde passou a realizar um estudo, em conjunto com a Universidade de Oxford, para viabilizar uma meia dose de vacina contra a Covid-19 como reforço no esquema vacinal. A possibilidade abriria margem para ampliar o número de doses de reforço disponíveis no país. As informações são da jornalista Mônica Bergamo.

O intuito é realizar os testes e entender se a resposta imunológica, com a metade de uma dose completa, geraria uma imunização satisfatória. Com isso, o Brasil e outros países poderiam vacinar o dobro de pessoas com a mesma quantidade de doses disponíveis.


O estudo começou em agosto e também verificará a intercambialidade da Coronavac – com as duas doses – e com outros quatro imunizantes de reforço: a própria Coronavac, Pfizer, Janssen e AstraZeneca.

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Fonte: IG SAÚDE

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