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Estudo mostra que vacinados que morreram de covid-19 eram muito idosos

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Pessoas vacinadas contra a covid-19 têm pouca probabilidade de morrer da doença, a menos que sejam muito idosas e já estejam seriamente doentes antes de pegá-la, mostrou um estudo da Itália nesta quarta-feira (20).

A pesquisa, do Instituto Nacional de Saúde (ISS), presente em um relatório de rotina sobre mortes por covid-19, revela que a idade média das pessoas que morreram apesar de vacinadas é 85 anos e que elas tinham, em média, cinco doenças preexistentes.

A idade média de pessoas que morreram sem estar vacinadas foi de 78 anos com quatro doenças preexistentes.

Descobriu-se que casos de problemas cardíacos, demência e câncer foram encontrados com maior incidência na amostragem de mortes entre vacinados.

A análise, realizada entre 1º de fevereiro e 15 de outubro deste ano, estudou os registros médicos de 671 óbitos por covid-19 entre não vacinados e 171 entre pessoas totalmente vacinadas.

Houve 38,09 mil mortes pela doença na Itália durante o período analisado.

Desse total, 33,62 mil foram de não vacinados, 2,13 mil de pessoas que só receberam uma dose de vacina ou foram infectadas pouco depois da inoculação, portanto antes do surgimento de anticorpos, e 1,44 mil de pessoas totalmente vacinadas.

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No início deste mês, o país atingiu a meta de vacinar totalmente 80% de sua população acima de 12 anos, meta que o governo havia definido para oferecer um grau considerável de proteção do vírus.

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Cresce temor do Ocidente de que Rússia invada Leste Europeu

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Vladimir Putin
Presidência da Rússia (via Fotos Públicas)

Vladimir Putin


O governo dos Estados Unidos declarou nesta terça-feira (18) que a  Rússia pode atacar a Ucrânia “a qualquer momento”. O país americano, assim como outras nações ocidentais, temem a invasão e se preparam para reagir.

“Nossa percepção é de que é uma situação extremamente perigosa. Nós estamos agora em uma fase em que a Rússia poderia lançar um ataque na Ucrânia a qualquer momento”, disse a porta-voz do governo estadunidense, Jen Psaki, à imprensa local.

Segundo o site The Hill, que repercutiu a declaração, o secretário de estado americano Antony Blinken planeja se reunir com o  ministro da Relações Exteriores russo, Sergey Lavrov na próxima sexta (21). O objetivo do encontro é convencer o governo da Rússia a seguir a saída diplomática oferecida pelos Estados Unidos e seus aliados. Caso contrário, o país comandado pelo democrata Joe Biden promete que haverá consequências econômicas.

“Cabe aos russos determinar qual caminho eles vão escolher e as consequências serão severas se eles não seguirem o meio da diplomacia”, antecipou Psaki.

A publicação lembra que ainda em dezembro, em uma chamada de vídeo, Biden disse ao presidente russo, Vladimir Putin, que o país iria enfrentar sanções se invadisse a Ucrânia, além de que se esforçariam para aumentar a ajuda militar da nação atingida.

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Avanço das tropas russas

Também hoje, tropas russas começaram um exercício militar conjunto com militares de Belarus. Dois meses atrás, cerca de 100 mil soldados de Putin se posicionaram nas proximidades da fronteira com a Ucrânia.

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Como o Nexo Jornal explica, Belarus e Ucrânia são os únicos dois países na fronteira oeste da Rússia que não foram incorporados à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), aliança militar fundada por americanos e europeus em 1949 para fazer oposição ao poder soviético reconhecido à época. Desse modo, a intenção da Rússia em avançar para essas duas nações seria a de impedir que seus adversários incorporem os dois países à Otan.

Mas a situação é diferente em cada território. Em Belarus, ex-república soviética, o governo é aliado de Putin. No caso da Ucrânia, também ex-república, não. Mas a Rússia arma e financia grupos rebeldes que apoiam a anexação do país.

Outras repercussões internacionais

Pressionada a tomar atitudes mais firmes, a Alemanha considera a possibilidade de interromper o oleoduto Nord Stream 2 se a invasão se confirmar. A tubulação foi construída com o propósito de levar mais gás russo para a Europa Ocidental.

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De acordo com a CNN Brasil, o chanceler alemão Olaf Scholz disse hoje que “haverá um preço alto a pagar” se as ações militares da Rússia avançarem. No entanto, observadores avaliam que ele envia sinais confusos, uma vez que o Nord Stream 2 ainda nem teve a operação aprovada.

Enquanto isso, o governo do Reino Unido anunciou ontem o envio de ajuda militar para Kiev, capital ucraniana. “Decidimos fornecer para a Ucrânia mísseis anti-ataque de curto alcance para auto-defesa”, afirmou o ministro da Defesa do país, Ben Wallace. Segundo o G1, ele informou que vão enviar soldados britânicos para treinar as Forças Armadas locais, já que há “um motivo bem legítimo e real” de que ocorra a invasão.

Em meio a esse cenário, o Canadá já enviou uma pequena tropa para a região, como informou a GloboNews. Para o chefe da diplomacia da União Europeia, Josep Borrel, o continente está mais próximo de deflagrar uma nova guerra do que já esteve desde o confronto que culminou no desmembramento da Iugoslávia.

Fonte: IG Mundo

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