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DF começa a vacinar pessoas acima dos 66 anos de idade no sábado

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O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, anunciou hoje (1º) que a vacinação contra a covid-19 será ampliada para as pessoas acima de 66 anos de idade a partir de sábado (3). Para se vacinar não é preciso agendar, basta comparecer a um ponto de vacinação, inclusive aos fins de semana. 

No Twitter, Ibaneis escreveu que o planejamento era aumentar para os 65 anos a faixa etária de vacinação, mas que não foi possível por “dificuldade de abastecimento de vacinas”. Ele disse esperar que o Ministério da Saúde “possa liberar uma nova remessa o mais breve possível”.

Uma remessa de 116 mil doses deve ser recebida pelo Distrito Federal até a sexta-feira (2), mas devido a uma redução nas previsões de entregas para abril, o governo distrital decidiu reservar todos os imunizantes para a segunda dose de quem já recebeu a primeira.

“Diante desse fato, estamos buscando alternativas para não interromper a vacinação por faixa etária, redimensionando o pequeno estoque que ainda temos”, escreveu Ibaneis Rocha. O GDF vinha aumentando de dois em dois anos a faixa etária de vacinação.

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De acordo com a Secretaria de Saúde, foram recebidas até o momento 448.410 doses pelo governo local, das quais 415.980 já foram distribuídas aos pontos de vacinação. O número de vacinados é de cerca de 302 mil pessoas, de acordo com dados atualizados às 19h de quarta-feira (31). Entre os atendidos, 77.222 receberam a segunda dose.

Óbitos 

Ontem (31), o DF bateu recorde no número de mortos por covid-19 confirmados em 24 horas, com 117 óbitos. Desses, 11 morreram na quarta-feira (31), enquanto as demais pessoas morreram ao longo do mês, mas só agora tiveram o diagnóstico confirmado.

De acordo com o último boletim divulgado pela pasta da Saúde, o DF acumula 6.029 mortes por covid-19 desde o início da pandemia. O total de infectados até o momento é de 344.364 pessoas.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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Covid-19: Número de mortes diminui, mas casos aumentam no Brasil, diz Fiocruz

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Covid-19: Número de mortes diminui, mas casos aumentam no Brasil, diz Fiocruz
Macau Photo Agency/Unsplash

Covid-19: Número de mortes diminui, mas casos aumentam no Brasil, diz Fiocruz

O número de mortes por Covid-19 está caindo no país, mas os índices de novos casos continuam em ascensão. Os dados fazem parte do Boletim Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta terça-feira (27).

O levantamento mostra ainda que foi registrada redução na ocupação de leitos de UTI covid-19 no SUS. Os índices são referentes à última semana epidemiológica, de 18 a 24 de julho. A taxa de mortalidade diminuiu 0,3% em relação à semana anterior. No entanto, houve um aumento da taxa de incidência de casos de covid-19 em 2,9%.

A diferença entre a curva de novos casos e a curva de óbitos é mais um indício, segundo os cientistas da Fiocruz, da nova fase da pandemia no Brasil, em que há intensa circulação do vírus, mas com menor impacto sobre as demandas de internação e sobre o número de mortes.

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“É importante salientar que os números de casos (média de 46,8 mil casos novos por dia) e de óbitos (1.160 óbitos por dia) estão ainda em patamar muito elevado”, afirmaram os pesquisadores do Observatório Covid-19.

De acordo com o boletim da Fiocruz, a análise da disponibilidade de leitos sustenta que apenas Goiás e Distrito Federal permanecem na zona de alerta. Porém, no segundo caso, os dados refletem a recente retirada de leitos para os casos de covid-19 frente à redução da demanda.

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Dezesseis estados estão fora da zona de alerta e nove se encontram na zona de alerta intermediária, com a maioria das taxas entre 60% e 65%. Foi registrada ainda uma pequena redução da taxa de letalidade — ou seja, a proporção dos casos que resultaram em óbitos. Agora, o indicador está em torno de 2,5%.

Vacina contra a Covid-19

Segundo dados do Ministério da Saúde, o país vacinou mais de 59,6% da população adulta com pelo menos uma dose da vacina e cerca de 23% com o esquema completo de imunização.

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As pesquisas realizadas até o momento indicam que as pessoas completamente vacinadas (com duas doses, no caso da maioria das vacinas aplicadas no Brasil) estão protegidas contra a variante Delta.

Os cientistas do Observatório, no entanto, destacam que a proteção oferecida por uma única dose, com exceção da vacina da Janssen, é muito reduzida em comparação ao regime de imunização completo.

“Os não vacinados (40,4% da população) encontram-se ainda vulneráveis e com risco alto de infecção e de desenvolver a doença em formas graves, o que pode demandar atendimento hospitalar e resultar em óbitos”, alertaram os pesquisadores.

Fonte: IG SAÚDE

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