POLÍTICA NACIONAL

Aliados de Lula e Ciro ficam em dúvida se aliança para 2022 será mesmo formada

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Lula e Ciro Gomes
Ricardo Stuckert / Instituto Lula

Lula e Ciro Gomes em encontro em 2018

Aliados próximos ao ex-presidente Lula (PT) e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) ainda estão com dúvidas se os dois formarão mesmo uma aliança de esquerda para 2022. A informação é do jornal Folha de S. Paulo . Ambos têm um longo histórico de trocas de farpas, sendo que o pedetista já chegou a chamar o PT de “um bando de ladrão e mentiroso” e acusou Lula de ser o líder de “falcatruas”.

No início do mês passado,  Lula e Ciro tiveram um encontro e conversaram de forma reservada por um longo período. Na ocasião, eles teriam feito as pazes e discutido movimentos de oposição ao governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Desde então, os ataques entre os dois pararam, mas uma aliança ainda é vista com desconfiança por líderes dos partidos do dois lados. Segundo aliados de ambos, o encontro pode ter amenizado alguns desentendimentos, mas as diferenças políticas permanecem.

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Um cacique do PT diz duvidar que as desavenças sejam zeradas a tempo de permitir uma aliança para a eleição de 2022. O próprio petista afirma que, ainda que o partido sinalize uma união, Ciro “não acredita” que a sigla vá apoiá-lo.

Do lado do PDT, o ceticismo é ainda maior. De acordo com um aliado, Ciro considera ter sido traído pelo PT na corrida de 2018 e acha que a legenda ainda trabalha para manter sua hegemonia na esquerda.

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POLÍTICA NACIONAL

Projeto garante acesso de pessoa com autismo a tratamentos experimentais

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Olga Yastremska/Depositphotos
Criança de costas para a parede - violência - autismo - autista - bullying - timidez
A legislação atual prevê tratamento multiprofissional das pessoas com transtorno do espectro autista, mas não especifica os métodos terapêuticos

O Projeto de Lei 5226/20 garante o acesso das pessoas com transtorno do espectro autista a tratamentos experimentais. Atualmente, essa previsão não existe na legislação que trata desses pacientes. Há apenas a garantia de um tratamento multiprofissional.

O projeto foi apresentado pelos deputados Célio Studart (PV-CE) e Léo Moraes (Pode-RO).

Studart afirma que o uso de tratamentos experimentais ou fora de sua indicação principal é comum e necessário para o controle de muitos comportamentos inerentes ao transtorno do espectro autista (TEA). Ele lembra que o autismo é reconhecido como uma deficiência, e não doença.

Segundo Studart, é corriqueiro que planos de saúde neguem a disponibilização desses tratamentos a seus usuários, sob o argumento de que a droga prescrita não tem indicação para TEA na bula, gerando um grande processo de judicialização dos casos.

“Estima-se que 1 em cada 88 crianças apresenta traços de autismo, com prevalência cinco vezes maior em meninos. Dentre eles, há alguns casos com manifestações mais severas do transtorno do espectro autista, que necessitam de atendimento especializado”, destaca o parlamentar.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Pierre Triboli

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