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Investigado por extorsão contra mulheres, homem é preso em Cuiabá

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A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá (Derf) prendeu na sexta-feira (20.11), em flagrante, o autor dos crimes de extorsão qualificada, mediante restrição de liberdade, roubo majorado e associação criminosa praticados contra três vítimas mulheres, na Capital. O investigado foi preso no bairro Jardim Renascer, na Capital. 

Em um espaço de dez dias, ele abordou de forma violenta três mulheres e mediante restrição de liberdade das vítimas roubou pertences pessoais e cartões de crédito e diante de ameaças fez as vítimas fornecerem senhas dos cartões com os quais fez compras e saques.

A partir da comunicação do primeiro crime, ocorrido no dia 09 de novembro, quando uma das vítimas que estava com sua filha, menor de idade, foi abordada ao retornar para seu veículo, no bairro Quilombo, os policiais da Derf começaram as diligências para chegar ao suspeito. Ao abordar a vítima, ele anunciou o roubo e utilizando arma de fogo levou diversos pertences pessoais, aparelho celular e a bolsa. Ele estava com uma motocicleta, que foi identificada durante as diligências e depois localizada em sua residência, no momento em que foi preso em flagrante.

O outro crime foi cometido em plena luz do dia, na região central de Cuiabá, no dia 16 desta semana. A vítima estava em frente a sua casa e foi rendida por um homem que entrou no veículo com ela e depois de dirigir até local afastado e a obrigou a entrar no porta-malas. Depois, conforme relato da mulher, ele buscou os comparsas e a vítima ficou no carro por horas, enquanto o grupo criminoso fazia compras com seu cartão.

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Conforme a investigação, após deixar a vítima presa no carro, o suspeito seguiu até um carro que dava apoio à empreitada criminosa. O veículo foi apreendido na casa do investigado preso, o que reforça todas as informações coletadas e que embasam o inquérito instaurado pela delegacia especializada.

O último crime praticado, ocorreu no dia 18 de novembro, no bairro Jardim Cuiabá, quando a vítima saía de uma consulta médica e foi rendida pelo suspeito preso. A mulher foi obrigada a dirigir até uma área próxima ao distrito do Sucuri e depois colocada no porta-malas do próprio veículo, utilizando o mesmo ‘modus operandi’ do crime anterior. A vítima passou cerca de três horas presa dentro do carro, enquanto os criminosos faziam compras e saques com seu cartão de crédito. Foram efetuados saques em um caixa eletrônico e compras em loja de roupas esportivas e em um centro de comércio popular na Capital.

Após as diligências e informações coletadas, os investigadores chegaram ao endereço do suspeito, onde foram localizadas a motocicleta utilizada por ele e o carro modelo Peugeot 207 prata, que deu apoio aos crimes.

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O delegado Gustavo Belão, responsável pelo inquérito, explica que na investigação foi possível estabelecer o envolvimento de ao menos quatro suspeitos, sendo uma deles o que foi preso nesta sexta-feira, indicando que ele integra uma perigosa associação criminosa voltada para a prática do crime de extorsão qualificada pela restrição da liberdade. Desta forma, foi realizada a prisão em flagrante, uma vez que o Código Penal (artigo 288) estabelece que o delito de associação criminosa é crime permanente.

Todas as vítimas reconheceram o criminoso preso, por meio de imagens coletadas nas diligências. A investigação continua para chegar aos demais integrantes do grupo criminoso.

Após os procedimentos policiais, o investigado foi encaminhado à unidade prisional do Capão Grande, em Várzea Grande, onde ficará à disposição da Justiça.

Fonte: GOV MT

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PGE pede investigação criminal contra “Fake News” de que Governo fecharia 300 escolas

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A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) pediu que a Polícia Judiciária Civil investigue criminalmente a divulgação de notícias falsas de que a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) iria fechar 300 escolas. O pedido foi encaminhado nesta quarta-feira (25.11).

As “Fake News” tiveram início por mensagens de Whatsapp, porém passaram a circular em veículos de comunicação, o que conforme o documento da PGE, “são capazes de causar pânico e medo na população mato-grossense”.

A PGE destaca no pedido que a divulgação das notícias falsas não pode passar despercebida pela Polícia Civil e que a apuração deve colher elementos de provas que possam demonstrar o “cometimento, em tese, de crime ou contravenção penal de disseminação dolosa de conteúdo sabidamente falso”.

“Em razão disso tudo, esta Procuradoria do Estado solicita a abertura de investigação criminal para apuração dos fatos acima descritos, que, a depender dos elementos de provas a serem colhidos, por intermédio inclusive da quebra de sigilos diversos com autorização judicial – se se mostrar necessária ou conveniente -, poderão eventualmente (se assim vierem a indicar tais elementos de provas) demonstrar o cometimento, em tese, de crime ou contravenção penal de disseminação dolosa de conteúdo sabidamente falso, com alguma finalidade espúria, buscando produzir pânico na população ou, ainda, mesmo que indiretamente, influenciar em questões eleitorais (CP, arts. 139 ou 299; ou Lei de Contravenções Penais, art. 41)”.

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A Seduc informou que, ao contrário do que falam as “Fake News”, o trabalho realizado no momento é de reorganização das salas ociosas em que não há alunos e com infraestrutura física precária.

O objetivo da secretaria é oferecer uma melhor estrutura física aos estudantes e profissionais da educação e, consequentemente, criar um ambiente favorável em que seja possível a melhoria do Ideb.

A PGE anexou no requerimento matérias jornalísticas da Secretaria Adjunta de Comunicação que comprovam que o Estado nunca pretendeu fechar 300 escolas, conforme asseverou o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

Confira a íntegra da representação abaixo

Fonte: GOV MT

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