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Queiroz comenta possível candidatura a deputado federal: “Boa ideia”

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 Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro e apontado como operador do caso das rachadinhas na Alerj
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Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro e apontado como operador do caso das rachadinhas na Alerj

Apontado como o operador de um suposto caso de “rachadinhas” no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) , o policial Fabrício Queiroz comentou sobre uma possível candidatura como deputado federal. Segundo ele, é uma “boa ideia”.

“Obrigada por me informar sobre possível candidatura a dep federal (sic), pois nem eu mesmo sabia dessa pretensão. Mas, sabe, você me deu uma boa ideia”, disse à coluna de Juliana Dal Piva , do Uol.

É a primeira vez que o ex-assessor de Flávio Bolsonaro responde à imprensa sem intermédio de seus advogados desde dezembro de 2018.

O ex-policial militar está em liberdade — após decisão concedida pelo (Superior Tribunal de Justiça) em março deste ano. Ele e a mulher foram presos no ano passado durante as investigações sobre um suposto caso de salários no antigo do filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Ele passou um mês confinado em Bangu e oito meses em prisão domiciliar.

Queiroz tem feito acenos em suas redes sociais em defesas de pautas comuns ao presidente e a seus filhos Eduardo e Flávio, chegando a criticar medidas de distanciamento social  após se vacinar contra a Covid-19. “Lock down, jamais” (sic).

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POLÍTICA NACIONAL

Receita Federal aponta movimentação financeira suspeita de Ciro Nogueira

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Senador Ciro Nogueira (PP-PI) aceitou o convite de Bolsonaro para ser o ministro da Casa Civil
Agência Brasil

Senador Ciro Nogueira (PP-PI) aceitou o convite de Bolsonaro para ser o ministro da Casa Civil

Escolhido para ser o  novo ministro da Casa Civil, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) é alvo de cobranças da Receita Federal que somam R$ 17 milhões, segundo documento que consta de um dos inquéritos envolvendo o parlamentar. Os autos de infração que apontam os débitos foram lavrados nos anos de 2017 e 2018. Um deles se refere ao suposto pagamento de propina de R$ 6,4 milhões pelas empresas JBS e UTC, sob investigação no Supremo Tribunal Federal (STF). Os auditores fiscais sustentam que houve omissão dos rendimentos e cobram o recolhimento dos impostos correspondentes aos cofres públicos. O outro caso está relacionado a transações financeiras envolvendo diversas empresas do senador que não foram devidamente declaradas, segundo o Fisco.

O senador contesta as multas em procedimentos, ainda não julgados, apresentados ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Procurado ontem, Nogueira não se manifestou. Alvo de investigações da Lava-Jato sobre o suposto recebimento de propina, Nogueira sempre negou ter cometido qualquer crime.

Encaminhados em agosto de 2018 à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à Polícia Federal, os autos de infração embasaram ações de busca e apreensão, em 2019, em endereços ligados ao senador. Ao analisar as contas bancárias de Nogueira e suas empresas, o Fisco apontou, em relatório, ter encontrado uma série de depósitos em espécie sem a identificação da origem dos recursos e pagamentos de despesas com dinheiro vivo.

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