POLÍTICA NACIONAL

Nova visitação on-line do Senado tem vídeos, jogos, mapas, ‘quiz’ e interação

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A visitação on-line do Senado adotou mais recursos para aprimorar a experiência dos interessados em conhecer a Casa virtualmente. Desde agosto, está sendo oferecido aos visitantes um novo modelo, com jogos interativos e recursos multimídia como vídeos, áudios, fotos, mapas e gráficos. 

O agendamento é feito pelo site www.congressonacional.leg.br/visite para visitas de segunda a quinta-feira, às 11h e às 17h. As sextas-feiras estão reservadas para grupos de estudantes, inclusive universitários, e grupos especiais, com marcação feita pelo e-mail [email protected]. Pelo endereço, é possível marcar também o tour em Libras (língua brasileira de sinais), com audiodescrição, ou em outros idiomas.

O primeiro modelo da visita virtual oferecida após o início da pandemia era basicamente uma versão digital da mesma experiência oferecida presencialmente, explica o coordenador da Visitação, Tadeu Sposito. Segundo ele, como o setor entende que as excursões on-line devem prosseguir mesmo ao fim do distanciamento social, a ideia foi enriquecer a experiência do usuário, para continuar a oferecer o serviço.

— Agora, quando se apresenta o Palácio do Congresso, o usuário pode ouvir uma gravação com a voz do [arquiteto] Oscar Niemeyer falando ao fundo. No Plenário, enquanto visualizo os desenhos no carpete, é possível assistir a um vídeo do nosso funcionário, o Clodoaldo da Silva, fazendo a arte com o aspirador. Então é algo totalmente pensado para explorar bem o on-line.

Segundo Sposito, a nova experiência tem gerado reações positivas, e a evolução permitirá a mais pessoas conhecer o Senado mesmo estando distantes de Brasília.

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— Pouca gente tem oportunidade de vir à capital do país conhecer a fundo sua história e as Casas dos Poderes. É um ambiente de interesse do Brasil todo — afirma.

Experiência única

Neste ano, a Coordenação de Visitação, em parceria com o Núcleo de Apoio à Inovação do Senado, se empenhou em reformular a visita virtual. O Núcleo de Coordenação de Ações Socioambientais também participou do processo, para ajudar a pensar a acessibilidade. A intenção era de que a experiência digital fosse única, e não uma transposição do formato presencial para o virtual.

— As visitas virtuais aproximam o Senado das cidadãs e cidadãos, não importa onde estejam. Reformulamos nosso modelo para que, em vez de sentirmos a falta do presencial, pudéssemos aproveitar os recursos do digital, com vídeos, jogos, mapas, gráficos, interação — diz o coordenador.

O novo modelo apresenta a arquitetura, as obras de artes e o trabalho legislativo do Senado com curiosidades históricas. Fazem parte também da visita vídeos, links e quiz, para que os visitantes possam testar seus conhecimentos durante o trajeto. A duração é de cerca de uma hora.

Ao contrário da visita presencial, que incluía o Senado e a Câmara dos Deputados, a virtual foca no Senado. Já a visita virtual 360º é um recurso para que o cidadão faça a visita sozinho — diferentemente da on-line, que é agendada, conta com monitor e oferece mais interatividade.

Impacto da pandemia

Até o início de 2020, o Senado literalmente abria suas portas para visitantes de todos os lugares do país e exterior. As visitas institucionais guiadas aconteciam diariamente, inclusive aos finais de semana. Só em 2019 foram 155 mil visitantes que puderam conhecer de perto onde são feitas as leis e entender um pouco mais sobre democracia e cidadania.

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Com a pandemia, todas as visitações presenciais foram suspensas por medida de segurança. A visita virtual guiada ao Senado ainda é pouco conhecida, e a divulgação desse serviço acontece mais de boca em boca, conta Tadeu Sposito. Ainda assim, relata, a equipe tem percebido um aumento na demanda.

O formato virtual já recebeu, por exemplo, estudantes de direito do Centro Universitário FIPMoc, de Montes Claros (MG), alunos da UFTM (Universidade Federal do Triângulo Mineiro) e de um grupo da terceira idade da USP (Universidade de São Paulo).

Parceiros institucionais

No dia 10 deste mês, parceiros do projeto ViiBra (Visitação Institucional Integrada em Brasília), que reúne 16 instituições públicas do Distrito Federal, conheceram o novo modelo de visitação virtual do Senado. Foram 18 profissionais que trabalham com visitação no Supremo Tribunal Federal (STF), Itamaraty e Procuradoria-Geral da República, além de representantes do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). 

A equipe do STF demonstrou interesse em aproveitar o modelo do Senado no tour virtual guiado que o órgão pretende criar.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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POLÍTICA NACIONAL

Paim: falta ao Executivo uma política econômica capaz de promover o crescimento

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Em pronunciamento, nesta quarta-feira (20), o senador Paulo Paim (PT-RS) disse que o Brasil atravessa uma crise econômica grave devido à alta da inflação. Ele ressaltou que o acumulado de janeiro de 2019 até 2021 é de 16,54% e que, só neste mês de setembro, a inflação bateu recorde de alta, chegando a 1,16%, a maior dos últimos 27 anos.

— Os grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta contundente em setembro: habitação, transporte, alimentação, bebidas, combustíveis, passagens aéreas. No acumulado deste ano, até setembro, o preço da gasolina avançou 39,6%; o botijão de gás, 34,67%; o litro da gasolina custa R$7,00. Há regiões do País em que estão vendendo botijão de gás a mais de R$ 120,00 — afirmou.

Paim enfatizou faltar ao governo federal uma política econômica capaz de promover um crescimento e um desenvolvimento econômico e social no País que garanta a inclusão social. Segundo o senador, todos estão assistindo ao avanço desenfreado do desemprego, da fome, da pobreza e da miséria, que não param de crescer e que afetam diretamente milhões de brasileiros.  

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— Quero insistir que temos que regulamentar de forma definitiva a Renda Básica Universal de Cidadania. O País precisa retomar a política nacional de valorização do salário mínimo; temos que fortalecer o Bolsa Família. O Brasil precisa de ações imediatas. Os programas sociais não podem ser tratados como gastos públicos; eles são políticas humanitárias — declarou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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