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EUA e Alemanha querem novas restrições; Ômicron preocupa investidores

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Os Estados Unidos (EUA) e a Alemanha se juntaram a países ao redor do mundo que planejam adotar restrições mais rígidas contra a covid-19 nesta quinta-feira (2), conforme a nova variante Ômicron do coronavírus sacode os mercados, temerosos de que a cepa possa ameaçar a tentativa de recuperação econômica.

Ainda não se sabe muito sobre a Ômicron, que foi detectada pela primeira vez na África do Sul no dia 8 de novembro e já se disseminou em ao menos duas dúzias de países. Partes da Europa estão sofrendo com uma disparada de infecções da mais conhecida variante Delta à medida que o inverno se instaura.

A Ômicron também pode se tornar a variante predominante da covid-19 na França até o final de janeiro, disse o principal conselheiro científico do país nesta quinta-feira, depois que a França e os Estados Unidos relataram seus primeiros casos e países de todo o mundo endureceram restrições.

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Erupção de vulcão em Tonga provocou mais de 200 mil raios em uma hora

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Erupção de vulcão em Tonga provocou mais de 200 mil raios em uma hora
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Erupção de vulcão em Tonga provocou mais de 200 mil raios em uma hora

erupção do vulcão submarino Hunga-Tonga-Hunga-Ha’apai, em Tonga, no Pacífico Sul, provocou mais de 200 mil descargas elétricas em um intervalo de uma hora — sendo 63 mil raios em 15 minutos —, conforme foram registrados por sensores de raios. A magnitude da erupção, considerada uma das mais intensas do mundo em décadas, foi o que causou os raios, alem de ondas a milhares de quilômetros de distância e variação de pressão atmosférica em todo o mundo, sendo percebida, inclusive, no Brasil.

Especialistas analisaram que é a primeira vez que um número tão grande de descargas elétricas é registrado em tão pouco tempo. Em outras erupções de grande impacto nas últimas décadas, como do Pinatubo, El Chichón e Monte Santa Helena, não havia tecnologia que registrasse os raios através de sensores.

O show de luzes aconteceu nas regiões de Mackay, Isaac e Whitsunday. Os registros das descargas elétricas foram divulgados pela Ergon Energy Network, empresa subsidiária da Energy Queensland Limited, uma empresa estatal de propriedade do Governo de Queensland, na Austrália.

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A empresa de meteorologia Metsul apresentou esses dados, explicando que raios são efeitos comuns de erupções vulcânicas. De acordo com a análise publicada no site, “tudo o que é preciso é calor, ionização, uma diversidade de moléculas e transporte do material vulcânico, e quando carga suficiente se separa na distância certa, ocorrem descargas elétricas. É assim que se formam relâmpagos vulcânicos. Descargas elétricas frequentemente são observadas em erupções vulcânicas explosivas e são comumente associadas à formação de plumas de cinzas, destaca o USGS, o serviço geológico dos Estados Unidos”.

O Metsul também chamou a atenção para o fato de que “os raios são a principal causa de interrupções não programadas para a maioria das linhas de transmissão de energia e é uma das principais causas de falhas em linhas de distribuição aéreas em zonas vulcânicas ativas”. A região de Tonga perdeu o acesso à internet após a erupção, além de ter sofrido blecautes de energia e de linhas telefônicas.

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Fonte: IG Mundo

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