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Riscos da população de rua durante pandemia são tema de debate nesta segunda

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Jorge Araujo/Fotos Publicas
Assistência social - geral - pobreza - situação de rua - Fila de moradores de rua para receber alimentos na hora do almoço da ong Cozinha Solidária na praça Marechal Deodoro centro de São Paulo.
Pessoas dormem na rua no Centro de São Paulo

A Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados realiza audiência pública nesta segunda-feira (7), às 15 horas, para debater os riscos que corre a população em situação de rua durante a pandemia causada pelo novo coronavírus.

A realização do debate foi solicitada pelos deputados Erika Kokay (PT-DF), Glauber Braga (Psol-RJ) e Maria do Rosário (PT-RS).

Foram convidados para o debate representantes das seguintes instituições:
– Movimento Nacional da População em Situação de Rua;
– grupo de pesquisa “População em Situação de Rua – políticas públicas, serviços e processos de trabalho”, da Fiocruz Brasília, Marcelo Pedra Martins Machado;
– Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Tatiana Dias Silva;
– Associação Nacional de Defensores Públicos;
– Clínica de Direitos Humanos Luiz Gama, de São Paulo; e
– Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da. Política Nacional para a População em Situação de Rua (CIAMP-Ru), Veridiana Machado.

O evento será realizado no plenário 8 e terá transmissão interativa.

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Da Redação – AC

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POLÍTICA NACIONAL

Receita Federal aponta movimentação financeira suspeita de Ciro Nogueira

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Senador Ciro Nogueira (PP-PI) aceitou o convite de Bolsonaro para ser o ministro da Casa Civil
Agência Brasil

Senador Ciro Nogueira (PP-PI) aceitou o convite de Bolsonaro para ser o ministro da Casa Civil

Escolhido para ser o  novo ministro da Casa Civil, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) é alvo de cobranças da Receita Federal que somam R$ 17 milhões, segundo documento que consta de um dos inquéritos envolvendo o parlamentar. Os autos de infração que apontam os débitos foram lavrados nos anos de 2017 e 2018. Um deles se refere ao suposto pagamento de propina de R$ 6,4 milhões pelas empresas JBS e UTC, sob investigação no Supremo Tribunal Federal (STF). Os auditores fiscais sustentam que houve omissão dos rendimentos e cobram o recolhimento dos impostos correspondentes aos cofres públicos. O outro caso está relacionado a transações financeiras envolvendo diversas empresas do senador que não foram devidamente declaradas, segundo o Fisco.

O senador contesta as multas em procedimentos, ainda não julgados, apresentados ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Procurado ontem, Nogueira não se manifestou. Alvo de investigações da Lava-Jato sobre o suposto recebimento de propina, Nogueira sempre negou ter cometido qualquer crime.

Encaminhados em agosto de 2018 à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à Polícia Federal, os autos de infração embasaram ações de busca e apreensão, em 2019, em endereços ligados ao senador. Ao analisar as contas bancárias de Nogueira e suas empresas, o Fisco apontou, em relatório, ter encontrado uma série de depósitos em espécie sem a identificação da origem dos recursos e pagamentos de despesas com dinheiro vivo.

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