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Dia do Combate à Hipertensão: 5 hábitos para prevenir a doença

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No dia 26 de abril é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial
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No dia 26 de abril é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial

Nesta terça-feira (26), é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial. Instituída com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de diagnosticar e tratar a doença, a data promove por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) campanhas educativas de diagnóstico preventivo da hipertensão arterial e doenças cardiovasculares, que constituem a principal causa de mortalidade nas últimas décadas.

O monitoramento da pressão arterial e o controle de fatores de risco pelas pessoas são fundamentais para controlar o avanço silencioso destas doenças. Além disso, a prática de alguns hábitos também pode ajudar a prevenir a hipertensão. São eles:

• Beber mais água e evitar bebidas adocicadas; • Manter um peso adequado; • Aumentar o consumo de alimentos naturais, como frutas e verduras, e com pouca gordura e sal. Evitar alimentos industrializados; • Fazer atividades físicas regularmente, como caminhada, além de outras práticas corporais (dança ou esportes, por exemplo); • Ter mais momentos de interação social e evitar hábitos que prejudicam o bem-estar emocional e psicológico, como consumo de tabaco, álcool e outras drogas, uso prolongado de aparelhos e jogos eletrônicos.

Pacientes com suspeita de hipertensão ou doenças cardiovasculares podem buscar atendimento médico na Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua residência para diagnóstico e tratamento. Os endereços estão disponíveis na plataforma Busca Saúde .

Fonte: IG SAÚDE

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SAÚDE

Varíola dos macacos: entidades criticam estigma a homossexuais

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A contaminação pela varíola dos macacos vem se espalhando pelo mundo e trazendo um problema já observado historicamente, quando surgiram os primeiros casos de HIV. Chamada na década de 80 por diversos nomes pejorativos relacionados a homossexualidade, a Aids carregou por anos essa estigmatização.

No último dia 1º, um editorial publicado na Revista Brasileira de Enfermagem alerta para a repetição desse risco, pois o olhar discriminatório ao paciente contaminado com a varíola dos macacos pode prejudicar o tratamento, protelando o seu diagnóstico e até mesmo a procura por cuidados com a saúde.

“O fato de relacionar a orientação sexual com o vírus Monkeypox não faz qualquer sentido, já que existem opções de comunicação que se podem mostrar igualmente efetivas, como, por exemplo, focar na prática de relações sexuais entre indivíduos infectados, sem categorizar sexualidades ou práticas em específicos, assumindo uma posição globalizada das ações sanitárias e de controle epidemiológico”, diz o texto.

A própria agência das Nações Unidas para a Aids mostrou preocupação com o fato de a mídia ter reforçado estereótipos homofóbicos e racistas na divulgação de informações em torno da varíola dos macacos.

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Doença

A monkeypox, como é conhecida internacionalmente, não é uma infecção sexualmente transmissível, embora possa se espalhar pelo contato íntimo durante as relações sexuais, quando existe erupção cutânea ativa.

A infecção é transmitida a partir das feridas, fluidos corporais e gotículas de uma pessoa doente. Isso pode ocorrer mediante contato próximo e prolongado sem proteção respiratória, contato com objetos contaminados ou contato com a pele.

Foi o que ocorreu com o professor de inglês Peter Branch, de 48 anos. Ele e seu companheiro moram na capital paulista e foram infectados pela doença. O britânico, que vive no Brasil há mais de 9 anos, queixa-se do preconceito envolvendo a enfermidade.

“Fomos infectados indo a um bar heterossexual. Acho que o mais grave é que homens e mulheres heterossexuais não estão prestando atenção aos sintomas e, portanto, infectando os outros também”, disse. “O que incomoda é que as pessoas pensam que isso é só na comunidade gay”, completou.

Ele conta que apresentou febre, dor de cabeça, cansaço, e que as lesões surgiram depois. Ele recebeu atendimento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. “As manchas doeram um pouco, o chato foi o isolamento, não poder brincar com meus cachorros”. Peter já se sente bem e acompanha a recuperação de seu companheiro.

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Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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