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Comissão de Cultura debate incêndio na Cinemateca Brasileira

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Parte do acervo destruído durante incêndio na Cinemateca

A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados promove audiência pública nesta sexta-feira (17) sobre o incêndio ocorrido na Cinemateca Brasileira, em julho, na unidade de São Paulo.

O debate ocorre às 9 horas e foi solicitado pelos deputados David Miranda (Psol-RJ), Aurea Carolina (Psol-MG), Alice Portugal (PCdoB-BA), Alexandre Padilha (PT-SP), Benedita da Silva (PT-RJ), Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Lídice da Mata (PSB-BA), Paulo Teixeira (PT-SP), Tadeu Alencar (PSB-PE), Túlio Gadelha (PDT-PE), Waldenor Pereira (PT-BA).

“O incêndio que acometeu o edifício da Cinemateca Brasileira na Vila Leopoldina na noite de 29 de julho de 2021 foi um desastre para a cultura brasileira, para o cinema, para a nossa memória e identidade”, denunciam os deputados.

Eles consideram o ocorrido “um crime anunciado”, pois segundo manifesto dos trabalhadores da Cinemateca, há mais de um ano, eles denunciaram publicamente a possibilidade de incêndio nas dependências da Cinemateca pela ausência de quaisquer trabalhadores de documentação, preservação e difusão.

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Os deputados lamentam o “abandono” da Cinemateca Brasileira pelo governo federal e a demissão de todo seu corpo técnico.

Foram convidados para a audiência, entre outros:

  • diretor do Departamento de Políticas Audiovisuais, Hélio Ferraz de Oliveira;
  • a representante do Movimento dos Trabalhadores da Cinemateca Brasileira,  Rosa de Souza;
  • o cineasta e representante do movimento SOS Cinemateca, Francisco Martins.

Da Redação – GM

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POLÍTICA NACIONAL

Gasbitcoin: Nome do ‘faraó dos bitcoins’ é usado para nova criptomoeda

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Gasbitcoin: Nome do 'faraó dos bitcoins' é usado para nova criptomoeda
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Gasbitcoin: Nome do ‘faraó dos bitcoins’ é usado para nova criptomoeda

Uma criptomoeda criada em “homenagem” a  Glaidson Acácio dos Santos, o “faraó dos bitcoins”, começou a ser divulgada em um site na internet e por meio de um grupo do aplicativo de mensagens Telegram. A moeda foi batizada de GASBitcoin, em referência à empresa GAS Consultoria, fundada por Glaidson. No site, o projeto é apresentado como uma “homenagem a uma empresa de criptoativos de nome parecido sediada no Brasil” e ao “rei do bitcoin brasileiro”.

O token é baseado na rede Binance Smart Chain.No grupo do Telegram, ao qual a reportagem do GLOBO teve acesso, os administradores afirmam que a pré-venda está planejada para ocorrer já no próximo mês.

Segundo informações publicadas no grupo, os organizadores estão concluindo o “white paper” (documento com o projeto detalhado) e planejando o “roadmap” (descrição das fases do projeto, inclusive as futuras). O site ainda está em fase de desenvolvimento.

Por enquanto, quem acessa o site encontra apenas a logo da GASBitcoin com uma foto estilizada de Glaidson e um pequeno texto, que descreve a empresa GAS Consultoria da seguinte forma: “Essa empresa mudou a vida de milhares de brasileiros enquanto pagava 10% mensais aos seus investidores, encerrando suas atividades após ser alvo de uma operação policial, mesmo sem nunca ter lesado nenhum de seus investidores. Naquela operação, foram bloqueados 38 bilhões das contas da empresa e 591 bitcoins. Por esse motivo, nosso token surge como alternativa aos seus ex-investidores e uma homenagem ao ‘Rei do Bitcoin brasileiro’.”

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Criado na quarta-feira, o grupo do Telegram contava com pouco mais de 300 membros na noite desta sexta-feira. Um homem identificado como Antonio Carlos chegou a questionar a utilização da imagem de Glaidson: “Nossa equipe não autorizou nem o Glaidson para uso de imagem e da empresa”, escreveu ele. Posteriormente a mensagem foi apagada e Antonio Carlos foi removido do grupo. Outro integrante do grupo, identificado apenas como Leonardo, afirmou ter perdido dinheiro investido na GAS e perguntou qual era o objetivo do grupo. A resposta foi: Esse grupo é apenas para tratar do projeto do GASBitcoin token. Para assuntos relacionados a outros investimentos, por gentileza procure em outros canais de informação.”

Procurada, a GAS Consultoria informou por meio de sua assessoria de imprensa que desconhece a criptomoeda e reiterou que “ninguém está autorizado a usar seu nome ou imagem com o objetivo de ofertar qualquer tipo de produto ou serviço”.

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Confira a seguir a íntegra da nota enviada:

“A G.A.S. Consultoria informa que desconhece a alegada criação de uma “criptomoeda alternativa” a ser lançada, com menção ao nome da empresa.

A G.A.S. Consultoria reitera que ninguém está autorizado a usar seu nome ou imagem com o objetivo de ofertar qualquer tipo de produto ou serviço.

A empresa registra também que não tem poderes para controlar atos independentes praticados por supostos clientes ou pessoas não identificáveis”.

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