POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro diz que vai provar fraude na eleição de 2014 “na semana que vem”

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Presidente Jair Bolsonaro
Reprodução: iG Minas Gerais

Presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro  (sem partido) disse na manhã desta terça-feira (20) em entrevista à Rádio Itatiaia  que, “semana que vem”, vai apresentar “provas de fraudes” na eleição de 2014 , que selou a vitória de Dilma Rousseff (PT) ante Aécio Neves (PSDB). 

“Eu espero na semana que vem apresentar as provas de fraudes. Vamos apresentar uma fraude de 2014 (…) Eu só consegui ser eleito porque tive muito voto. Eu vou comprovar semana que vem que teve fraude nas eleições de 2014. Vão vir hackers para mostrar”, disse. 

À época, o PSDB de Aécio Neves chegou a contestar o resultado das urnas. Foi pedida uma auditoria dos votos junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas nenhum indício de fraude foi encontrado.

O próprio Aécio Neves assumiu na última semana que não há “nenhum indício de fraude” no pleito de 2014.

“Não tenho nenhum indício que aponte para fraudes naquela eleição”, disse ele. “Na verdade, os crimes ali cometidos foram de outra ordem. Em razão deles, nós entramos na justiça no TSE. A utilização sem limites da máquina pública, as fake news que tomaram conta do Brasil, o disparo de ilegal de ‘zaps’, dando conta de que eu eleito terminaria com outros programas sociais do governo, utilização da Caixa Econômica, do Correio, do Banco do Brasil, inclusive temas que foram objetos da discussão contra do afastamento da presidente Dilma, que acabou levando ao seu impeachment”, afirmou o tucano.

Na entrevista desta terça-feira, Bolsonaro disse que vai encaminhar as supostas provas que diz ter ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Eu vou convidar a imprensa e, com minhas mídias sociais, vou transmitir isso aí. Com isso tudo encaminho para o TSE. Agora, o que vale mais do que todos nos é a opinião pública”, completou.

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POLÍTICA NACIONAL

Doria critica governo Bolsonaro e quer Cinemateca administrada por São Paulo

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João Doria, governador de São Paulo
Reprodução/Governo de São Paulo

João Doria, governador de São Paulo

O governador de São Paulo, João Doria, aproveitou a inauguração do Museu da Língua Portuguesa , neste sábado (31), para anunciar que vai solicitar ao Ministério do Turismo que a Cinemateca Brasileira seja administrada conjuntamente pelo governo e pela prefeitura de São Paulo.

Na segunda-feira (2), o secretário estadual de cultura Sérgio Sá Leitão deve encaminhar a proposta ao governo federal. Na última quinta-feira (29), um incêndio destruiu um galpão da Cinemateca , na Zona Oeste de São Paulo.

“Nós podemos cuidar de tudo, financiar a recuperação da Cinemateca, garantir a sua operacionalidade e, principalmente os seus valores e a memória cinematográfica brasileira”, afirma. “Temos, aqui, a experiência real de ter vivido uma situação trágica, o incêndio que consumiu um interior deste museu. Fizemos a recuperação com o apoio do setor privado e agora, também com o setor privado, faremos a gestão”.

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Segundo Doria e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, também presente na cerimônia, a Cinemateca sob gestão paulista era o sonho de Bruno Covas, prefeito da capital falecido em maio.

“A Cinemateca já deveria há muito tempo ter sido transferida para a gestão do município ou do Estado. Dada a circunstância (do incêndio), se justifica ainda mais. A Cinemateca está aqui, é um teste público e cultural muito presente na vida da cidade e do Estado se São Paulo, embora ela atenda todo o país. Aqui, eu posso assegurar, nós cuidamos melhor da cultura do que o governo federal” diz Doria.

Nunes afirmou ainda ter solicitado à Defesa Civil que fizesse vistorias no galpão incendiado e na sede da Cinemateca, na Zona Sul da cidade.

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