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Lira avisa ao STF que não há prazo para analisar impeachment de Bolsonaro

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Arthur Lira, presidente da Câmara, ao lado do Presidente da República Jair Bolsonaro
Isac Nóbrega/PR

Arthur Lira, presidente da Câmara, ao lado do Presidente da República Jair Bolsonaro

O presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL) informou em manifestação feita ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (3) que não há prazo para analisar pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) .

Lira ressalta no documento que não prazo estipulado na lei ou no regimento interno da Casa para ser aberto os pedidos de afastamento contra o presidente, e declara que por conta da repercussão que esse movimento traria, não pode ser ‘automático’:

“O exame liminar de requerimentos de afastamento do presidente da República, dada sua natureza política e em vista de sua repercussão em todo o sistema político nacional, não pode seguir um movimento automático, podendo e devendo esta presidência ser sensível à conjuntura doméstica e internacional”.

Em entrevista na semana passada, Arthur Lira disse que em 95% dos pedidos de destituição de Bolsonaro na Câmara “não tem absolutamente nenhuma razão para ter sido apresentado”.

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Segundo levantamento da Agência Pública, 116 pedidos foram enviados ao presidente da Câmara. Seis foram arquivados e outros 110 aguardam eventual análise.

Ainda para o líder da Câmara, é necessário analisar a “conveniência e as oportunidades politicas” para “se deflagrar um processo de impeachment do titular do Poder em torno do qual historicamente se têm organizado todas as demais instituições nacionais”.

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POLÍTICA NACIONAL

Morre o prefeito de São Paulo, Bruno Covas

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O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, morreu às 8h20 deste domingo (16), em decorrência do câncer da transição esôfago-gástrica e complicações do tratamento. O velório será fechado, com a presença apenas para a família, mas haverá também uma cerimônia na prefeitura.

Licenciado do cargo no início deste mês, Bruno Covas estava em tratamento no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista.

Filho de Pedro Lopes e Renata Covas Lopes e pai do jovem Tomás Covas, Bruno nasceu em Santos, no litoral paulista, no dia 7 de abril de 1980, e foi advogado, economista e político brasileiro.

Mudou-se para a capital paulista em 1995 e, dois anos depois, filiou-se ao PSDB, seguindo os passos do avô, o ex-governador Mário Covas (1930-2001), sua grande inspiração e influência política . No partido, chegou a ser presidente estadual e nacional da Juventude do PSDB e ocupou cargos na Executiva Estadual.

Sua carreira na política começou em 2004, quando se candidatou a vice-prefeito de sua cidade natal. Dois anos depois, foi eleito deputado estadual na Assembleia Legislativa de São Paulo e reeleito para o mesmo cargo e m 2010, com mais de 239 mil votos, sendo o mais votado d aquele ano.

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No ano seguinte, assumiu a Secretaria Estadual do Meio Ambiente no governo de Geraldo Alckmin, permanecendo no cargo até 2014, quando foi eleito deputado federal para o mandato 2015-2019.

Edição: Nádia Franco

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