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Webnamoro: como ter um relacionamento virtual seguro e saudável

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O que você precisa saber para ter um relacionamento virtual seguro e saudável
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O que você precisa saber para ter um relacionamento virtual seguro e saudável





Os tempos pandêmicos estão sendo duros para todo mundo, mas as pessoas solteiras podem sofrer um pouquinho a mais.  Em tempos de pandemia, os aplicativos de relacionamento tiveram um boom de acesso e usuários , e muitas pessoas passaram a buscar por um relacionamento virtual.


Apesar de parecer inviável, o relacionamento virtual ou webnamoro é um tipo de relação que pode dar certo para muitas pessoas. No entanto, o relacionamento virtual (ao menos o início dele) requer alguns cuidados específicos para manter a sua segurança. Afinal, golpes podem ocorrer tanto nesse tipo de relação quanto nos relacionamentos presenciais .

Veja a seguir algumas dicas importantes que deixam a paquera on-line mais gostosa e mais segura.

Não passe seus dados pessoais a ninguém

É preciso manter os pés no chão mesmo que o coração tenha acelerado com aquela pessoa que acabou de conhecer. Evite passar informações como localização (onde mora e trabalha, por exemplo), nomes completos (o seu ou de familiares), dados bancários e número de documentos. Se a pessoa com quem você deu match está pedindo esses dados, pare de conversar e bloqueie.

Cuidado com perfis fake

Mesmo que alguns aplicativos de relacionamento afirmem que não aceitam perfis fakes, Sofia Menegon, consultora de sexualidade e apresentadora do podcast Louva a Deusa, diz que existe, sim, a possibilidade de encontrar com pessoas irreais ou informações que não condizem com a realidade. A prática, chamada de catfish , infelizmente pode ser comum na Internet.

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Você viu?

Por isso, busque provas de que aquela pessoa é real, como videochamadas ou perfis nas redes sociais. “Observe se o perfil tem mais de uma postagem, se tem seguidores e se amigos seus seguem. Perceba se as imagens correspondem àquilo que a pessoa diz sobre ela”, diz Menegon. Ela afirma que o sinal vermelho deve ser acionado quando o perfil não possui fotos (ou fotos sem pessoas) e sem seguidores. O iG Delas já deu algumas dicas de como identificar se o crush está mentindo em aplicativos de namoro .

Fotos íntimas protegidas

Para proteger sua identidade e intimidade, é importante enviar fotos íntimas sem detalhes que te entreguem. Não mostre o rosto completo. Esses detalhes são importantes principalmente quando se está começando a conhecer a outra pessoa — nunca se sabe quando alguém tem a intenção de divulgar as fotos na internet.

Não tenha encontros presenciais sozinha

Encontros na pandemia precisam de cuidado redobrado, seja para prevenir a contração da Covid-19 ou para se manter em segurança. Como locais públicos talvez não sejam uma opção, é mais difícil encontrar uma maneira de conhecer a pessoa sem que os dois fiquem a sós. “Tente organizar um pequeno encontro de casais: você, o crush e mais um casal de amigos”, sugere. Se mesmo assim optarem por ficar sozinhos, avise a alguém de confiança sobre sua localização, horários e a pessoa com quem vai estar.

Pense no que quer

Menegon afirma que é importante ter em mente quais são suas pretensões. Então, defina para si mesma se quer um namoro sério ou só conhecer outras pessoas, e deixe isso bem claro ao crush. “Essa história de joguinhos dificilmente resulta em relacionamentos muito saudáveis”, afirma. Apesar da distância, um relacionamento virtual não deixa de ser uma relação séria. Por isso, é preciso afirmar quais são os limites e evitar que alguém acabe com o coração partido.

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Seja você mesma

Muita gente fica sem saber o que dizer ou como agir em aplicativos de paquera, mas Menegon explica que, por mais que a expressão pareça clichê, ser você mesma é importante para caso o relacionamento virtual se desenrole e se torne algo mais duradouro. “Fale a verdade sobre o que você gosta, sobre seus planos, expectativas e sobre quem é. Isso vai poupar muita dor de cabeça e discussão”, diz.

Encolhendo a distância

Quando um relacionamento virtual está dando certo, é normal querer encurtar a distância com o crush. Na impossibilidade de se verem fisicamente, use a tecnologia a seu favor. “As chamadas de vídeo permitem jantares especiais, participar do dia a dia da outra pessoa, conhecer familiares e até momentos de maior intimidade”, diz Menegon.

No entanto, a consultora de sexualidade ressalta a importância de se resguardar em relação às imagens íntimas. “Vale lembrar que as imagens podem, sim, ser vazadas. Então, tenha muita cautela sobre o que revela à pessoa do outro lado da tela”, diz.

DR virtual

Como dissemos, o relacionamento virtual não deixa de ser sério por não ter o contato físico. Muito pelo contrário, é possível que, caso as pessoas queiram continuar se relacionando, precisem conversar e determinar detalhes sobre o relacionamento.

“O relacionamento virtual pode ter acordos e pactos definidos, além de exigirem responsabilidade afetiva e disposição para arcar com os compromissos firmados. Então, a boa e velha DR é muito bem-vinda no começo, no meio e até no fim do namoro on-line”, afirma Menegon.

Fonte: IG Mulher

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Maconha medicinal pode ser usada em benefício da saúde feminina; saiba mais

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Ameniza dores e aumenta o prazer: veja como a maconha influencia a saúde feminina
Pexels/Aphiwat chuangchoem

Ameniza dores e aumenta o prazer: veja como a maconha influencia a saúde feminina




O uso da maconha medicinal tem se mostrado benéfico em diversas áreas , como no tratamento de esclerose múltipla, nos sintomas de pessoas dentro do espectro autista e até em animais de estimação . Entre as áreas em que a maconha medicinal pode ser utilizada está a saúde da mulher.

