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Brasil registra 176 mortes em 24h e tem menor média móvel desde abril de 2020

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Homem internado em leito de UTI
Ministério da Saúde

Homem internado em leito de UTI

Com as 176 mortes relacionadas à covid-19 relatadas nas últimas 24h, o Brasil chegou aos 601.574 óbitos confirmados desde o início da pandemia. A média móvel de casos, que considera os últimos sete dias, ficou em 316, e é a menor desde abril do ano passado.

Com relação aos casos, foram 7.852 novos relatos, totalizando 21.597.494. A média móvel destas infecções também atingiu uma marca importante – é a menor desde maio de 2020.

Vale lembrar que após fins de semana e feriados, os números tendem a ser mais baixos que o normal. A situação deve ser normalizada amanhã (14).

Desde junho de 2020, após uma confusão com os dados divulgados pelo Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Secretarias de Saúde (Conass) informa os dados referentes à pandemia.

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O Mato Grosso, que não vinha atualizando os dados desde o último dia 9, incluiu os registros de 9 a 13 de outubro, e por isso, apresentou registros mais altos que o normal.

De acordo com a Universidade Johns Hopkins, 239.047.058 pessoas já se contaminaram com o novo coronavírus, e 4.891.279 foram a óbito.

Fonte: IG SAÚDE

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SAÚDE

Covid-19: Em evento na Inglaterra, Queiroga defende ciência e vacina

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Marcelo Queiroga, ministro da Saúde
Tony Winston/MS

Marcelo Queiroga, ministro da Saúde

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, defendeu a ciência e a cooperação científica para o enfrentamento da pandemia. As declarações foram dadas na tarde desta quarta-feira na Universidade de Oxford, na Inglaterra, onde a pasta assinou um termo de intenção para a construção da primeira uma unidade de pesquisa da instituição no Brasil.

“A pandemia nos ensinou muito, mas, sobretudo, ensinou que é através da ciência de qualidade que nós vamos caminhar para ajudar a população mundial a sair de situações como essa”, pontuou Queiroga. “É um aceno para o futuro, para a formação de pesquisadores de altíssimo nível, que poderão, sim, construir um sistema de saúde mais eficiente, mais sólido e com capacidade de atender o Brasil com uma qualidade cada vez maior.”

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O cardiologista também ressaltou a importância da vacina de Oxford/AstraZeneca para reduzir o número de casos, hospitalizações e mortes. O imunizante é produzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no país:

“Essa vacina foi muito importante para reduzir não só o número de casos, mas, sobretudo, o número de óbitos provocado pela pandemia da Covid-19.”

Fonte: IG SAÚDE

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