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Sérgio Cabral será transferido de Bangu para batalhão da PM

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Ex-governador Sérgio Cabral
Agência Brasil

Ex-governador Sérgio Cabral



O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, determinou ontem a transferência do ex-governador Sérgio Cabral Filho do presídio de Bangu 8, no Complexo Penitenciário de Gericinó, para o Batalhão Especial Prisional da PM, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio.

A decisão atende a determinação do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro entendeu que procede um pedido da defesa do ex-governador do Rio para que ele se mantenha afastado de pessoas mencionadas em depoimentos de seu acordo de delação premiada.

Em sua decisão, Bretas também indeferiu pedido da defesa de Cabral para que fosse feita a substituição de sua prisão preventiva por prisão domiciliar. O juiz federal entendeu que quando o ex-governador saísse de qualquer unidade prisional administrada pela Secretaria de Administração Penitenciária, a determinação do ministro seria cumprida.

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Cabral está preso preventivamente desde novembro de 2016 e já soma 20 condenações, totalizando 393 anos e dois meses de prisão. Nenhuma delas transitou em julgado ainda. A 20ª condenação do ex-governador ocorreu em junho deste ano, junto com empresários de ônibus que pertenceram à cúpula da Fetranspor, no âmbito da Lava-Jato.


Nesse processo, Cabral foi acusado de corrupção passiva por integrar um esquema de propina envolvendo empresários de ônibus. Na sentença, o ex-governador é apontado como idealizador de esquemas ilícitos. Cabral foi sentenciado a 16 anos e oito meses de prisão neste processo. Também recebeu uma multa de mais de R$ 580 mil.

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Gasbitcoin: Nome do ‘faraó dos bitcoins’ é usado para nova criptomoeda

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Gasbitcoin: Nome do 'faraó dos bitcoins' é usado para nova criptomoeda
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Gasbitcoin: Nome do ‘faraó dos bitcoins’ é usado para nova criptomoeda

Uma criptomoeda criada em “homenagem” a  Glaidson Acácio dos Santos, o “faraó dos bitcoins”, começou a ser divulgada em um site na internet e por meio de um grupo do aplicativo de mensagens Telegram. A moeda foi batizada de GASBitcoin, em referência à empresa GAS Consultoria, fundada por Glaidson. No site, o projeto é apresentado como uma “homenagem a uma empresa de criptoativos de nome parecido sediada no Brasil” e ao “rei do bitcoin brasileiro”.

O token é baseado na rede Binance Smart Chain.No grupo do Telegram, ao qual a reportagem do GLOBO teve acesso, os administradores afirmam que a pré-venda está planejada para ocorrer já no próximo mês.

Segundo informações publicadas no grupo, os organizadores estão concluindo o “white paper” (documento com o projeto detalhado) e planejando o “roadmap” (descrição das fases do projeto, inclusive as futuras). O site ainda está em fase de desenvolvimento.

Por enquanto, quem acessa o site encontra apenas a logo da GASBitcoin com uma foto estilizada de Glaidson e um pequeno texto, que descreve a empresa GAS Consultoria da seguinte forma: “Essa empresa mudou a vida de milhares de brasileiros enquanto pagava 10% mensais aos seus investidores, encerrando suas atividades após ser alvo de uma operação policial, mesmo sem nunca ter lesado nenhum de seus investidores. Naquela operação, foram bloqueados 38 bilhões das contas da empresa e 591 bitcoins. Por esse motivo, nosso token surge como alternativa aos seus ex-investidores e uma homenagem ao ‘Rei do Bitcoin brasileiro’.”

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Criado na quarta-feira, o grupo do Telegram contava com pouco mais de 300 membros na noite desta sexta-feira. Um homem identificado como Antonio Carlos chegou a questionar a utilização da imagem de Glaidson: “Nossa equipe não autorizou nem o Glaidson para uso de imagem e da empresa”, escreveu ele. Posteriormente a mensagem foi apagada e Antonio Carlos foi removido do grupo. Outro integrante do grupo, identificado apenas como Leonardo, afirmou ter perdido dinheiro investido na GAS e perguntou qual era o objetivo do grupo. A resposta foi: Esse grupo é apenas para tratar do projeto do GASBitcoin token. Para assuntos relacionados a outros investimentos, por gentileza procure em outros canais de informação.”

Procurada, a GAS Consultoria informou por meio de sua assessoria de imprensa que desconhece a criptomoeda e reiterou que “ninguém está autorizado a usar seu nome ou imagem com o objetivo de ofertar qualquer tipo de produto ou serviço”.

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Confira a seguir a íntegra da nota enviada:

“A G.A.S. Consultoria informa que desconhece a alegada criação de uma “criptomoeda alternativa” a ser lançada, com menção ao nome da empresa.

A G.A.S. Consultoria reitera que ninguém está autorizado a usar seu nome ou imagem com o objetivo de ofertar qualquer tipo de produto ou serviço.

A empresa registra também que não tem poderes para controlar atos independentes praticados por supostos clientes ou pessoas não identificáveis”.

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