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Gratuidade no transporte público intermunicipal para servidores da segurança é aprovada na ALMT

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Foi aprovada em primeira votação, durante a sessão desta quarta-feira (01), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o projeto de lei nº 413/2019, que dispõe sobre a gratuidade do transporte público intermunicipal aos Policiais Civis, Militares, Bombeiros e Agentes Penitenciários em atividades no Estado de Mato Grosso. O projeto é de autoria do deputado estadual João Batista do Sindspen (Pros), que é policial penal de carreira e presidente da Comissão de Segurança Pública e Comunitária dentro do Parlamento.

De acordo com o parlamentar, afirmando que o fato ocorre com muita frequência, alguns servidores são transferidos de um determinado município para outro, atendendo as necessidades da sua corporação. Essas transferências atribuem um novo custo com transporte público no orçamento destes profissionais.

“Apresentamos este projeto logo no início da nossa legislatura, como forma de fazer justiça econômica para estes profissionais, dando a oportunidade de realizar economia na hora da sua locomoção, saindo de um município para o outro. Mas a nossa iniciativa atende também o servidor que precisa se deslocar pelo Estado a trabalho, sem diárias, ou necessitam comparecer até a sede central do órgão o qual é vinculado”, disse João Batista.

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Em seu projeto, Batista determina que o limite de um assento por viagem, seja destinado para o servidor que solicitar a gratuidade com até 12 horas antes da partida estabelecida pela empresa de transporte. Caso não haja disponibilidade de assento no ônibus desejado, os servidores que optarem pela gratuidade, poderão solicitar vaga no próximo horário da condução, sempre apresentando a identidade funcional.

O deputado afirma que irá trabalhar junto aos demais parlamentares, para que o PL seja aprovado em segunda votação, siga os trâmites necessários e seja sancionado pelo Governo do Estado. “Precisamos dar mais dignidade para os nossos guerreiros e guerreiras da segurança pública de Mato Grosso. O transporte público gratuito, seja municipal, ou intermunicipal, é o mínimo do mínimo que o Poder Executivo pode oferecer. É uma ação simples, mas que trará mais dignidade para estes profissionais”, finalizou o parlamentar.

Fonte: ALMT

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Claudinei critica falta de ações preventivas na saúde pública

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) falou, neste sábado (15), sobre o cenário enfrentado com o aumento de casos de Covid-19 em Mato Grosso, que elevou a taxa de ocupação de Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) para 84%. Além do atendimento aos pacientes acometidos pela doença, também ocorre o surto gripal que aflige a população mato-grossense, especificamente com a chegada do vírus H3N2, que é uma variante do vírus Influenza A.

 De acordo com informações da Secretaria de Saúde de Mato Grosso (SES), já são sete hospitais estaduais que não possuem vagas disponíveis em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Várzea Grande, Barra do Garças, Sinop, Peixoto de Azevedo, Querência e duas entidades de saúde de Cuiabá. “Realmente, há uma falta de atenção quanto à saúde pública de nosso Estado. Com características relevantes para ser considerada uma das melhores economias do país, principalmente por ser um dos maiores produtores no ramo do agronegócio e da pecuária, era para ter a melhor saúde do Brasil, em estrutura, investimentos e organização”, comenta o parlamentar.

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 Ele considera que o setor da saúde não é exatamente uma prioridade para o governo de Mato Grosso, no instante que faz altos investimentos na área de propaganda institucional. “Mas, para que investir em saúde, em um governo que investe R$ 50 milhões em 2021 e quase R$ 90 milhões para 2022, com propagandas institucionais para atender a gestão estadual. E, claro, já prevendo a campanha para as eleições deste ano. Isso é o retrato da péssima gestão, em matéria de gestão pública estadual”, observa Claudinei.

No ponto de vista do parlamentar, a nova onda da Covid-19 já estava prevista para acontecer desde o final do ano, devido a irresponsabilidade de alguns gestores municipais que realizaram festas de Réveillon. “Mesmo sendo evidenciado o aumento de casos após o Natal, ainda tiveram prefeitos que não quiseram cancelar as festividades de Réveillon. Agora, vivemos o reflexo do que estava previsto e o governo de Mato Grosso não fez nenhuma ação preventiva. Tem municípios que fizeram festas e agora estão impondo restrições para a população e ao comércio. Será que ainda vão ter coragem de promover festas de carnaval para 2022?”, critica.

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Outra situação que o parlamentar frisou foram sobre os leitos de UTI Covid-19 que foram fechados, após o anúncio do Programa MT Cirurgias, em setembro do ano passado, com investimentos de R$ 105 milhões, para regularizar a fila de espera de pacientes que aguardavam realizar cirurgias eletivas e ortopédicas.

 “O governo estadual fechou os leitos de UTIs Covid-19 e as cirurgias eletivas caminham de forma morosa, liberando recursos pingados aos municípios, sendo que há cidades que ainda aguardam por recursos. Um exemplo é o Hospital Regional de Rondonópolis, que ainda não conseguiu colocar as cirurgias em dia. Com o avanço da Covid-19, podemos correr o risco dessas cirurgias eletivas serem interrompidas e retomar os leitos para atender casos com o novo coronavírus. Vamos fiscalizar e exercer o nosso papel de deputado, cobrando melhores condições de saúde pública para o nosso Estado, porque não está fácil”, conclui Claudinei.

Estatística – Na última atualização do Boletim Epidemiológico do Governo do Estado de Mato Grosso, do dia 16 de janeiro de 2022, já são 575.014 casos confirmados de Covid-19, com 14.122 óbitos.

Fonte: ALMT

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