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Milhares de imigrantes viajam a pé de Honduras para entrar nos EUA; entenda

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cerca de 9 mil imigrantes hondurenhos tentam entrar nos Estados Unidos
The Associated Press

cerca de 9 mil imigrantes hondurenhos tentam entrar nos Estados Unidos

Cerca de 9 mil hondurenhos em uma caravana deixaram seu país a pé entre os dias 13 e 14 de janeiro, com destino aos Estados Unidos . Contudo, no último domingo (17), ao ingressarem na Guatemala, foram contra as normas de segurança, ao entrar no país sem testes negativos do novo coronavírus (Sars-Cov-2) e houveram confrontos entre migrantes e forças de segurança.

A estrada que liga os países foi bloqueada e bombas de gás lacrimogêneo foram disparadas para tentar dispersá-los. Apesar disso, muitos imigrantes aguardam autorização para seguir a viagem, que ainda precisa atravessar o México até enfim chegar ao destino final, nos Estados Unidos .

Porém, o governo guatemalteco  montou dezenas de pontos de controle de imigração nas rodovias do país, e pode começar a transportar diversos deles de volta para Honduras, sob o argumento de que eles representam um risco para si próprio e para as outras pessoas em decorrência da pandemia da Covid-19. 

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Governadores do país deixaram claro que não deixarão a caravana passar. No México , milhares de membros da guarda nacional foram colocados na fronteira ao sul do país para desencorajar a caravana de tentar entrar no país.

Há dois dias da posse oficial de Joe Biden como presidente dos Estados Unidos, o democrata prometeu durante campanha flexibilixar a imigracao no país e conceder visto para pessoas que entraram deforma ilegal no país.

Contudo, um funcionário da equipe de transição de Biden alegou que embora “haja ajuda a caminho, agora não é hora de fazer a viagem”, e que “a situação na fronteira não vai mudar da noite para o dia”.

Fonte: IG Mundo

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Lago seca na Bolívia e cientistas temem que nunca mais volte a encher

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O Lago Poopó, na Bolívia, já foi fonte de vida para os habitantes locais que pescavam em suas águas abundantes e cultivavam ao longo de suas margens. Agora, é um deserto.

Cientistas dizem que o antigo lago, que se espalha pelo altiplano ensolarado da Bolívia, é vítima de décadas de desvio de água para necessidades regionais de irrigação. E o clima mais quente e seco torna sua recuperação cada vez mais improvável.

“É como uma tempestade perfeita”, diz Jorge Molina, pesquisador da Universidad Mayor de San Andrés. “A cada ano que passa, a situação piora.”

O lago, o segundo maior da Bolívia, era muito raso e tradicionalmente subia e descia de nível, de acordo com cientistas e antigos habitantes aymarás do lago.

Valerio Rojas, que antes ganhava a vida pescando no lago, diz que os anciãos da aldeia contam que o lago recarregava a cada 50 anos. Mas, olhando para a área ressecada que resta, ele tem suas dúvidas.

“O lago vai encher de novo? Com ​​essa mudança climática e poluição, me parece que o clima não pode mais ser previsto”, disse Rojas. “Em nossa língua aymara diz-se: ‘Nossa mãe terra está cansada’.”

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Os cientistas também estão ficando céticos. Molina diz que os Andes estão ultrapassando o aumento da temperatura média global, especialmente durante o dia, o que significa que a evaporação aumentou, tornando especialmente difícil para um lago raso – e sua flora e fauna – sobreviver.

“Não é mais um lago funcional. Um lago que seca com muita frequência não é mais funcional para a fauna, a flora e a biodiversidade”, disse Molina à Reuters.

A seca também está afastando as comunidades que antes viviam ao longo de suas margens, diz Benedicta Uguera, uma indígena de Untavi que criava gado em uma ilha no lago.

“As famílias decidiram deixar a ilha, porque não podemos sobreviver sem água e não há mais vida”, afirmou.

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