POLÍTICA NACIONAL

Crise hídrica é tema de debate na Comissão de Minas e Energia nesta terça

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Rodrigo Chagas/Prefeitura de Pelotas-RS
Rua escura com postes acesos.
Níveis baixos de alguns reservatórios podem comprometer fornecimento de energia

A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados discute, nesta terça-feira (15), a crise hídrica que atinge o País.

Na semana passada, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), órgão do setor que monitora as condições de geração de energia no Brasil, divulgou uma nota técnica alertando para os níveis críticos de armazenamento, até o final do ano, dos reservatórios das usinas hidrelétricas que atendem os subsistemas Sul e Sudeste/Centro-Oeste.

“O Brasil vive a maior crise hidrológica da história e pode ter problemas com o fornecimento de eletricidade com efeitos deletérios para a sociedade e para a economia nacional”, afirma o deputado Christino Áureo (PP-RJ), um dos proponentes do debate.

Ele lembra que a falta de água e o consequente acionamento de usinas térmicas deve aumentar o custo da energia para os consumidores.

“As consequências dessa crise podem afetar a inflação e o crescimento do PIB“, alerta o deputado Danilo Forte (PSDB-CE). “Segundo os analistas, existe ainda o perigo de blecautes e de racionamento nos meses de seca que estão por vir.”

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Debatedores
Foram convidados para discutir o assunto com os deputados, entre outros:
– o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone da Nóbrega;
– o diretor-geral do ONS, Luiz Carlos Ciocchi;
– a diretora-presidente da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Christianne Dias Ferreira;
– o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Thiago Barral;
– o coordenador-geral de Ciências da Terra do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Gilvan Sampaio de Oliveira;
– o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Marcos Madureira.

A audiência será realizada no plenário 14, a partir das 9 horas.

Da Redação – ND

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POLÍTICA NACIONAL

Doria critica governo Bolsonaro e quer Cinemateca administrada por São Paulo

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João Doria, governador de São Paulo
Reprodução/Governo de São Paulo

João Doria, governador de São Paulo

O governador de São Paulo, João Doria, aproveitou a inauguração do Museu da Língua Portuguesa , neste sábado (31), para anunciar que vai solicitar ao Ministério do Turismo que a Cinemateca Brasileira seja administrada conjuntamente pelo governo e pela prefeitura de São Paulo.

Na segunda-feira (2), o secretário estadual de cultura Sérgio Sá Leitão deve encaminhar a proposta ao governo federal. Na última quinta-feira (29), um incêndio destruiu um galpão da Cinemateca , na Zona Oeste de São Paulo.

“Nós podemos cuidar de tudo, financiar a recuperação da Cinemateca, garantir a sua operacionalidade e, principalmente os seus valores e a memória cinematográfica brasileira”, afirma. “Temos, aqui, a experiência real de ter vivido uma situação trágica, o incêndio que consumiu um interior deste museu. Fizemos a recuperação com o apoio do setor privado e agora, também com o setor privado, faremos a gestão”.

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Segundo Doria e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, também presente na cerimônia, a Cinemateca sob gestão paulista era o sonho de Bruno Covas, prefeito da capital falecido em maio.

“A Cinemateca já deveria há muito tempo ter sido transferida para a gestão do município ou do Estado. Dada a circunstância (do incêndio), se justifica ainda mais. A Cinemateca está aqui, é um teste público e cultural muito presente na vida da cidade e do Estado se São Paulo, embora ela atenda todo o país. Aqui, eu posso assegurar, nós cuidamos melhor da cultura do que o governo federal” diz Doria.

Nunes afirmou ainda ter solicitado à Defesa Civil que fizesse vistorias no galpão incendiado e na sede da Cinemateca, na Zona Sul da cidade.

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