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Entenda o que aconteceu em El Salvador que gerou críticas a Eduardo Bolsonaro

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Eduardo Bolsonaro foi alvo de críticas por exaltar a decisão do Congresso
Divulgação @AsambleaSV e Wikimedia Commons

Eduardo Bolsonaro foi alvo de críticas por exaltar a decisão do Congresso

O Congresso de El Salvador , ocorrido na noite do último sábado (1), destituiu cinco juízes da Suprema Corte. Recentemente, os magistrados tomaram decisões que não agradaram o presidente do país, Nayib Bukele, de direita. O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) exaltou a decisão e recebeu críticas nas redes sociais, inclusive do ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) .

Na justificativa, os magistrados receberam acusações de “converter a Corte num superpoder” por invalidar medidas do governo relacionadas ao combate da pandemia de Covid-19 . “A Câmara Constitucional declarou inconstitucional os regulamentos legitimamente instituídos, em relação à contenção da pandemia. Os magistrados têm gerado, com seus pronunciamentos e sentenças arbitrárias, uma fraude a Constituição”, escreveu a Assembleia Legislativa de El Salvador.

Após a decisão, os novos juízes e procurador-geral – que também foi removido do cargo – foram nomeados, sendo que todos são alinhados ao posicionamento de Bukele. Eles tomaram posse no domingo (2).

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Além disso, o governo também usou o Exército para garantir o cumprimento das regras sanitárias contra a Covid-19 e criou centros de confinamento, em que as pessoas devem ficar por um tempo indeterminado e sem receber os cuidados necessários. Devido a essa última medida, Burkele foi acusado por organismos internacionais de violação dos direitos humanos.

De acordo com o Conjur , no entanto, essa não foi a primeira vez que o mandatário ‘atropelou’ outros poderes do país e, segundo o diretor para as Américas da Human Rights Watch, José Miguel Vivanco, Burkele “rompe com o Estado de Direito e busca concentrar todo o poder em suas mãos”.

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POLÍTICA NACIONAL

Morre o prefeito de São Paulo, Bruno Covas

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O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, morreu às 8h20 deste domingo (16), em decorrência do câncer da transição esôfago-gástrica e complicações do tratamento. O velório será fechado, com a presença apenas para a família, mas haverá também uma cerimônia na prefeitura.

Licenciado do cargo no início deste mês, Bruno Covas estava em tratamento no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista.

Filho de Pedro Lopes e Renata Covas Lopes e pai do jovem Tomás Covas, Bruno nasceu em Santos, no litoral paulista, no dia 7 de abril de 1980, e foi advogado, economista e político brasileiro.

Mudou-se para a capital paulista em 1995 e, dois anos depois, filiou-se ao PSDB, seguindo os passos do avô, o ex-governador Mário Covas (1930-2001), sua grande inspiração e influência política . No partido, chegou a ser presidente estadual e nacional da Juventude do PSDB e ocupou cargos na Executiva Estadual.

Sua carreira na política começou em 2004, quando se candidatou a vice-prefeito de sua cidade natal. Dois anos depois, foi eleito deputado estadual na Assembleia Legislativa de São Paulo e reeleito para o mesmo cargo e m 2010, com mais de 239 mil votos, sendo o mais votado d aquele ano.

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No ano seguinte, assumiu a Secretaria Estadual do Meio Ambiente no governo de Geraldo Alckmin, permanecendo no cargo até 2014, quando foi eleito deputado federal para o mandato 2015-2019.

Edição: Nádia Franco

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