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Ciro pede que Lula concorra como vice e é criticado por petistas: “desespero”

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Ciro Gomes pediu que Lula tenha
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Ciro Gomes pediu que Lula tenha “generosidade” e não imite Maduro e Morales

Nesta segunda-feira (2), o  ex-presidenciável Ciro Gomes (PDT) voltou a falar sobre a participação do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022. Segundo ele, o petista deveria ter “generosidade” e repetir o que Cristina Kirchner fez na Argentina: concorrer como vice-presidente.

“A gente devia pedir a ele que se compenetrasse e não imitasse o exemplo desastrado do Maduro na Venezuela ou do Evo Morales na Bolívia. E olhasse o que a Kirchner fez, dando um passo atrás e ajudando a Argentina a se reconciliar”, afirmou Ciro , durante participação em evento com sindicalistas promovido pela Central dos Sindicatos Brasileiros.

Segundo o pedetista , a próxima campanha pode repetir propaganda antipetista que marcou 2018 caso Lula resolva participar do pleito: “imaginem o Bolsonaro querendo recuperar sua popularidade lembrando da esculhambação do Palocci, a esculhambação do Zé Dirceu , a esculhambação não sei de quem. É fazer de novo campanha em cima dos exemplos”.

Entretanto, a fala não foi bem recebida entre os petistas . Segundo aliados do ex-presidente ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, o pedido soou como “desespero” de Ciro e ressaltaram que o timing da declaração foi o pior possível, ocorrendo no mesmo dia em que uma nova pesquisa XP/Ipespe mostrou que  Lula já aparece com números melhores do que Bolsonaro entre os eleitores.

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão da Reforma Administrativa discute regras para contratações temporárias

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Vista aérea da Esplanada dos Ministérios em Brasília à noite
Esplanada dos Ministérios em Brasília onde trabalham servidores federais

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a proposta de reforma administrativa (PEC 32/20) realiza nova audiência pública nesta quarta-feira (4) para discutir o preenchimento de cargos em comissão e funções de confiança e a contratação temporária de servidores.

Chamada pelo governo de PEC da Nova Administração Pública, a proposta altera 27 trechos da Constituição e introduz 87 novos, sendo quatro artigos inteiros. As principais medidas tratam da contratação, da remuneração e do desligamento de pessoal, válidas somente para quem ingressar no setor público após a aprovação das mudanças.

Foram convidados para discutir o assunto com os deputados, entre outros: a diretora da Sociedade Brasileira de Direito Público (SBDP), Vera Monteiro; o diretor da Fundação Lemann, Weber Sutti; e a subsecretária de Gestão de Pessoas da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão do Estado do Rio Grande do Sul, Iracema Keila Castelo Branco.

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O debate foi proposto pelos deputados Gervásio Maia (PSB-PB), Alice Portugal (PCdoB-BA), Rogério Correia (PT-MG), Tiago Mitraud (Novo-MG), Sâmia Bomfim (Psol-SP), Ivan Valente (Psol-SP), Milton Coelho (PSB-PE) e Lincoln Portela (PL-MG).

A audiência será realizada no plenário 2, a partir das 9h30.

A comissão
A Comissão da Reforma Administrativa foi instalada no dia 9 de junho. Ela é presidida pelo deputado Fernando Monteiro (PP-PE) e tem como relator o deputado Arthur Oliveira Maia (DEM-BA).

Na semana passada, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse que a reforma deve entrar na pauta do Plenário até novembro.

Nesta terça-feira (3), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, disse que espera votar a proposta no Plenário da Casa até o final de agosto.

Da Redação – ND

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