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Moradores denunciam e Rotam fecha ponto de venda de drogas no Dom Aquino

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Policiais do Batalhão Rotam prenderam um homem de 38 anos com porções de maconha, cocaína e R$ 1.100, 00 em espécie, na noite da última sexta-feira (03.12), na Capital. A prisão do suspeito por  tráfico de entorpecentes, ocorreu após moradores denunciarem o crime para a Polícia Militar.  

Por volta das 21h15, os policiais foram procurados por moradores do bairro Dom Aquino, que relataram que havia um homem vendendo drogas em uma residência na região. De imediato, a Rotam foi até o endereço apontado e visualizou um veículo Gol e um homem em atitude suspeita ao lado do veículo.  

O condutor do carro e suspeito ao perceberem a presença da polícia tentaram fugir. O veículo tomou rumo ignorado, momento em que, foi identificado que havia caído algo do carro (porções de drogas). O homem que estava encostado no automóvel foi abordado e com ele a PM apreendeu uma balança de precisão e dinheiro trocado.  

O suspeito confessou que estava comercializando drogas no bairro. Durante buscas na residência dele, os policiais localizaram mais entorpecentes como tabletes e pedaços de maconha, máquina de cartão de crédito e quantia de R$1,1 mil.  A Rotam deu voz de prisão ao suspeito, ele foi conduzido para a Central de Flagrantes.  

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Disque -Denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939. 

Fonte: PM MT

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Aquisição de imóveis e locação de veículos eram utilizadas para lavar dinheiro de organização criminosa

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

Há quase um ano começaram as investigações que culminaram na Operação Mandatário, deflagrada pela Força-Tarefa de Segurança Pública (FTSP-MT) para o cumprimento de 51 mandados judiciais que resultaram no sequestro de diversos bens móveis e imóveis, apreensão de dinheiro em espécie e joias e bloqueio de contas bancárias no valor de até R$ 5 milhões. As ordens judiciais foram cumpridas entre a segunda e esta terça-feira (18.01).

Entre os imóveis sequestrados estão um apartamento em edifício de alto pradrão e um prédio com 20 quitinetes. De acordo com a investigação conjunta realizada pela Polícia Civil e Polícia Federal em Mato Grosso, os imóveis e veículos sequestrados eram utilizados para lavar o dinheiro proveniente de atividades ilícitas praticadas por uma facção criminosa.

Os mandados expedidos pela 7ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá foram cumpridos em cidades dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e miram integrantes do núcleo contábil e financeiro da maior facção criminosa presente em Mato Grosso. Seis investigados foram presos preventivamente e um em flagrante.

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Modo de agir

O nome da operação faz menção à pessoa de confiança de um dos líderes e tesoureiro da facção, que também teve mandado cumprido durante a operação. O suspeito atuava como braço direito e era responsável pela execução das ordens do tesoureiro nas ruas, recolhimento de dinheiro, ou seja, atuava como mandatário do criminoso.

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O principal alvo da operação foi preso com mais de meio milhão de reais em espécie e se passava por advogado, mesmo sem ter concluído o curso de direito. Ele era responsável por recolher semanalmente o dinheiro em bocas de fumo e de outras atividades ilícitas. Depois era feita a contabilidade dos valores e o lucro distribuído entre os líderes da organização criminosa.

De acordo com o delegado da Polícia Civil de Mato Grosso, Frederico Murta, um dos responsáveis pela investigação, a força-tarefa chegou também a outros alvos, entre eles um contador e empresários, que atuavam na lavagem, camuflagem e aplicação do dinheiro da organização criminosa.

O contador era responsável pela abertura de empresas utilizadas para lavar o dinheiro da facção e fornecia contas bancárias para que que os criminosos pudessem fazer movimentações rápidas, a fim de não deixar vestígios que pudessem atrair a fiscalização. As empresas eram criadas para movimentar vultosas quantias de dinheiro e logo depois, encerradas, com o intuito de burlar a investigação. Quando os órgãos de fiscalização detectavam as movimentações atípicas, as empresas já estavam encerradas.

Outra modalidade exercida pela organização criminosa para a lavagem do dinheiro era a locação e compra e venda de veículos, que eram adquiridos em nome de terceiros, inclusive advogados. Com a operação, foram sequestrados 15 veículos de diversos modelos.

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Conforme a Força-Tarefa neste período de quase um ano de investigação, foi apurado que a organização também lavava o dinheiro com a aquisição de patrimônio, entre eles imóveis, como casas e apartamento. Entre os imóveis sequestrados estão um apartamento em um edifício de alto padrão e um prédio com 20 quitinetes.

Sequestro de bens e apreensões

Além dos veículos, foram sequestrados sete imóveis e efetuadas 10 ordens de bloqueio de contas bancárias e de investimentos totalizando um valor estimado em cerca de R$ 10 milhões de reais.

Foram cumpridos ainda 12 mandados de busca e apreensão em residências, empresas e em um escritório de contabilidade. Durante as buscas, além de documentos, foram apreendidos uma arma de fogo, joias de alto valor e mais de meio milhão de reais em espécie.

Força-Tarefa

É composta em Mato Grosso pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal e Sistema Penitenciário e tem por objetivo realizar a atuação conjunta e integrada no combate ao crime organizado no estado.

Fonte: PJC MT

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