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União Europeia anuncia 500 milhões de euros em ajuda militar à Ucrânia

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Valor será usado para financiar a compra de armas
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Valor será usado para financiar a compra de armas

A União Europeia (UE) fornecerá mais 500 milhões de euros em ajuda militar para a Ucrânia, informou o Alto Comissário para a Política Externa do bloco, Josep Borrell, à margem da reunião do G7 na Alemanha, nesta sexta-feira (13). “A UE fará uma contribuição adicional de 500 milhões de euros à Ucrânia para financiar a compra de armas”, disse ele, especificando que o dinheiro será utilizado para comprar “tanques, munições, blindados, artilharias pesadas e tudo o que é necessário para combater esta guerra”.

Desta forma, a UE contribuirá com um total de 2 bilhões de euros para combater a guerra russa na Ucrânia. “Tenho certeza de que deste G7, o sétimo desde o início da guerra, virá uma mensagem forte, que é sempre a mesma: mais apoio à Ucrânia, inclusive militar”, acrescentou Borrell.

De acordo com a ministra britânica das Relações Exteriores, Liz Truss, os países devem “manter a pressão sobre a Rússia e continuar a fornecer armas à Ucrânia”.

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Na reunião, os ministros do G7 apoiaram o fornecimento de mais ajuda e armas ao governo de Volodymyr Zelensky, decisão classificada pela Alemanha como um “poderoso sinal de unidade” para intensificar o isolamento mundial da Rússia.

Segundo Borrell, “o caminho diplomático para alcançar um cessar-fogo na Ucrânia não existe, não porque os parceiros não o queiram, mas porque [Vladimir] Putin foi claro como cristal”.

“Ele não quer parar a guerra porque tem objetivos militares e até alcançá-los vai continuar lutando”, acrescentou o chefe da Política Externa da UE. Por fim, Borrell disse estar confiante de que um embargo da UE ao petróleo russo possa ser acordado nos próximos dias.

“Devemos desistir da dependência do petróleo bruto de Moscou, se não houver acordo no nível dos embaixadores, os chanceleres, na próxima segunda-feira, terão que dar um novo impulso político e eu farei minha parte”, concluiu.

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EUA: George Bush comete gafe ao confundir Ucrânia com Iraque

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George Bush durante um evento em Shanksville, nos Estados Unidos
Reprodução – 19.05.2022

George Bush durante um evento em Shanksville, nos Estados Unidos

O ex-presidente dos Estados Unidos George Bush, de 75 anos de idade, cometeu uma gafe na última quarta-feira (18), durante um discurso em Dallas, ao ter confundido a Ucrânia com o Iraque.

Ao se referir à guerra iniciada pela Rússia, o ex-chefe de Estado norte-americano descreveu erroneamente a invasão do Iraque como “brutal” e “injustificada”.

“A decisão de um homem lançar uma invasão completamente injustificada e brutal no Iraque”, disse Bush, que percebeu o equívoco logo na sequência. “Digo, na Ucrânia”, corrigiu o ex-presidente republicano.

A gafe do ex-mandatário ocorreu em um evento do Bush Center, um instituto focado na formação de líderes, pouco depois de criticar o presidente da Rússia, Vladimir Putin. O ex-chefe de Estado atribuiu o erro à sua idade e a confusão causou uma gargalhada na plateia.

No início dos anos 2000, Bush era o presidente dos Estados Unidos e arquitetou a invasão ao Iraque, na época liderado pelo ditador Saddam Hussein, afirmando que a nação produzia armamentos de destruição em massa. 

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Fonte: IG Mundo

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