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Projetos no Senado tentam conter alta de preços dos combustíveis

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Vários senadores vêm criticando a alta nos preços dos combustíveis — além dos aumentos registrados no ano passado, houve mais um reajuste nesta semana. Para tentar conter esse processo, tramitam no Congresso Nacional projetos de lei como o PL 1.472/2021, do senador Rogério Carvalho (PT-SE), e o PL 3.450/2021, do senador Jader Barbalho (MDB-PA). O projeto de Rogério Carvalho cria uma nova política de preços internos. Já a proposta de Jader Barbalho proíbe a vinculação dos preços dos combustíveis derivados de petróleo aos preços das cotações do dólar e do barril de petróleo no mercado internacional.

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Procuradores da Lava Jato queriam operação contra Ciro, diz revista

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Procuradores da Lava Jato queriam operação contra Ciro, diz revista
André Carvalho/ CNI

Procuradores da Lava Jato queriam operação contra Ciro, diz revista

Mensagens realizadas entre procuradores da  Lava Jato – e obtidas através do vazamento de conversas entre integrantes da operação – mostram que o  presidenciável Ciro Gomes (PDT), e seu irmão e senador Cid Gomes, bem como outros políticos, eram alvos de ‘conspirações’ por parte dos servidores.

No grupo chamado de “Filhos do Januário 4”, a procuradora Laura Tessler enviou uma mensagem – sem motivos prévios -, no dia 13 de fevereiro de 2019, e afirmou que estava “louquinha pra fazer uma visita pra ele”.

Outro participante do grupo informou que Léo Pinheor, ex-presidente da OAS, havia realizado acusações contra Ciro em sua delação, mas que recuou em seguida. Jerusa Viecilli, procuradora que integra o “Filhos do Januério 4”, respondeu: “Acordo da Galvao tem”. Tessler celebrou em seguida: “Massa!”

A procuradora Laura Tessler tornou-se conhecida pelo envolvimento em controvérsias na Lava Jato. Em um dos episódios, Tessler ironizou a doença de Marisa Letícia – ex-primeira dama – após o ex-presidente Lula (PT) – dizer que a saúde da sua ex-esposa havia piorado em decorrência das perseguições da Lava Jato.

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Tessler também afirmou que o pedido de Lula para sair da prisão e ir ao enterro do irmão que havia falecido tratava-se de “mimimi” e havia a possibilidade de negar a solicitação, pois o noticiário estava saturado com a tragédia de Brumadinho.


Questionado pela equipe de reportagem da revista Carta Capital, o presidenciável afirmou que as conversas são “mais uma prova de que a organização criminosa comandada por Moro e Dallagnol transformou a estrutura da justiça em um covil de milicianos.” E também afirmou que “o tempo está servindo para desmascarar este método nefasto, mas seus efeitos, infelizmente, ainda vão perdurar. A operação abusiva que sofri recentemente é um reflexo tardio deste lavajatismo que ainda sobrevive”.

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