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EUA rejeitam proposta russa para prorrogar pacto sobre armas nucleares

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As perspectivas de prorrogação do mais recente tratado que limita a mobilização de armas nucleares estratégicas de Estados Unidos e Rússia pareciam desanimadoras nesta sexta-feira (16), depois que o governo norte-americano rejeitou uma proposta russa de renovação incondicional de um ano por considerá-la “inviável”.

O novo Tratado de Redução de Armas Estratégicas (Start, na sigla em inglês), que foi assinado em 2010 e expira em fevereiro, restringe o número de ogivas nucleares estratégicas que os dois países podem mobilizar, além de mísseis e dos bombardeiros que os transportam.

Não renovar o pacto anularia todas as restrições, o que poderia dar ensejo a uma corrida armamentista pós-Guerra Fria e ampliar as tensões entre as duas maiores potências nucleares do mundo.

Falando por videoconferência em uma reunião do Conselho de Segurança russo que foi transmitida pela televisão estatal, o presidente Vladimir Putin disse que o tratado funcionou com eficiência até agora e que seria “extremamente triste” se deixasse de funcionar.

“No tocante a isso, proponho… prorrogar o tratado atual sem quaisquer condições por ao menos um ano para que negociações significativas sobre todos os parâmetros dos problemas possam ser conduzidas”, disse.

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Horas depois, no entanto, o conselheiro de Segurança Nacional dos EUA Robert O’Brien rejeitou a oferta de Putin.

Ele reiterou que os EUA propuseram estender o acordo por um ano, durante o qual as mobilizações de todas as armas nucleares –estratégicas e táticas– seriam suspensas.

“A resposta do presidente Putin hoje para estender o novo Start sem congelar todas as ogivas nucleares é inútil”, disse O’Brien em comunicado. “Esperamos que a Rússia reavalie sua posição antes que ocorra uma custosa corrida armamentista.”

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Equipes resgatam 11 mineiros soterrados na China há 14 dias

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Mineiros são resgatados na China
Reprodução/EuroNews

Mineiros são resgatados na China

Equipes chinesas resgataram neste domingo (24) 11 dos 22 mineiros que ficaram presos a 600 metros abaixo do solo após uma explosão subterrânea em Qixia há 14 dias.

O primeiro trabalhador foi resgatado da mina de ouro de Hushan, na província de Shandong, por volta das 11h03 (horário local), e estava extremamente fraco. Já os outros 10 foram retirados uma hora depois, mas por uma saída diferente, que era usada para a entrega de alimentos e suprimentos.

De acordo com as autoridades locais, citadas pela imprensa chinesa, ao menos um dos funcionários sofreu ferimentos.

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Existem ainda mais 10 pessoas presas na mina , mas os socorristas não tiveram notícias delas. Nesta semana, um dos mineiros morreu devido aos ferimentos.

Desde a explosão de 10 de janeiro na mina de ouro Qixia , as equipes de resgate têm trabalhado para socorrer os mineiros presos e ameaçados pelo aumento da água. A explosão ocorreu no poço do ventilador de ar, o que causou um entupimento e danificou o teleférico que permitia a subida dos mineiros.

Além de bloquear a entrada do poço, o acidente interrompeu as comunicações. Um dos responsáveis pela mina foi detido por atrasar a informação sobre a explosão e o chefe local do Partido Comunista e o prefeito da cidade de Qixia foram responsabilizados e demitidos.

Fonte: IG Mundo

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