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Brasil se aproxima das 170 mil mortes por Covid-19; média móvel é de 496 óbitos

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Coveiro com roupa impermeável em cemitério Nossa Senhora Aparecida%2C em Manaus
Foto: Alex Pazuello/Prefeitura de Manaus

Coveiro com roupa impermeável em cemitério Nossa Senhora Aparecida, em Manaus

O Brasil se aproxima da marca de 170 mil mortos pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), com mais de 6 milhões de infectados. O País registrou, nesta segunda-feira (23), 16.207 novos casos e 302  novas mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com o levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Até agora, foram confirmados 6.087.608 casos acumulados e 169.485 vidas perdidas desde o início da pandemia.

Já a média móvel de mortes, também verificada pelo boletim, foi de 496. A média móvel de casos ficou em 30.163.

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

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O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 41.276 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 22.028 mortes, seguido por Minas Gerais (9.294), Ceará (9.492), Pernambuco (8.926).

Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (1.210.625), Minas Gerais (398.014), Bahia (386.321), Rio de Janeiro (338.688) e o Ceará (292.663).

Desde o início de junho, o Conass divulga os números da  pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Mais de 58 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo. Do total de doentes, mais de 1,3 milhão morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins. O Brasil segue como o terceiro país do mundo em número de casos de Covid-19 e o segundo em mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

Fonte: IG SAÚDE
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Fiocruz admite possível atraso na produção da vacina

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) admitiu que poderá haver atraso na produção da vacina contra a covid-19 causado pela falta do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA). Em nota divulgada nesta terça-feira (19), a Fiocruz explicou que ainda aguarda a confirmação do insumo-base para a fabricação das vacinas.

“Embora ainda dentro do prazo contratual em janeiro, a não confirmação até a presente data de envio do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) poderá ter impacto sobre o cronograma de produção inicialmente previsto de liberação dos primeiros lotes entre 8 e 12 de fevereiro”, informou a Fiocruz.

Segundo a fundação, o cronograma de produção será detalhado assim que a data de chegada do insumo estiver confirmada. “Ainda que sejam necessários ajustes no início do cronograma de produção inicialmente pactuado, a Fiocruz segue com o compromisso de entregar 50 milhões de doses até abril deste ano, 100,4 milhões até julho e mais 110 milhões ao longo do segundo semestre, totalizando 210,4 milhões de vacinas em 2021”, diz a nota.

A Fiocruz produz a vacina em conjunto com a AstraZeneca.

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Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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