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Comissão sobre violência no Norte avalia resultados de visita ao Vale do Javari (AM)

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A Comissão Temporária sobre a Criminalidade na Região Norte (CTENorte) faz reunião nesta quarta-feira (6), às 10h, para debater os resultados obtidos após a visita de diligência feita no Vale do Javari, território indígena no Amazonas onde ocorreram os assassinatos do jornalista Dom Phillips e do indigenista Bruno Araújo.

Os parlamentares integrantes da comissão viajaram para o Vale do Javari no dia 30 de junho. Lá, reuniram-se com representantes dos povos indígenas, representantes da força-tarefa que investiga o caso e de outros órgãos federais envolvidos.

A comissão foi criada para investigar os possíveis motivos (e também os responsáveis) da morte a tiros de Dom Phillips e de Bruno Araújo, que desapareceram no dia 5 de junho na região. Os corpos foram encontrados na mata, no dia 15 de junho.

O senador Fabiano Contarato (PT-ES), que é vice-presidente do colegiado, substituiu o relator, senador Nelsinho Trad (PSD-MS), que apresentou sintomas de covid-19. Também participaram da visita os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Leila Barros (PDT-DF) e Eduardo Velloso (União-AC), além dos deputados Joenia Wapichana (Rede-RR), vice-presidente da comissão; Vivi Reis (Psol-PA), relatora do colegiado; João Daniel (PT-SE); Rodrigo Agostinho (PSB-SP); e Erika Kokay (PT-DF).

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A intenção dos parlamentares é esclarecer não só quem matou Bruno e Dom, mas também os motivos do crime.

Por Vinícius Vicente, sob supervisão de Patrícia Oliveira

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Delator da Lava-Jato, Paulo Roberto Costa, morre aos 68 anos

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Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras
Reprodução: agência senado – 13/08/2022

Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras

Morreu na tarde deste sábado, aos 68 anos, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. A informação foi confirmada ao GLOBO por familiares de Costa. A causa da morte não foi divulgada.

O engenheiro ficou nacionalmente conhecido por ter sido preso no âmbito da operação Lava-Jato, em 2014, e por ter sido delator de supostos esquemas de corrupção na estatal.

Em acordo de delação premiada firmado com o Ministério Público Federal, Costa revelou esquemas de enriquecimento ilícito que beneficiavam políticos. Delatou, entre outros, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e a ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney. Citou, ainda, nomes como o ex-senador Romero Jucá e o senador e atual ministro da Casa Civil Ciro Nogueira. Todos negaram as acusações à época.

Na ocasião da assinatura do acordo, Costa renunciou a cerca de US$ 23 milhões mantidos em contas na Suíça, à época bloqueados, além de mais US$ 2,3 milhões em Cayman. Na época, o ex-diretor devolveu R$ 79 milhões à Petrobras. Os prejuízos com os esquemas de corrupção foram calculados na ocasião em R$ 1,3 bilhão.

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Fonte: IG Política

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