POLÍTICA NACIONAL

Assessor de Bolsonaro deve ser indiciado após depoimento à polícia do Senado

Publicados

em


source
Filipe Martins fez sinal com a mão enquanto presidente do Senado discursava
Reprodução/TV Senado

Filipe Martins fez sinal com a mão enquanto presidente do Senado discursava

O assessor especial para assuntos internacionais da Presidência , Filipe Martins , presta esclarecimentos nesta quarta-feira à Polícia Legislativa do Senado por um gesto associado a supremacistas brancos feito durante uma sessão parlamentar, em março. O sinal também pode ser interpretado como um xingamento obsceno. De acordo com fontes ligadas ao comando do Senado, a expectativa é que Martins seja indiciado após o depoimento.

O procedimento faz parte da abertura de  investigação interna determinada no mês passado pelo presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), sobre o caso. As etapas são semelhantes ao que ocorre na Polícia Civil, com possível apresentação de denúncia à Justiça.

Após o episódio, o assessor negou ter simpatia por movimentos de supremacia branca . “Um aviso aos palhaços que desejam emplacar a tese de que eu, um judeu, sou simpático ao ‘supremacismo branco’ porque em suas mentes doentias enxergaram um gesto autoritário numa imagem que me mostra ajeitando a lapela do meu terno: serão processados e responsabilizados; um a um”, escreveu Martins no Twitter.

No final de março, Martins, que estava sentado atrás do presidente do Senado durante uma sessão parlamentar, fez com a mão um gesto — juntando os dedos polegar e indicador em um círculo e deixando os outros três dedos esticados — que no Brasil, com os dedos para baixo, é conhecido como um xingamento, e em países como os Estados Unidos, com os dedos para cima, como “OK”, e entre supremacistas é associado às letras W e P, de White Power (poder branco).

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

“Acho que tem que envolver também estados e municípios”, diz Mourão sobre CPI

Publicados

em


source
Presidente Jair Bolsonaro e vice-presidente Hamilton Mourão
Reprodução: iG Minas Gerais

Presidente Jair Bolsonaro e vice-presidente Hamilton Mourão

Nesta segunda-feira (12), o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB), disse concordar com a fala do presidente Jair Bolsonaro , durante sua conversa com o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO), em ampliar a CPI da Covid e investigar também, governadores e prefeitos . As informações foram apuradas pelo Metrópoles.

“Como está colocado ali, ela tem dois aspectos. Um é muito amplo: ações de combate à pandemia. Acho que tem que envolver também estados e municípios”, disse Mourão.

Em conversa, que ocorreu no sábado (10), Bolsonaro fala sobre as responsabilidades, que poderiam ser todas direcionadas a ele.“Se não mudar o objetivo da CPI, ela vai vir para cima de mim. O que tem que fazer para ser uma CPI útil para o Brasil: mudar a amplitude dela. Bota presidente da República, governadores e prefeitos”, disse o presidente.

Com a instalação da comissão no Senado Federal , as ações do governo Bolsonaro, durante esses meses de pandemia do novo coronavírus serão investigadas. Porém, assunto cria uma divisão entre os parlamentares, mas, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso decidiu investir na investigação.

Questionado sobre o conteúdo da conversa entre Bolsonaro e Kajuru, Mourão disse: “A conversa entre o presidente e o senador Kajuru: não vejo nada demais. Não passa disso aí, uma conversa”.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RONDONÓPOLIS

mato grosso

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA