POLÍTICA NACIONAL

Gilmar critica fala de Mendonça no STF sobre igrejas: “Veio de viagem de Marte”

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Ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF)
Fellipe Sampaio/SCO/STF

Ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF)

O ministro Gilmar Mendes , do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou nesta quarta-feira (7) a sustentação oral de André Mendonça , chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), durante  julgamento da Corte sobre a abertura de igrejas em meio à pandemia da Covid-19.

“Ouvindo a sustentação, parece que Vossa Senhoria veio para o julgamento direto de uma viagem de Marte”, disse Gilmar Mendes. O ministro ainda afirmou que Mendonça ainda era ministro da Justiça e Segurança Pública há poucos dias, sugerindo que ele não estava preparado para tratar do assunto em pauta no plenário.

“Está havendo um certo delírio. É preciso que cada um de nós assuma a sua responsabilidade. Não tentemos enganar ninguém. Os bobos ficaram fora da Corte”, completou o ministro do STF.

Em sua sustentação, André Mendonça afirmou que o toque de recolher em meio à pandemia da  Covid-19  é “repressão própria a estados autoritários” .

“Eu tenho certeza que há limites e que o  STF  não deu um cheque em branco a governadores e prefeitos. Medidas de toques de recolher não é medida de prevenção à doença, é medida de repressão própria a estados autoritários”, disse o chefe da AGU.

No entendimento atual do STF, governadores e prefeitos têm a prerrogativa de adotar medidas mais duras para evitar o aumento de contaminações pelo  novo coronavírus  (Sars-CoV-2).

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POLÍTICA NACIONAL

“Acho que tem que envolver também estados e municípios”, diz Mourão sobre CPI

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Presidente Jair Bolsonaro e vice-presidente Hamilton Mourão
Reprodução: iG Minas Gerais

Presidente Jair Bolsonaro e vice-presidente Hamilton Mourão

Nesta segunda-feira (12), o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB), disse concordar com a fala do presidente Jair Bolsonaro , durante sua conversa com o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO), em ampliar a CPI da Covid e investigar também, governadores e prefeitos . As informações foram apuradas pelo Metrópoles.

“Como está colocado ali, ela tem dois aspectos. Um é muito amplo: ações de combate à pandemia. Acho que tem que envolver também estados e municípios”, disse Mourão.

Em conversa, que ocorreu no sábado (10), Bolsonaro fala sobre as responsabilidades, que poderiam ser todas direcionadas a ele.“Se não mudar o objetivo da CPI, ela vai vir para cima de mim. O que tem que fazer para ser uma CPI útil para o Brasil: mudar a amplitude dela. Bota presidente da República, governadores e prefeitos”, disse o presidente.

Com a instalação da comissão no Senado Federal , as ações do governo Bolsonaro, durante esses meses de pandemia do novo coronavírus serão investigadas. Porém, assunto cria uma divisão entre os parlamentares, mas, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso decidiu investir na investigação.

Questionado sobre o conteúdo da conversa entre Bolsonaro e Kajuru, Mourão disse: “A conversa entre o presidente e o senador Kajuru: não vejo nada demais. Não passa disso aí, uma conversa”.

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