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Dia 30 de novembro é o prazo final para regularização cadastral dos servidores da ALMT

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Todos os servidores da ALMT devem fazer o recadastramento anual

Foto: Fablício Rodrigues / Secretaria de Comunicação Social

Servidores da ALMT têm até o dia 30 deste mês para confirmar as informações ou fazer as alterações no cadastro funcional. O procedimento é obrigatório para todos os profissionais de carreira e ocupantes de cargos comissionados e estende-se aos que se encontram cedidos, afastados, permutados ou licenciados. Mais de 60 servidores ainda estão pendentes e podem ter o pagamento suspenso a partir de dezembro, caso não concluam o processo.

A atualização deve ser feita por meio de formulário on-line, na página inicial da intranet e estará disponível também no site da ALMT. “O processo é simples e rápido, o servidor vai poder fazer isso de qualquer lugar acessando as plataformas disponíveis”, destaca o gerente da folha de pagamento, Benedito Palmeira Neto.

Ele lembra que é preciso ficar atento ao procedimento correto para que o recadastramento seja validado. Todas as etapas do formulário precisam ser preenchidas. E se todos os dados estiverem corretos e atualizados, é preciso apenas fazer a confirmação no sistema, caso contrário o servidor deve inserir as novas informações. Lembrando que, no caso de qualquer alteração, o recadastramento ficará pendente e só será finalizado quando a documentação original for protocolada na Secretaria de Gestão de Pessoas.

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Para servidores que não moram nem podem vir a Cuiabá e fizeram alteração nas informações, os comprovantes podem ser enviados ao e-mail [email protected] para validação.

O recadastramento foi instituído pela Portaria 045/2016, publicada em 23/02/2016, a qual tornou obrigatória a atualização anual das informações cadastrais de todos os servidores do Legislativo, no mês de março. No entanto, este ano, em função da pandemia, o prazo foi alterado para se ajustar às adaptações impostas aos sistemas de trabalho, com os afastamentos e as limitações nas jornadas de trabalho.

Fonte: ALMT

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ALMT, Sema e Sinfra definem ações emergenciais para ‘salvar’ Baía de Chacororé

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Comissão de Meio Ambiente realizou reunião extraordinária para debater possíveis soluções

Foto: Ronaldo Mazza

O presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Carlos Avallone (PSDB), conduziu na manhã desta segunda-feira (18) reunião extraordinária na qual foram debatidas possíveis soluções para amenizar a seca que ameaça a Baía de Chacororé, no Pantanal mato-grossense, um dos principais criadouros naturais da fauna ictiológica do bioma. 

Também participaram os deputados estaduais Sílvio Fávero (PSL), Allan Kardec (PDT) e Lúdio Cabral (PT) – este último por meio da tecnologia de videoconferência.  

À distância, ainda tomaram parte na reunião o secretário estadual de Meio Ambiente (Sema) em exercício, Alex Marega – que substitui a titular Mauren Lazzaretti durante o período de férias -, a técnica Najla Braz Nassarden, que representou a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra), e o engenheiro Rubem Mauro Palma de Moura, assessor especial da Comissão de Meio Ambiente da ALMT. 

Intervenções emergenciais – Conforme havia sido constatado in loco em visita técnica da comissão à região da Baía de Chacororé na sexta-feira passada (15), serão necessárias imediatamente diversas intervenções de engenharia para restabelecer o fluxo hídrico e elevar o nível de água. 

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Foram identificados as pontes a serem reformadas e os principais corixos (canais que ligam as águas de baías, lagoas, alagados etc com os rios próximos) que precisam ser desobstruídos, além da limpeza e recuperação desses locais.  

Também foram listados problemas como o baixo nível da entrada da água na baía no início do rio Chacororé, além de desmatamento em áreas de proteção, barragens construídas no leito do curso d’água e outros crimes ambientais, feito a prática de pescadores predatórios que rompem uma estrutura de barramento existente na baía a fim de facilitar a captura de peixes. 

Para a realização das obras emergenciais – que serão detalhadas em relatório da Sinfra em conclusão ainda esta semana -, causa grande preocupação o fato de que várias delas devem ser feitas dentro de propriedades privadas, o que pode dificultar a execução. 

Por isso, adiantou o deputado Carlos Avallone, a Comissão de Meio Ambiente da ALMT irá buscar a parceria do Ministério Público Estadual e do Poder Judiciário, a fim de remover eventuais entraves às necessárias intervenções de engenharia.

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Fonte: ALMT

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