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Datafolha: gestão Covas na pandemia é aprovada por 46% e reprovada por 18%

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Bruno Covas, atual prefeito de São Paulo.
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Bruno Covas, atual prefeito de São Paulo.

A pesquisa do Datafolha divulgada nesta sexta-feira (23), revela que 46% dos moradores de São Paulo consideram a gestão do prefeito Bruno Covas (PSDB) ótima ou boa durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).  Para 18%, a gestão é ruim ou péssima. As informações foram dadas pelo G1 .

O levantamento foi realizado entre os dias 20 e 21 de outubro, a partir de 1.204 entrevistas feitas com eleitores na cidade de São Paulo com 16 anos ou mais. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Entre os entrevistados, 46% consideram boa ou ótima a gestão de Covas durante a pandemia de Covid-19 , 34% avaliam como regular, para 18% é ruim ou péssima e 2% não opinaram.

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A taxa de aprovação de 46% na pandemia é a mais alta para Covas desde o início da campanha eleitoral .

Considerando a faixa etária, a aprovação é menor entre jovens (31%) do que entre adultos com mais de 60 anos (53%). Quanto à reprovação na comparação com a última pesquisa , a taxa caiu de 25% para 18%.

Gestão do governador João Doria na pandemia

A pesquisa também questionou os entrevistados sobre a atuação do governador João Doria (PSDB) na pandemia. Para 33%, a gestão é ótima ou boa. Para 32%, é regular. Para 34%, é péssima ou ruim, e 2% não opinaram.

A aprovação de Doria também é maior entre os adultos com maiores de 60 anos (37%). Entre os mais jovens, o índice é de 19%.

Gestão do presidente Jair Bolsonaro na pandemia

Quanto à atuação de Bolsonaro (sem partido) durante a pandemia, 27% consideram a gestão ótima ou boa, 19% avaliam como regular e para 53% é péssima. Entre os entrevistados mais jovens, 67% desaprovam a atuação do presidente na pandemia. 

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Intenção de voto

Confira abaixo os percentuais de intenção de voto para a Prefeitura de São Paulo nas Eleições de 2020 apontados pela pesquisa:

  • Bruno Covas (PSDB): 23%
  • Celso Russomanno (Republicanos): 20%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 14%
  • Márcio França (PSB): 10%
  • Arthur do Val – Mamãe Falei (Patriota): 4%
  • Jilmar Tatto (PT): 4%
  • Joice Hasselmann (PSL): 3%
  • Andrea Matarazzo (PSD): 2%
  • Levy Fidelix (PRTB): 1%
  • Marina Helou (Rede): 1%
  • Orlando Silva (PCdoB): 1%
  • Vera Lúcia (PSTU): 1%
  • Nenhum/branco/nulo: 13%
  • Não sabe: 3%

Antonio Carlos Silva (PCO) e Filipe Sabará (Novo) tiveram menos de 1%.

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POLÍTICA NACIONAL

Maia cobra do governo mais empenho em projetos que garantam a recuperação econômica

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Maia fala ao microfone em evento on-line
Maia criticou a antecipação do debate sobre as eleições na Câmara e no Senado

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cobrou do governo mais empenho na aprovação de projetos que garantam a recuperação econômica do País após as eleições municipais. Maia concedeu entrevista coletiva  neste domingo (29) depois de votar no Rio de Janeiro. Ele afirmou que, terminada a eleição, o governo deve apresentar suas propostas para organizar as contas públicas, enfrentar o crescimento do endividamento e aprovar um orçamento para o próximo ano dentro do teto de gastos.

Maia também criticou o governo por antecipar o debate sobre as eleições para o comando da Câmara e do Senado, que vão ocorrer em fevereiro. “Antes da eleição das Mesas, temos um número importante de emendas constitucionais e de projetos, que deveriam ser a prioridade de todos e não a eleição da Câmara e do Senado, que tem gerado mais conflito do que solução. Não entendi por que o governo antecipou esse processo político, porque isso atrapalha a própria pauta do governo no Congresso”, afirmou Maia.

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As eleições para a presidência da Câmara e do Senado serão em fevereiro de 2021. Maia negou que seja candidato à reeleição e afirmou que a Constituição veda a recondução para o cargo na mesma legislatura. Para ele, a prioridade no momento deveria ser a agenda econômica do Congresso Nacional. Segundo Rodrigo Maia, se as propostas econômicas não forem aprovadas, 2021 será um ano muito ruim, com uma uma volta da recessão e uma forte pressão para o aumento dos juros.

Questionado sobre a possibilidade de o Supremo Tribunal Federal permitir sua candidatura à reeleição, Maia disse que não trabalha sob hipótese.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

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