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“Todo aquele sofrimento no barro vai deixar de existir”, afirma prefeito de União do Sul

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“Todo esse trabalho que está sendo lançado aqui é um projeto muito lindo, um esforço grande do Governo de Mato Grosso para interligar União do Sul até Cláudia e outras regiões. Este projeto é esperado há quase trinta anos. Agora, todo aquele sofrimento no barro vai deixar de existir”.  

A afirmação é do prefeito de União do Sul, Claudiomiro Jacinto de Queiroz, durante assinatura de ordem de serviço para execução de mais de 700 quilômetros de malha asfáltica e construção de 40 pontes de concreto em diversas regiões do Estado. No total, os investimentos aplicados serão de R$ 606 milhões e beneficiarão diretamente 56 municípios de Mato Grosso.

Com assinatura da ordem de serviço, serão executados 28,4 km de asfalto na MT-423, ligando o município até a cidade de Cláudia. A previsão de entrega desta obra é para novembro de 2021.

Já o prefeito de Itanhangá, Edu Pascoski, declarou que as ações do Estado para a melhoria da infraestrutura e logística promovem o desenvolvimento nos municípios.

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“Mato Grosso é um Estado agrícola, assim como meu município, que possui a mesma vocação da agricultura e pecuária. Esse trabalho dá aos produtores as condições de escoar sua produção, com uma logística de boas estradas asfaltadas. Graças ao trabalho do govenador Mauro Mendes, que entende os problemas dos prefeitos, estamos conseguindo levar desenvolvimento para nossa sociedade”.  

O município receberá pavimentação na MT-242, no trecho entre que o liga a Ipiranga do Norte. Serão 10,2 quilômetros de asfalto novo, garantindo que o acesso às cidades da região seja mais rápido. 

O prefeito destacou ainda que com os investimentos, a “Região do Médio-Norte de Mato Grosso estará ligada com a BR-163, com destino ao Porto de Miritituba (PA). Os problemas de péssimas estradas serão coisa do passado, uma realidade que vai mudar em 2021”. 

Outras tratativas também estão em andamento para realização de obras de pavimentação asfáltica para melhorar o acesso ao município de Nova Maringá até o Distrito de Brianorte, levando “aos produtores que ajudam a desenvolver o Estado de Mato Grosso, uma condição melhor para escoar sua produção”. 

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“Nós estávamos esquecidos por todos os Governos. Mas nesta atual gestão, temos a presença marcante do Estado, com investimentos e trabalhos para toda a população, garantindo boas estradas e rodovias, que também melhoram a vida dos agricultores para o transporte da produção, sem maiores transtornos”, finalizou o prefeito de Tabaporã, Sirineu Moleta.

Fonte: GOV MT

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Pesquisa da Empaer revela cinco espécies mais indicadas para reflorestamento e produção de madeira em MT

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A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) divulgou dados das espécies florestais que obtiveram os melhores resultados no Estado para reflorestamento e produção de madeira.

Foram avaliadas 30 espécies, sendo 23 nativas e sete exóticas. A pesquisa revelou que o maior volume de madeira sem incidência de pragas e doenças para reflorestamento, foi obtido com as árvores Fava barriguda, Peroba mica, Tatajuba, Bajão e Castanheira. Ao todo foram plantadas 2.250 plantas.

Segundo o pesquisador da Empaer, Eliazel Vieira Rondon, o objetivo do trabalho foi selecionar as espécies para reflorestamento a pleno sol que obtiveram maior crescimento em diâmetro, Altura do Peito da Planta (DAP), altura total, volume de madeira, índice de mortalidade e ocorrência de pragas e doenças.

A pesquisa foi realizada no Centro Regional de Pesquisa e Transferência de Tecnologia da Empaer, no município de Sinop (500 km ao Norte de Cuiabá).

De acordo com Rondon, o reflorestamento encontra-se em fase embrionária, cobrindo menos de 0,2% do território mato- grossense. Ele esclarece que os resultados alcançados pelos experimentos servem para direcionar os futuros reflorestamentos no Estado e indicar as espécies com maior retorno econômico.

“Fazer plantio de uma espécie que não é indicada pode ser investimento perdido devido sua fragilidade em doenças e pragas, caracterizando um ecossistema instável”, destaca.

Foram plantadas 75  árvores por espécie, com espaçamento de 4 metros entre linha e 3 metros entre planta. O cultivo foi realizado em solo de baixa fertilidade, e as plantas receberam adubação até o terceiro ano de idade. Caso o índice de mortalidade ultrapasse 30% é importante efetuar o corte raso em todo o plantio. Eliazel alerta que a necessidade de fazer uma supervisão do plantio a partir do quinto ano de idade.

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Pesquisador Eliazel fez a avaliação de 2.250 plantas.

Após 25 anos de pesquisa, a Empaer indicou as cinco melhores espécies florestais para o Estado. A Fava barriguda é a menos conhecida dentre as espécies, com potencial para a confecção de brinquedos, móveis, compensados e celulose. A Altura do Peito da Planta foi de 42,6 centímetros, índice de mortalidade de 20% e produção de 547 metros cúbicos por hectare.

Conforme Rondon, a árvore Bajão possui uma madeira indicada para compensados, móveis, caixotaria e brinquedo. A formação da copa ocorre com 8 metros de altura e  resistente ao vento. A produção de madeira variou conforme a espécie de 547 a 240 metros cúbicos por hectare.

Já madeira Tatajuba é pesada, dura ao corte, indicada para construção civil como vigas, caibros, ripas, tábuas e tacos para assoalhos.

A Castanha do Brasil, por sua vez, tem um crescimento lento  na fase inicial, suas folhas  são muito apreciadas por formigas cortadeiras. Apresenta uma madeira densa, macia ao corte,  sendo  indicada para construção civil interna. Desde o ano de 1994 foi proibido  o   corte para comercialização de sua madeira, quando originadas de florestas nativas. Sua  amêndoa  é rica em proteína, vitamina e sais minerais.

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E, por fim, a pesquisa constatou que a espécie Peroba-mica apresenta crescimento regular, madeira moderadamente pesada, própria para construção civil e naval, cabos de ferramentas, dormentes, marcenaria  e carpintaria.

“Em plantio comercial, deve-se sempre ficar atento ao volume das espécies a serem plantadas visando o retorno financeiro do investimento”, comenta Rondon.

Espécies com índice de mortalidade

Durante o estudo foram identificadas as espécies com maiores índices de mortalidade, tais como guapuruvu, teca, cinamomo, ipê roxo, pinho cuiabano, cerejeira, E. citriodora, E. grandis, pinus caribaea, mogno, freijó, mogno africano, parapará, gmelina, cedrinho, mandiocão e sumaúma.

O pesquisador constatou que espécies de eucalipto tiveram um comportamento excelente na fase inicial, porém foram severamente atacadas pelas principais doenças como gomose, pau-preto e outras.

A planta de mogno teve seu fuste (tronco) comprometido pelo ataque de praga. O mogno africano, a partir do quinto ano, sofreu ataque de fungos  que causam lesões salientes na casca.

A seringueira, angelim saia, pau ferro, louro pardo, aroeira, marupá,  amescla  e champanhe apresentaram o tronco de 3 metros de comprimento, inviabilizando o seu corte para comercialização. Uma alternativa para essas espécies é a arborização de parques e recuperação de avenidas, áreas e outros.

Fonte: GOV MT

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