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Diabético pode comer pão?

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Pães podem ou não fazer parte da dieta dos diabéticos
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Pães podem ou não fazer parte da dieta dos diabéticos

Tradicional na mesa do brasileiro, o pão francês é considerado por muitas pessoas e até profissionais de saúde um “vilão” na vida de quem convive com diabetes. Por isso, eu decidi explicar neste texto, de forma simples e objetiva, como o consumo do pão impacta no controle da glicemia. Além disso, o que as pessoas com diabetes precisam saber e o que de fato faz toda a diferença ao consumir o pãozinho francês.

A explicação é tão simples e eu demorei muito para entender. Fiquei quase dois anos sem comer pão francês depois que recebi o diagnóstico de diabetes tipo 1. Lembro-me do médico dizendo que o pão era um veneno para diabetes. Fiquei tão assustado que decidi não comer mais. Em casa, todos comiam, mas eu não. Era uma tortura ver aquele pãozinho na mesa e não comer.

Um fato curioso é que o mesmo médico que me pediu para cortar o pão da vida, me orientou comer torradas no lugar. Se você nunca leu o rótulo das torradas, vale a pena. E você vai entender que não faz sentido nenhum. A torrada pode ser uma opção, mas não a solução.

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Sim, o pão francês faz aumentar a glicose no sangue, mas isso não significa que pessoas com diabetes não podem comer e muito menos que é um veneno, como alguns dizem por aí.

Segundo Carol Netto, nutricionista e mestre em diabetes, um pão francês (50g) tem 28 gramas de carboidrato (vira glicose na corrente sanguínea). Por ser feito de farinha branca, a velocidade que isso faz subir a glicose é muito rápida, mas algumas estratégias, de acordo com a nutricionista, podem ajudar a frear essa subida, ou seja diminuindo o pico glicêmico.

Consumir o pão com um pouco de manteiga é uma das opções. Claro, não é para exagerar também, né? Outra dica importante é consumir o pão com uma fatia queijo ou com ovo, por exemplo. São maneiras de evitar que o carboidrato simples vire açúcar rapidamente.

Mas isso significa que diabéticos podem comer pão francês? A resposta é SIM. O grande vilão nesse caso se chama quantidade, explica Carol Netto. Até mesmo um pão integral vai fazer a glicose subir, mas o pico glicêmico é mais lento e menor por causa das fibras, de acordo com a educadora em diabetes.

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No caso do pão francês tradicional é importante consumir sempre acompanhado, seja por gordura ou por proteína, assim você consegue evitar a subida repentina da glicose. Também não exagere na quantidade. Uma coisa é comer um pão. Outra é comer dois, três…

Comer demais não faz bem para ninguém, seja com ou sem diabetes. Equilíbrio é a palavra-chave quando se convive com diabetes. Monitorar a glicose antes das refeições, tomar as medicações prescritas pelo seu médico ou aplicar insulina também ajudam a melhorar o controle da glicose e assim evitar as complicações do diabetes mal controlado.

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Fonte: IG SAÚDE

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Covid em SP: SMS solicita que pessoas 35+ recebam 2ª dose adicional

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SMS de São Paulo solicita que população acima de 35 ano recebe segunda dose de reforço
Reprodução: BBC News Brasil

SMS de São Paulo solicita que população acima de 35 ano recebe segunda dose de reforço

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) enviou, na manhã desta terça-feira (5), um ofício ao Ministério da Saúde (MS) solicitando que a população acima de 35 anos de idade seja incluída no calendário de vacinação com a segunda dose adicional (DA2) contra a Covid-19 . A estimativa populacional desse contingente é de cerca de 1 milhão de pessoas.

Ao todo, a cidade já aplicou mais de 33 milhões de doses. Até ontem (4), 2.260.434 de doses foram aplicadas como 2ª dose adicional, cobrindo 56,8% do público elegível. Outras 7.742.644 doses foram aplicadas como 1ª dose de reforço, equivalente a 81,3% de cobertura vacinal.

Para o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco, a dose de reforço é essencial para continuar protegendo a população de quadros mais graves da Covid-19.

“São Paulo é a capital mundial da vacina e essa grande adesão da população à vacinação mostrou sua eficiência e importância para evitar que casos de Covid-19 se agravem e levem a internações. Pedimos à população que procure a UBS mais próxima de sua casa ou trabalho e não deixe de se vacinar.”


Atualmente, são esperadas cerca de 627 mil pessoas que, por razões desconhecidas, deixaram de receber a segunda dose (D2) contra a Covid-19 na capital. Há também 2,5 milhões de pessoas aptas para a primeira dose adicional da vacina (DA1) que ainda não procuraram os postos.

Por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBSs), a SMS realiza rotineiramente busca ativa dessa população e disponibiliza, de segunda a domingo, inclusive em feriados, a vacinação em diversos postos por toda a cidade.

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Fonte: IG SAÚDE

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