De acordo com Barbara Arranz, biomédica, CEO da Linha Canábica e pioneira no tratamento com fitocanabinoides no Brasil, é comprovado que a cannabis pode ser uma grande aliada para a saúde da mulher. Isso acontece graças à sua interação com o corpo feminino e suas propriedades que podem amenizar dores e até tratar infecções.

Os canabinoides podem amenizar diversas queixas sentidas pelas mulheres ao longo da vida. Alguns dos resultados mais conhecidos são a melhora das cólicas fortes e intensas durante o período menstrual, a diminuição de sintomas da menopausa e até mesmo amenizar as dores da relação sexual e ter relações mais prazerosas estão entre os benefícios relacionados ao uso da maconha medicinal na saúde da mulher.

Por que essa reação acontece?

Arranz explica que isso acontece principalmente com o uso do canabinoide exógeno tetra-hidrocanabinol (THC), que atua na liberação de dopamina, aliviando dores diversas. Isso ocorre graças aos receptores espalhados pelo organismo feminino que reagem de maneira positiva aos canabinóides. 


“A ação dos canabinóides sintéticos [como o CDB] integra as vias neurológicas relacionadas à dor. Esse efeito antinociceptivo ou analgésico, é também mediado por outros receptores, como a proteína TRPV1, que são afetados pela cannabis”, diz a especialista.

Alívio das cólicas menstruais

Essa ação contra a dor do THC é capaz de proporcionar ciclos menstruais menos dolorosos e também pode auxiliar no tratamento da endometriose, que costuma causar fortes cólicas. “Ao sentir cólicas, a mulher pode passar um creme de THC na barriga e a cólica vai embora. Isso porque acontece uma interação entre os canabinoides que se conectam com os receptores responsáveis pela metabolização hormonal, fazendo com que o alívio venha de forma rápida”, explica.

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Vaginismo e menopausa podem ser amenizadas

A maconha também pode ser aliada para mulheres que têm vaginismo, que causa dores na hora da penetração. Arranz explica que lubrificantes à base de cannabis podem auxiliar na circulação por ser um vasodilatador — aliás, o  iG Delas já experimentou o lubrificante de cannabis e contou tudo sobre como ele funciona na prática. 

O uso do lubrificante deixa a musculatura mais relaxada e, por conta da maneira como o THC age contra a dor, reduz os incômodos. O uso contínuo também pode auxiliar na lubrificação natural e no aumento da sensibilidade. Como consequência, é comum que ter orgasmos mais frequentes e intensos.

“A quantidade de receptores de THC das mulheres é imensa. Com o uso do lubrificante, que é rico em THC, é comum que haja um tempo maior de ação e o orgasmo seja mais prolongado”, explica a biomédica.

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Essas propriedades também podem auxiliar mulheres que passam por qualquer uma das três fases da menopausa: seja pré-menopausa, perimenopausa ou pós-menopausa. “Conforme o tempo passa, a região vaginal vai ficando mais seca, às vezes também fecha. Além disso, existe ainda uma parte psicológica muito intensa”, afirma. Nesse caso, a maconha entra para trabalhar tanto a questão física como o bem-estar das mulheres na menopausa.

Prazer sexual mais intenso

Mais do que melhorar as condições físicas, Arranz acrescenta que a maconha é aliada para melhorar a vida sexual. “Muitas mulheres estão em uma situação de um casamento, por exemplo, em que querem experimentar algo novo. Há também um auxílio nessa questão”, diz.

Esse efeito da maconha no prazer sexual feminino já foi comprovado por pesquisas científicas. De acordo com pesquisa de 2020 da Sexual Medicine Open Access, que ouviu 452 mulheres usuárias de cannabis, quase 73% afirmaram melhora no prazer e desejo sexual, além da chegada do orgasmo. Este grupo afirmou que usava a planta ao menos seis vezes por semana.

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Outro estudo divulgado pela International Society for the Study of Women’s Sexual Health, 77% afirmaram que sentiram menos dores durante o ato sexual e que sentiram orgasmos mais potentes. Além disso, 60% delas sentiram aumento no desejo sexual.

Cannabis também é usada no tratamento de ISTs

Arranz afirma que a maconha possui propriedades anti-inflamatórias e antifúngicas. Por esse motivo, ela pode ser muito eficaz no tratamento de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). A médica explica que observou de perto a melhora principalmente nos quadros de candidíase vaginal. O uso de lubrificantes, cremes ou cápsulas orais à base foi capaz de eliminar sintomas desagradáveis, como coceiras, vermelhidão e ardência.

A especialista explica ainda que há uma grande variedade de canabinoides que podem auxiliar no tratamento de infecções. “Além do THC e do CBD, o canabicromeno [CBC], o cannabigerol [CBG] e o canabinol [CBN] tratam bactérias causadoras de doenças femininas”, diz.


Insônia, depressão e cefaléia são amenizadas

Não é só da saúde exclusivamente feminina que a cannabis tem benefícios comprovados. Estudos comprovam que a planta pode ajudar no combate à insônia e a promover o relaxamento.

“Isso ocorre graças a dopamina e a outros neurotransmissores que mediam boas sensações e que são estimulados pelos canabinóides”, explica Arranz. Esse mesmo efeito pode auxiliar também no bem-estar de pessoas que sofrem de ansiedade e depressão.

A cefaléia, que acontece mais mulheres do que homens, também pode ser combatida devido à interação do THC com os receptores do Sistema Endocanabinóide. Ou seja, os mesmos princípios do alívio de dores que explicam a diminuição das cólicas e dos desconfortos também podem agir em outras regiões do organismo.

Fonte: IG Mulher

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