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Semob orienta para o perigo de construir lombada em desacordo com as normas fixadas pelo Contran

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A Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) orienta ao munícipe a não construir lombadas, popularmente conhecido como ‘quebra-molas’ nas ruas e avenidas de Cuiabá. Isso porque,  o  redutores de velocidade  só podem ser utilizados onde  exista a necessidade de redução de velocidade.  A instalação depende de um estudo técnico de engenharia de tráfego, que irá  demonstrar a existência de  índice significativo de velocidade ou risco potencial de acidentes – tudo conforme pede às normas do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

“O fator determinante é o excesso de velocidade praticado no local e onde outras alternativas de engenharia de tráfego são ineficazes, a exemplo, uma placa de redução de velocidade.  Se um cidadão decidir construir uma lombada em uma via e se a equipe da Semob receber a denúncia, esta pessoa será obrigada a retirar após receber uma notificação. Geralmente, esses quebra-molas irregulares são construídos em locais proibidos, como por exemplo, próximo a uma curva, em  declives ou são construídos com altura indevida. Tudo isso contribui para um acidente de trânsito porque não tem sinalização ou o carro pode ser danificado por causa  da altura do quebra-molas irregular”, comentou a  diretora de Engenharia de Tráfego  da Semob, Adrielle Martins.

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A diretora de engenharia  de Tráfego cita ainda que o redutor de velocidade não deve ser colocado de forma descontrolada porque existe um estudo de tráfego. Ela cita que entre as centenas de pedidos  de solicitação para construção de redutores de velocidade, existem até mesmo comerciantes que solicitam para que os motoristas  passem com velocidade reduzida em frente aos seus estabelecimentos. “Sim, temos esse tipo de pedido, mas é negado. Cuiabá é uma das cidades do país que mais implanta o quebra-molas nas ruas. E  o cidadão que dirige tem que respeitar as placas. Nos bairros, reduzir a velocidade porque tem crianças brincando nas ruas”, descreveu a diretora de engenharia. 

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NA CAPITAL

Defesa Civil identifica problema que causou inundação em porão de prédio no centro de Cuiabá

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Davi Valle

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A Defesa Civil de Cuiabá informou que foi detectado o problema que ocasionou o alagamento no subsolo de um edifício localizado na Rua Barão de Melgaço, na área central da Capital. Segundo informações dos técnicos, a inundação foi provocada por uma mina que já existia no local antes da construção do prédio.

O diretor da Defesa Civil de Cuiabá, José Pedro Zanetti, explicou que com o fechamento do prédio há cerca de dois anos, o fornecimento de energia foi suspenso e a bomba que funcionava no local foi desligada automaticamente. “Após uma vistoria minuciosa por parte dos técnicos da concessionaria, a empresa Águas Cuiabá, de um técnico do Itaú e da Defesa Civil, foi constado que não há mais problema. A bomba está funcionando normalmente”, explicou José Pedro Zanetti.

Na tarde desta segunda-feira (20) a Defesa Civil interditou o local e evacuou o prédio do banco Santander, após constatar a inundação no subsolo, no prédio vizinho. Hoje pela manhã técnicos da Águas Cuiabá realizaram testes na água que se encontrava no subsolo do prédio fechado e não foi constata a presença de cloro ou flúor significando que não se trata de água tratada.

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Um laudo que será emitido ainda nesta terça-feira (21) pelo técnico do Itaú, permitirá seja solicitada a religação da energia nos dois prédios e a liberação da interdição por parte da Defesa Civil.

Nas vistorias realizadas pela concessionária de água, foi constato um vazamento de pequeno porte – não relacionado à inundação do subsolo do prédio -, na altura da Rua Comandante Costa, já reparado. A empresa informou que o abastecimento de água tratada na região central da cidade segue normal.

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