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Alta Floresta é contemplada com nova sede da Escola Militar Dom Pedro II

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Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

A Escola Militar do Corpo de Bombeiros Dom Pedro II de Alta Floresta (MT) foi contemplada com uma nova sede, no dia 1° de setembro, para atender inicialmente 668 alunos matriculados. O novo espaço definido é a antiga Escola Estadual Vitória Furlani da Riva que possui espaço amplo e, que no próximo ano, disponibilizará 1.200 vagas. Esse resultado faz parte de uma das articulações que o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) realizou junto à Secretaria de Educação de Mato Grosso (Seduc).

O parlamentar esteve com o secretário Alan Porto, juntamente com o vereador Luciano Silva (Pode), de Alta Floresta, no dia 11 de fevereiro deste ano, para tratar sobre as condições físicas da antiga unidade da Escola Militar Dom Pedro II, instalada no segundo semestre de 2018, com cerca de 300 alunos do 7° ano do ensino fundamental ao 3° ano do ensino médio matriculados. “Havíamos nos reunido com o secretário Alan [Seduc] para ver a situação da unidade militar. Isso porque o espaço físico era, até então, muito pequeno considerada a procura e, consequentemente, inadequado para atender a comunidade escolar”, lembra.

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Unidade

A unidade militar Dom Pedro II é uma instituição dirigida pela 7ª Companhia do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) . Anteriormente, a escola ocupava  um espaço cedido pela Secretaria Municipal de Esportes. “Temos que pensar em Alta Floresta no sentido do redimensionamento e ordenamento. A gente faz todo o levantamento e analisa os prédios. A gente vai ter a real situação e fomentar o município com recursos financeiros e apoio técnico com o regime de colaboração”, explicou o secretário Alan no encontro com Claudinei.

Uma preocupação, que gerou debate junto à Seduc  era que,  com a escolha da Escola Estadual Vitória Furlani da Riva,  fazia-se necessário manter a denominação original da unidade – uma homenagem à mãe do colonizador Ariosto da Riva,  importante defensor da educação no município, na década de 70. “Ainda bem que foi mantido o nome da antiga escola na unidade militar. Assim, mantém o propósito feito anteriormente, em respeito à história vivenciada e construída e, principalmente, aos familiares de Vitória Furlani da Riva”, declarou Claudinei.

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A implantação de escolas militares Tiradentes envolve uma parceria entre a Seduc e a Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp), por meio da CBMMT, envolvendo as áreas educacional, didático-pedagógica e administrativa, com a participação do corpo docente da escola e apoio dos militares que levarão instruções militares, ensinamentos de disciplina, organização e patriotismo.

Instituição – Em 2020, a Escola Militar Dom Pedro II de Alta Floresta teve destaque, em primeiro lugar, no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) no município; terceiro entre as escolas estaduais e em quarta colocação entre todas as escolas públicas do estado de Mato Grosso.

Fonte: ALMT

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Dal Molin convoca audiência pública para debater redução de carga tributária em Mato Grosso

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Foto: Marcos Lopes

Apontada por especialistas como o maior entrave para o desenvolvimento econômico, o valor da carga tributária praticada no estado será o tema de uma audiência pública prevista para o dia 15 de outubro na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O debate foi convocado nessa quarta-feira (15), pelo deputado estadual Xuxu Dal Molin (PSC) por meio do Requerimento 505/2021. 

A audiência pública será realizada de forma virtual, conforme estabelece as medidas administrativas adotadas pela ALMT a fim de prevenir a propagação da covid-19. 

Ao justificar o pedido, o parlamentar cita a complexidade do sistema tributário adotado pelo Estado e, que segundo ele, “resulta em gargalos logísticos e uma enorme insegurança jurídica para diferentes setores da economia”. 

“É urgente, e o ambiente é propício para que se discuta o “custo Mato Grosso”, se identifique mecanismos que possam auxiliar na retomada da atividade econômica, bem como na geração de emprego e renda”, avalia Dal Molin ao complementar que o setor de prestação de serviços, entre outros mais vulneráveis, ainda sente os efeitos causados pelas medidas restritivas impostas desde o início da pandemia. 

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Ainda de acordo com o parlamentar, o Estado apresenta um crescimento vertical contínuo, enquanto setores essenciais para o aquecimento da economia, como agricultura, agroindústria e mineração, evoluíram de forma horizontal.

 “Chegou a hora do Estado servir ao seu povo. O Estado não pode ficar rico em detrimento ao trabalhador. Chegou a hora de discutirmos a redução dos impostos que incidem nos combustíveis, energia elétrica, gás de cozinha e do ICMS (…). Temos a obrigação moral de reduzir o custo de vida do cidadão mato-grossense e daqueles que geram empregos em todas as áreas da economia”, assinala o autor da célebre frase: “Mais gestão, menos impostos”. 

Foram convidados para participar da audiência: o governador Mauro Mendes (DEM), o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Luiz Gallo, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Cesar Alberto Miranda dos Santos Costa, além de membros de entidades representativas como a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Mato Grosso (Facmat), Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos de Mato Grosso, Associação dos Condutores e Transportadores de Mato Grosso (Acontrans), entre outros. 

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Aumento de arrecadação 

Segundo relatório emitido pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), no primeiro quadrimestre deste ano (2021), Mato Grosso registrou aumento na arrecadação de 26,2% se comparado com igual período do ano anterior. 

Já o faturamento total tributável saltou de R$ 119,5 milhões para R$ 172,5 milhões o que representa um acréscimo de quase 44%, gerando superávit e superando os efeitos econômicos negativos causados pela pandemia da covid-19. 

Nessa mesma linha, a arrecadação sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aumentou 22%. Entre os setores que mais influenciaram no aumento da arrecadação estão: agropecuária (60%), indústria (40%) e comércio e serviços (25%).

Fonte: ALMT

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