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Líder religioso da Coreia do Sul é preso por atrapalhar combate à Covid-19

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Coreia do Sul
Reprodução/Facebook

Lee Man-hee é líder da Igreja Shincheonji de Jesus no país

Neste sábado (1º), o líder de uma seita religiosa na Coreia do Sul foi preso após ser acusado de atrapalhar o  combate à pandemia da Covid-19 no país ao divulgar dados incorretos e listas falsas sobre as reuniões da igreja da qual faz parte.

Segundo informações da agência de notícias France Presse, Lee Man-hee, de 88 anos, é o principal nomes da igreja Shincheonji de Jesus na Coreia do Sul e também foi acusado de desviar quase R$ 25 milhões (5.6 bilhões de won) de fundos da instituição e realizar eventos em instalações públicas sem autorização.

Ainda de acordo com a publicação, mais de 5.200 sul-coreanos relacionados com a seita já haviam sido infectados até o último dia 19, o que representa quase 40% do número de casos confirmados em todo o país desde o início da pandemia.

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Por este motivo, a igreja estaria indicando a seus membros que não divulgassem informações sobre a doença ou respondessem perguntas judiciais, evitando assim que sofressem discriminações.

Até o momento, segundo dados coletados pela Universidade Johns Hopkins, a Coreia do Sul soma 14.336 infecções pela Covid-19 e 301 mortes, o que faz com que o país seja elogiado pela forma como vem combateno o vírus.

Fonte: IG Mundo

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Bolsonaro manifesta solidariedade às vítimas de explosão no Líbano

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O presidente Jair Bolsonaro lamentou hoje (4) a explosão que aconteceu nesta terça-feira em Beirute e deixou mais de 70 mortos e mais 2.700 feridos.  Em sua conta pessoal no Twitter, Bolsonaro disse estar profundamente triste com as cenas.

“O Brasil abriga a maior comunidade de libaneses do mundo e, deste modo, sentimos essa tragédia como se fosse em nosso território. Manifesto minha solidariedade às famílias das vítimas fatais e aos feridos”, escreveu o presidente da rede social.

Nesta terça-feira, uma grande explosão no porto da capital libanesa matou mais de 70 pessoas e deixou mais de 2.750 feridos, além de provocar ondas de choque que estilhaçaram janelas, danificaram edifícios e estremeceram o chão de Beirute.

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A expectativa das autoridades locais é que o número de mortos aumente ao longo da noite desta terça-feira, à medida em que as equipes de emergência escavem os destroços para resgatar os corpos. 

Smoke rises from the site of an explosion in BeirutSmoke rises from the site of an explosion in Beirut

Expectativa das autoridades locais é que o número de mortos aumente ao longo da noite – REUTERS/ISSAM ABDALLAH/Direitos reservados

A explosão ocorreu por volta das 18h no horário local. Feridos chegaram a ser levados para hospitais fora de Beirute.

Alguns moradores, que estavam vivas durante os bombardeios que ocorreram na guerra civil do país, entre 1975 e 1990, acharam que se tratava de um terremoto.

O ministro do Interior do Líbano disse ao canal de televisão Al Jadeed que nitrato de amônio era armazenado no porto desde 2014.

Israel, que já travou diversas guerras contra o Líbano, negou qualquer tipo de envolvimento e ofereceu ajuda.

Edição: Fábio Massalli

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