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Classificação de “risco baixo” faz SMS desativar parte do Projeto Sentinela para triagem da Covid-19

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A redução na classificação de risco ‘moderado’ para ‘baixo’ na contaminação pelo coronavírus, contribuiu e motivou a Secretaria Municipal de Saúde, a estrategicamente desativar a estrutura de parte do Projeto Sentinela, criado em junho de 2020 para a triagem e identificação da covid 19. 

Durante os cerca de 14 meses de funcionamento, as cinco unidades sentinelas como os PSFs Vila Olinda; Vila Rica, Cidade de Deus; Parque das Rosas e, Policlínica Itamaraty, realizaram milhares de atendimentos a pessoas apresentando problemas respiratórios ou com suspeita de contaminação pelo Coronavírus.

Para que isso fosse possível, o panorama da situação epidemiológica da Covid-19 em Mato Grosso apontou uma significativa redução nos casos da doença em Rondonópolis e o município passou da classificação de risco ‘moderado’ para ‘baixo’, na contaminação pelo coronavírus, reduzindo as taxas de contágio e internações hospitalares.

No entanto, como os indicadores de contaminação e internações continuaram a decrescer, a SMS optou pela desativação de três, dos cinco Postos Sentinelas. Essas unidades voltaram a oferecer os serviços de saúde do cotidiano das pessoas, realizando ainda, atendimentos no chamado “Terceiro Turno”, das 18h às 24h (meia noite) de segunda a sexta-feira.

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É bom que se diga que ‘terceiro turno’, é o atendimento em horário diferenciado dispensado para casos de: dor (média e baixa intensidade); febre, e vômitos, entre outros sintomas, desde que não sejam necessariamente de urgência. Já que em casos de urgência, a recomendação é procurar de imediato a Unidade de Pronto Atendimento 24 Horas (UPA), localizada no Jardim Santa Marta.

DUAS CONTINUAM
Conforme informações do Departamento de Atenção à Saúde da SMS, até que a pandemia seja totalmente controlada, duas unidades do sentinela ainda atenderão a população com problemas respiratórios ou suspeita de covid: ou seja: a unidade da Policlínica Itamarati (região da vila operária) e, ESF- Parque das Rosas, no Residencial Margaridas.

Vale lembrar que esse trabalho inovador da criação dos ‘Postos Sentinelas’ pela SMS, foi extremamente importante na execução da política pública de biossegurança e enfrentamento da contaminação da pandemia pelo Coronavírus pela Prefeitura, que procurou de todas as formas, se estruturar e realizar um controle efetivo da doença, bem como propiciar os respectivos tratamentos, reduzindo significativamente muitas complicações, internações e salvando preciosas vidas.

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Lembrando que nesse período, foram realizadas milhares de consultas, triagens, exames clínicos, testes rápidos e, a prescrições de medicamentos pelas equipes médicas, bem como, a entrega imediata da medicação recomendada a cada pessoa testada positivo. 

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Fundo Gestor de Habitação aprova criação do Auxílio Aluguel Social temporário

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A Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Municipal de Habitação e Urbanismo (SMHU), não tem medido esforços para implantar ações que promovam o acesso à moradia digna, principalmente para a população de baixa renda. Com o objetivo de avançar ainda mais na sua política habitacional, o município reuniu nesta sexta-feira (17), na sala de reuniões do Palácio da Cidadania, o Conselho Gestor do Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social (FNHIS).

Na ocasião, além de aprovar o seu regimento, o Conselho Gestor do FNHIS deliberou sobre a criação do Auxílio Aluguel Social, um benefício emergencial voltado para atender famílias de baixa renda que moram em condições precárias ou em área de risco.

Composto por representantes da Prefeitura, Câmara de Vereadores e da sociedade civil organizada, o Conselho Gestor do FNHIS de Rondonópolis é responsável pelo controle dos recursos destinados para habitação de interesse social, bem como garantir a transparência e avaliar a aplicação das verbas do Fundo Municipal, que é constituído por recursos federal, estadual, municipal, além de possíveis doações da iniciativa privada.

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“Estamos regulamentando o Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social e convocamos o seu Conselho Gestor para deliberar nesta reunião sobre ações voltadas para o fortalecimento da nossa política habitacional”, destacou Huani.

A secretária informou que o referido benefício será destinado exclusivamente para o pagamento emergencial e temporário de aluguel de imóvel residencial para aquelas famílias em vulnerabilidade social residentes em locais sem condições de habitabilidade ou em áreas onde há indicação de risco habitacional por enchentes ou desabamentos, por exemplo.

“Já estamos trabalhando para dar o ‘start’ no programa de benefício assistencial temporário de moradia para famílias de baixa renda da nossa cidade”, disse Huani, acrescentando que as famílias que serão beneficiadas fazem parte do cadastro habitacional do município e deverão seguir critérios e cumprir algumas obrigações para serem atendidas com o auxílio de aluguel social.

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